terça-feira, 30 de setembro de 2014

Delúbio passa a cumprir pena em regime aberto

BRASIL, o país onde o crime compensa......


Brasília - Condenado no processo do mensalão, o ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares deixou na tarde desta terça-feira, 30, audiência na Vara de Execuções de Penas e Medidas Alternativas (Vepema) do Distrito Federal. A partir de agora, Delúbio passa a ter direito a cumprir em casa o restante da pena a ele imposta pela prática de corrupção passiva. Ele cumpriu cerca de 10 meses da pena de 6 anos e 8 meses, no regime semiaberto, com a possibilidade de sair da prisão durante o dia para trabalhar.
Na segunda-feira, 29, o ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou a progressão de Delúbio para o regime aberto por considerar presentes os dois requisitos necessários: o cumprimento do tempo mínimo de um sexto da pena e o bom comportamento do condenado.
No regime aberto, o preso deve trabalhar durante o dia e permanecer em uma casa do albergado no período noturno. Como em Brasília não existe este tipo de estabelecimento, Delúbio e os demais presos nesta situação são autorizados a passar o restante da pena em casa.
Na audiência na Vepema, que oficializa a progressão de regime, Delúbio recebe orientações sobre as condições que deverá respeitar. A Justiça estabelece, por exemplo, a necessidade de permanecer em casa das 21 horas às 5 horas, a proibição de frequentar bares e realizar encontros com outros condenados que estejam cumprindo pena, entre outros requisitos.
Os jornalistas presentes não puderam acompanhar a audiência desta terça. Delúbio saiu pela porta da frente do Fórum e não respondeu perguntas dos jornalistas. Abordado pela imprensa, desejou apenas "bom trabalho" aos presentes no local.
Outros casos. Já foram beneficiados com a progressão para regime aberto o ex-deputado José Genoino (PT), o ex-deputado Bispo Rodrigues e o ex-tesoureiro do PL Jacinto Lamas, também condenados no processo do mensalão. Em todos os casos, Barroso considerou o Cumprimento do mínimo exigido da pena e o comportamento.
Até o final do ano, devem ter direito a requerer o benefício o ex-ministro José Dirceu e o ex-deputado Valdemar Costa Neto (PR-SP).
Estadão
BEATRIZ BULLA

Marina diz que Dilma mentiu

Marina diz que Dilma mentiu sobre não saber de desvios na Petrobras

Além de chamar a adversária de mentirosa, a candidata do PSB disse que a presidente não sabe como funciona a tramitação de projetos no Congresso.


dilmamarina e1409667799730 Marina diz que Dilma mentiu sobre não saber de desvios na Petrobras

Marina Silva (PSB) fez duras críticas a Dilma Rousseff (PT) nesta terça-feira (30), em São Paulo. A candidata afirmou que a petista é “mentirosa” e que se enganou sobre sua votação na CPMF. De acordo com Marina, a presidente não conhece tramitação de projetos no Congresso. “Quem não foi nem vereadora e vira presidente do Brasil não entende nada da coisa”, disse. Logo depois, Marina afirmou que Dima mentiu ao dizer que não sabia dos desvios de dinheiro na Petrobras: “É mentira quem diz que não sabia que tinha roubo na Petrobras”.
http://www.implicante.org/noticias/marina-diz-que-dilma-mentiu-sobre-nao-saber-de-desvios-na-petrobras/

A Pesquisa te Desanimou

SOLICITAÇÃO

Necessito manter contato com militar que sirva no 3º Regimento de Cavalaria de Guarda em Porto Alegre.

Favor passar nome e-mail.

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

O MANIFESTO DOS GENERAIS E A HIPOCRISIA DA GOVERNANTA

Roberto Mezian adicionou 4 novas fotos.
O MANIFESTO DOS GENERAIS E A HIPOCRISIA DA GOVERNANTA
(Gen.Bda Paulo Chagas - 27/09/2014)
Caros amigos
A chamada "Comissão Nacional da Verdade" (CNV) perdeu a sua legitimidade no dia em que decretou, por iniciativa de seus “comissários”, que não iria cumprir a “lei” que a criara.
A Governanta - candidata, desinformada e hipócrita, a reeleição -, reagindo ao “Manifesto dos 27 Generais”, declarou, em primeiro lugar, o óbvio – “quem não quiser pedir [desculpas] que não peça”-, e, em seguida, o quanto desconhece ou desconsidera o que seja democracia e legalidade, porquanto referiu-se à CNV por intermédio da lei violada que a criou, lembrando, inclusive, a sua aprovação pelo Congresso – poder que o seu partido quis comprar e que pretende neutralizar com a criação de “sovietes”, caso vença as eleições -, acrescentando que “leis, no estado democrático de direito, têm que ser cumpridas”!
“Santa incoerência”, diria ao Batman um espantado Robin!
Como é possível apelar à legalidade de uma comissão que se autocolocou fora da lei, tornando-se definitivamente desmoralizada e uma ameaça à verdade, já que, declaradamente e por unanimidade, posicionou-se a favor de uma investigação unilateral, facciosa e ao arrepio da lei?
A CNV transformou-se em uma farsa a serviço do nada! Não passa de mais um cabide de empregos para apaniguados de terroristas assassinos e mentirosos que não conseguem conviver com a honestidade, a verdade, a grandeza e, principalmente com a humildade para aceitar a derrota e admitir que nunca foram democratas e que nunca lutaram por liberdade!
Considerando a hipocrisia do fato e da alegação, cumpre, por oportuno, comentar, ainda, dois outros correlatos. O primeiro refere-se ao último mote da campanha da Governanta quando enfoca sua “determinação” para, em seu suposto próximo mandato, dar combate à ação dos corruPTos, acabando com a impunidade, “doa a quem doer”. O segundo, intimamente ligado ao primeiro, diz respeito ao uso dos Correios e Telégrafos para o envio de propaganda política dela própria!
Como quer a Sra Governanta que acreditemos que o governo mais corruPTo da história deste País vá, algum dia, combater seu mais rentável ganha pão?
Como quer a Sra Governanta que venhamos a dar crédito a um compromisso de campanha assumido por intermédio da utilização corrompida de recursos e meios públicos?
Será que a Sra Governanta dará provas de sua determinação legalista e anticorruPTiva ainda no tempo que lhe resta do mandato vigente?
Que moral tem a Sra Governanta para falar de desculpas ou cumprimento da lei aos Srs Generais do Exército de Caxias, pois, com certeza, não são eles nem o Exército que devem desculpas à Nação?
Gen Bda Paulo Chagas

domingo, 28 de setembro de 2014

Manifesto de generais condena o ministro da Defesa, Celso Amorim

Manifesto de generais condena o ministro da Defesa, Celso Amorim

O Globo André Coelho O ministro da Defesa, Celso Amorim BRASÍLIA - Manifesto assinado por 27 generais de Exército, todos na reserva, criticou a posição do ministro da Defesa, Celso Amorim, de que as Forças Armadas teriam reconhecido a ocorrência de morte e desaparecimento de pessoas durante o regime militar. No documento, divulgado pelo jornal "O Estado de S. Paulo", os oficiais, três deles ex-ministros do Exército, disseram abominar "peremptoriamente" as declarações do ministro e garantiram que os "embates", como chamavam a repressão desencadeada contra as organizações de esquerda, "não foram iniciados por nós, pois não os desejávamos".
O manifesto circulou no momento em que a Comissão Nacional da Verdade negocia com o Ministério da Defesa e o comando de Exército, Marinha e Aeronáutica a liberação, para fins de investigação, das folhas de Alterações (espécie de currículo militar) dos agentes das três armas envolvidos em casos de tortura e mortes de vítimas do regime. Os militares têm resistido à entrega de documentos, como relatórios produzidos por órgão de inteligência e informações e prontuários médicos.
A Comissão Nacional da Verdade e a Comissão da Verdade do Rio fizeram na sexta-feira, no Rio, uma audiência para tratar do caso dos nove chineses que, em 1964, foram presos, torturados e submetidos a uma investigação policial militar.
A Justiça Militar acusou-os de subversão e espionagem. No mesmo ano e no início de 1965, foram processados, condenados e expulsos do Brasil. Uma das vítimas, o jornalista Ju Qingdong, de 84 anos, gravou um vídeo, dia 16, apresentado na audiência:
"Tudo o que fazíamos estava conforme a lei do Brasil. Desde a manhã de 2 de abril, o prédio onde estava a sucursal (da agência de notícias) de Hsinhua foi vigiado e controlado pela polícia. Depois, policiais entraram à força. Após a entrada à força no apartamento, eu fui amarrado com os braços para trás, e forçado a ir com eles em todos os cômodos. Eles batendo cruelmente em mim. Golpearam minha face com a coronha".
O Globo

sábado, 27 de setembro de 2014

GAÚCHO QUE TEM SANGUE FARROUPILHA NA VEIA, VOTA EM AÉCIO 45.....PONTO FINAL

Aécio afaga militares em visita ao Rio Grande do Sul


O candidato do PSDB à Presidência da República, Aécio Neves, disse que seu grupo político é o que tem condições de gerar expectativa positiva dos investidores para que o Brasil possa crescer e fez afagos aos militares logo depois de desembarcar no aeroporto de Santa Maria para ato de campanha na cidade da região central do Rio Grande do Sul, nesta quinta-feira, 25.
"Temos que agir hoje pensando no futuro", falou aos repórteres, em rápida entrevista coletiva. "Ou encerramos um ciclo perverso de crescimento baixo e inflação alta para que o Brasil volte a gerar confiança nos investidores e o Estado se organize para fazer os investimentos necessários em infraestrutura ou vamos estar lamentando daqui a quatro anos mais um equívoco".
O tucano disse estar "extremamente feliz" pelo atual momento da sua campanha e, na sequência, citou as características de Santa Maria, um centro universitário e militar, para falar de suas propostas. "Venho em um momento em que nossa candidatura mostra sua recuperação", reiterou, prevendo "grande resultado".
"Será um resultado que permitirá um governo de respeito à ordem, às regras do mercado e à segurança jurídica e quero dizer, em Santa Maria, de forma especial, às Forças Armadas, hoje sucateadas, que precisam ter plano de investimento e de profissionalização de médio e longo prazo".
Questionado pelos repórteres, Aécio voltou a dizer que o fator previdenciário será substituído por um mecanismo que não puna os aposentados. Mas não especificou como será essa mudança, "Vamos fazer num diálogo franco com a classe trabalhadora", prometeu, admitindo que existem propostas tramitando no Congresso, inclusive a do petista Pepe Vargas, que calcula o benefício juntando idade e tempo de serviço, que podem ser um caminho.
"Nosso compromisso é garantir o reajuste real do salário mínimo, o reajuste da tabela do Imposto de Renda pela inflação e corrigir ao longo do tempo a defasagem que aí esta e negociar um novo instrumento que não puna como vem punindo os aposentados o fator previdenciário", reiterou Aécio.
O candidato tucano também acusou a bancada governista no Congresso Federal de evitar a votação de propostas favoráveis aos Estados e municípios, como a mudança das alíquotas de atualização das dívidas com a União. Defendeu, ainda, que o governo federal, quando faz suas desonerações não faça também na parte que não é sua, a dos Estados e municípios.
Acompanhado da também senadora Ana Amélia Lemos (PP), líder nas pesquisas de intenção de voto para o governo do Rio Grande do Sul, e do deputado federal Nelson Marchezan Júnior (PSDB), que tem base eleitoral na região, Aécio percorreu os 200 metros do calçadão Salvador Isaías, no centro da cidade, escoltado por cerca de 150 militantes.
No trajeto, percorrido em menos de meia hora, cumprimentou funcionários de lojas, tirou fotografias com alguns deles, distribuiu abraços e acenou para quem olhava de janelas, enquanto os acompanhantes gritavam seu nome ou o de Ana Amelia ou o coro "fora, PT".
Quando chegaram à praça Saldanha Marinho, Aécio e seus simpatizantes passaram por portadores de bandeiras de todos os partidos que ficam no local fazendo propaganda política. Uma parte dos militantes voltou a gritar "fora, PT", mas os poucos adversários que estavam no local evitaram a provocação e permaneceram quietos, segurando suas bandeiras e olhando a passagem dos tucanos e aliados.
Ao final da caminhada, Aécio subiu em uma caminhão de som e, em discurso de menos de um minuto, afirmou que "chegou a hora da virada".ET

Me ajude.......Repasse

sexta-feira, 26 de setembro de 2014

Quem vota hoje

Quem vota hoje
Até a Constituição de 1988, o voto era um direito negado aos analfabetos, um percentual significativo da população, sem falar dos soldados e marinheiros. Não deve causar surpresa, portanto, o fato de presidentes eleitos com números expressivos, como Jânio Quadros, que obteve quase 6 milhões de votos em 1960, terem participado de eleições que mobilizaram somente 10% da população do país.

A partir de 1988, com a Constituição que continua em vigor, o eleitorado aumentou consideravelmente, e veio a ultrapassar a casa dos 100 milhões. Atualmente, o voto é obrigatório para todo brasileiro com mais de 18 anos e facultativo aos analfabetos e para quem tem 16 e 17 anos ou mais de 70 anos. 

Estão proibidos de votar os estrangeiros e aqueles que prestam o serviço militar obrigatório.




O voto no Brasil hoje

Autor: Carlos Alberto Bittar Filho
 

Como regra geral, o alistamento eleitoral e o voto são obrigatórios,ou, nos termos da Constituição, “obrigatórios para os maiores de dezoito anos”. Aparta-se o Brasil, nesse particular, de países como os Estados Unidos e a França, em que o voto é facultativo. Mas, por outro lado, o alistamento eleitoral e o voto são facultativos para os analfabetos, os maiores de setenta anos e os maiores de dezesseis e menores de dezoito anos.
São condições de elegibilidade: a) a nacionalidade brasileira; b) o pleno exercício dos direitos políticos; c) o alistamento eleitoral; d) o domicílio eleitoral na circunscrição; e) a filiação partidária; f) idade mínima para determinados cargos (por exemplo, trinta e cinco anos para Presidente, Vice-Presidente da República e Senador). Carecem de elegibilidade os inalistáveis e os analfabetos.
O militar alistável é elegível, desde que atendidas as condições seguintes: a) se contar menos de dez anos de serviço, deverá afastar-se da atividade; b) se contar mais de dez anos de serviço, será agregado pela autoridade superior e, se eleito, passará automaticamente, no ato da diplomação, para a inatividade.
Pode efetuar-se a impugnação, por meio de ação própria, de mandato eletivo; tal ação, proposta perante a Justiça Eleitoral, dentro do prazo de quinze dias contados da diplomação, tramita em segredo de justiça, devendo ser instruída com provas de abuso do poder econômico, corrupção ou fraude.
A atual Carta Magna veda a cassação de direitos políticos, cuja perda ou suspensão só pode dar-se nos casos nela previstos, a saber: a) cancelamento de naturalização por sentença transitada em julgado; b) incapacidade civil absoluta; c) condenação criminal transitada em julgado, enquanto durarem seus efeitos; d) recusa de cumprir obrigação a todos imposta ou prestação alternativa; e) improbidade administrativa. 
Relativamente ao Poder Legislativo Federal, é ele composto pela Câmara dos Deputados e pelo Senado Federal (Legislativo bicameral). Enquanto que aquela representa o povo do Estado, este destina-se a representar a Unidade Federada perante a União.
O cargo de Deputado Federal é eletivo, aplicando-se-lhe o sistema proporcional. Por força da Lei Complementar 78/93, o número de Deputados Federais, proporcional à população dos Estados e do Distrito Federal, não ultrapassará quinhentos e treze representantes. Efetuados os cálculos da representação dos Estados e do Distrito Federal, o Tribunal Superior Eleitoral fornecerá aos Tribunais Regionais Eleitorais e aos partidos políticos o número de vagas a serem disputadas. Nenhuma das Unidades da Federação pode ter menos de oito ou mais de setenta Deputados.
O cargo de Senador é igualmente eletivo; seu número é fixo: três por Estado e pelo Distrito Federal. Aqui, o critério adotado já não é o proporcional, mas sim o majoritário. Esclareça-se que, de acordo com o número de vagas em disputa -- a cada quatro anos, a representação de cada Estado e do Distrito Federal é renovada, alternadamente, por um e dois terços --, são eleitos os candidatos mais votados, sem a ocorrência de segundo turno. Isso quer dizer que se adota o sistema majoritário simples para a escolha dos Senadores.
No que tange ao Legislativo Estadual, o número de Deputados à Assembléia Legislativa corresponderá ao triplo da representação do Estado na Câmara dos Deputados e, atingido o número de trinta e seis, será acrescido de tantos quantos forem os Deputados Federais acima de doze. O critério adotado para a eleição é o proporcional. Essa sistemática aplica-se igualmente aos Deputados Distritais e à Câmara Legislativa.
O Legislativo Municipal, por sua vez, é representado pela Câmara Municipal. O número de Vereadores é proporcional à população do Município, devendo-se observar os limites constitucionais: a) mínimo de nove e máximo de vinte e um nos Municípios de até um milhão de habitantes; b) mínimo de trinta e três e máximo de quarenta e um nos Municípios de mais de um milhão e menos de cinco milhões de habitantes; c) mínimo de quarenta e dois e máximo de cinqüenta e cinco nos Municípios de mais de cinco milhões de habitantes. O critério empregado, aqui, é o proporcional.
No que toca ao Executivo Federal, sua chefia é exercida pelo Presidente da República, que é eleito pelo sistema majoritário em dois turnos (atualmente adotado, por exemplo, também pela França e pela Argentina). Efetivamente, dispõe a Constituição que será considerado eleito Presidente o candidato que obtiver a maioria absoluta de votos, não computados os em branco e os nulos; se nenhum candidato alcançar maioria absoluta na primeira votação, far-se-á nova eleição em até vinte dias após a proclamação do resultado, concorrendo os dois candidatos mais votados e reputando-se eleito o que obtiver a maioria dos votos válidos (isto é, excluindo-se os nulos). Objetiva-se dar ao candidato eleito maior representatividade popular.
Esse sistema é também adotado para a eleição do Governador de Estado e do Distrito Federal. No que concerne ao Executivo Municipal, seu chefe (Prefeito) é também escolhido por esse sistema, mas apenas nos Municípios com mais de duzentos mil eleitores. Tal significa que, nos Municípios com menos de duzentos mil eleitores, o sistema adotado é o majoritário simples.
A conclusão a que se chega, após essa análise panorâmica, é que o sistema eleitoral brasileiro é dotado de bastante complexidade. Convivem, lado a lado, o sistema majoritário simples, o sistema majoritário em dois turnos e o sistema proporcional. O que também se constata é que não há uniformidade absoluta, dentro de um mesmo Poder, relativamente ao critério adotado para o preenchimento de seus cargos eletivos. Com efeito, dentro do Poder Legislativo convivem o sistema proporcional e o sistema majoritário simples (este último adotado para a escolha dos Senadores); no Executivo, por sua vez, adotam-se o sistema majoritário em dois turnos e o majoritário simples (no caso do Prefeito em Municípios com menos de duzentos mil eleitores).
 

Informações Sobre o Autor

Carlos Alberto Bittar Filho

Você concorda.......repasse

EU QUERO QUE A DILMA DESEMBARQUE NO CALIFADO

EU QUERO QUE A DILMA DESEMBARQUE NO CALIFADO DO ESTADO ISLÂMICO PARA NEGOCIAR COM TERRORISTAS. SEI QUE ELA ESTÁ PREPARADA PARA ISSO!

A estupidez da política externa brasileira não reconhece limites.
Não recua diante de nada.
Não recua diante de cabeças cortadas.
Não recua diante de fuzilamentos em massa.
Não recua diante da transformação de mulheres em escravas sexuais.
Não recua diante do êxodo de milhares de pessoas para fugir dos massacres.
Não recua diante da conversão de crianças em assassinos contumazes.
A delinquência intelectual e moral da política externa brasileira, sob o regime petista, não conhece paralelo na nossa história.
A delinquência intelectual e moral da política externa brasileira tem poucos paralelos no mundo — situa-se abaixo, hoje, de estados quase-párias, como o Irã e talvez encontre rivais à baixura na Venezuela, em Cuba e na Coreia do Norte.
Nesta terça, na véspera de fazer o discurso de abertura da Assembleia Geral das Nações Unidas, a ainda presidente do Brasil fez o impensável, falou o nefando, ultrapassou o limite da dignidade. Ao comentar os ataques dos Estados Unidos e aliados às bases do grupo terrorista Estado Islâmico, na Síria, disse a petista:
“Lamento enormemente isso (ataques aéreos na Síria contra o EI). O Brasil sempre vai acreditar que a melhor forma é o diálogo, o acordo e a intermediação da ONU. Eu não acho que nós podemos deixar de considerar uma questão. Nos últimos tempos, todos os últimos conflitos que se armaram tiveram uma consequência: perda de vidas humanas dos dois lados. Agressões sem sustentação aparentemente podem dar ganhos imediatos, mas, depois, causam prejuízos e turbulências. É o caso do Iraque, está lá provadinho. Na Líbia, a consequência no Sahel. A mesma coisa na Faixa de Gaza. Nós repudiamos sempre o morticínio e a agressão dos dois lados. E, além disso, não acreditamos que seja eficaz. O Brasil é contra todas as agressões. E, inclusive, acha que o Conselho de Segurança da ONU tem de ter maior representatividade, para impedir esta paralisia do Conselho diante do aumento dos conflitos em todas as regiões do mundo”.
Nunca a política externa brasileira foi tão baixo. Trata-se da maior coleção de asnices que um chefe de estado brasileiro já disse sobre assuntos internacionais.
A fala de Dilma é moralmente indigna porque se refere a “dois lados do conflito”, como se o Estado Islâmico, um grupo terrorista fanaticamente homicida, pudesse ser considerado “um lado” e como se os EUA, então, fossem “o outro lado”.
A fala de Dilma é estupidamente desinformada porque não há como a ONU mediar um conflito quando é impossível levar um dos lados para a mesa de negociação. Com quem as Nações Unidas deveriam dialogar? Com facínoras que praticam fuzilamentos em massa?
A fala de Dilma é historicamente ignorante porque não reconhece que, sob certas circunstâncias, só a guerra pode significar uma possibilidade de paz. Como esquecer — mas ela certamente ignora — a frase atribuída a Churchill quando Chamberlain e Daladier, respectivamente primeiros-ministros britânico e francês, celebraram com Hitler o “Pacto de Munique”, em 1938? Disse ele: “Entre a desonra e a guerra, escolheram a desonra e terão a guerra”.
A fala de Dilma é diplomaticamente desastrada e desastrosa porque os EUA lideram hoje uma coalizão de 40 países, alguns deles árabes, e conta com o apoio do próprio secretário-geral da ONU, Ban ki-Moon.
A fala de Dilma é um sarapatel de ignorâncias porque nada une — ao contrário: tudo desune — os casos do Iraque, da Líbia, da Faixa de Gaza e do Estado Islâmico. Meter tudo isso no mesmo saco de gatos é coisa de uma mente perturbada quando se trata de debater política externa. Eu, por exemplo, critiquei aqui — veja arquivo — a ajuda que o Ocidente deu à queda de Muamar Kadafi, na Líbia, e o flerte com os grupos que se organizaram contra Bashar Al Assad, na Síria, porque avaliava que, de fato, isso levaria a uma desordem que seria conveniente ao terrorismo. Meus posts estão em arquivo. Ocorre que, hoje, os terroristas dominam um território imenso, provocando uma evidente tragédia humanitária.
A fala de Dilma é coisa, de fato, de um anão diplomático, que se aproveita de uma tragédia para, uma vez mais, implorar uma cadeira permanente no Conselho de Segurança de ONU. O discurso da presidente do Brasil só prova por que o país, infelizmente, não pode e não deve ocupar aquele lugar. Não enquanto se orientar por critérios tão estúpidos.
Ao longo dos 12 anos de governos do PT, muita bobagem se fez em política externa. Os petistas, por exemplo, condenaram sistematicamente Israel em todos os fóruns e se calaram sobre o terrorismo dos palestinos e dos iranianos. Lula saiu se abraçando com todos os ditadores muçulmanos que encontrou pela frente — incluindo, sim, o já defunto Kadafi e o antissemita fanático Mahmoud Ahmadinejad, ex-presidente do Irã. Negou-se a censurar na ONU o ditador do Sudão, Omar al-Bashir, que responde pelo assassinato de 400 mil cristãos. O Brasil tentou patrocinar dois golpes de estado — em Honduras e no Paraguai, que depuseram legitimamente seus respectivos presidentes. Endossou eleições fraudadas na Venezuela, deu suporte ao tirano Hugo Chávez e ignorou o assassinato de opositores nas ruas, sob o comando de um louco como Nicolás Maduro.
E, como se vê, ainda não era seu ponto mais baixo. Dilma, nesta terça, deu o seu melhor. E isso quer dizer, obviamente, o seu pior. A vergonha da política externa brasileira, a partir de agora, não conhece mais fronteiras.
Pois eu faço um convite: vá lá, presidente, negociar com o Estado Islâmico. Não será por falta de preparo que Vossa Excelência não chegará a um bom lugar.
Por Reinaldo Azevedo

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

A delação de Youssef

A delação de Youssef: o pânico se espalha em certas áreas da política; há figurão que já começa a ter pesadelos com a cadeia

É grande o pânico no mundo político. O doleiro Alberto Youssef resolveu aceitar a proposta de delação premiada. O advogado Antônio Carlos de Almeida Castro, o notório Kakay, que adora um cliente complicado, anunciou ter deixado o caso porque se opõe à decisão. Ainda que quisesse, não teria como permanecer, não é mesmo? A chance de o doleiro implicar outros, digamos, nomes de sua carteira de defesas é imensa.
Como todo mundo já sabe, os benefícios da delação só são realmente concedidos se aquele que faz o acordo contribuir efetivamente para desvendar a ação criminosa. Assim, se Youssef quer mesmo se livrar de muitos anos de cana, terá de colaborar de verdade. Até onde pode ir? É o que se perguntam todos aqueles que fizeram negócios com ele — muitas cabeças coroadas da República. Há gente disputando governo de Estado por aí que, a esta altura, deve estar com medo de ir parar na cadeia.
Se Paulo Roberto Costa produziu um bom tremor de terra ao falar, Youssef, se quiser, causa um verdadeiro terremoto. A desenvoltura com que ele se infiltrou — ou foi infiltrado — no estado brasileiro é assombrosa. O caso do laboratório de fachada Lobogen ilustra a bandalheira. Uma empresa que se dedicava à lavagem de dinheiro, apontam a Polícia Federal e o Ministério Público, tinha celebrado um convênio com o Ministério da Saúde para a produção de remédios.
É a segunda vez que Youssef faz um acordo dessa natureza. O outro estava relacionado ao escândalo do Banestado. Ele colaborou, pagou uma multa e se livrou da cana. Mas voltou a delinquir e perdeu aquele benefício, razão por que acabou condenado a mais de quatro anos de cadeia.
Sem a delação, Youssef certamente ficaria muitos anos na cadeia. Se ela colaborar para elucidar e desmontar uma quadrilha que vive do assalto aos cofres, tanto melhor.

Por Reinaldo Azevedo

Brasil e as suas capitanias hereditárias


Brasil e as suas capitanias hereditárias :

O grande número de parentes concorrendo é uma demonstração de que os partidos, os movimentos sociais e as escolas não investiram em formação política e cívica, capaz de motivar pessoas com vocação para a liderança e o exercício de cargos públicos. Esse déficit de quadros políticos favorece a continuidade da circulação no poder, numa espécie de transferência hereditária do poder entre as famílias.

Por Antônio Augusto de Queiroz *
O Diap, em levantamento destinado à definição de prognóstico para a futura composição do Congresso, identificou 98 candidatos à Câmara dos Deputados que tem relação de parentesco de primeiro grau com políticos tradicionais e/ou influentes nos estados.
Esclareça-se, desde logo, que a relação de parentesco não desqualifica ninguém para concorrer, especialmente se o postulante tiver militância política, experiência ou preparo para o exercício de mandatos. O problema aparece quando o candidato-parente é lançado para manter feudos eleitorais, substituir candidatos ficha suja ou para evitar que outras forças políticas assumam o poder na unidade da Federação.
Feita a ressalva, registre-se que o número de parentes candidatos nestas eleições é muito maior do que este levantamento indica, já que inclui apenas os candidatos mais competitivos à Câmara dos Deputados. Nele não constam os laços familiares ou parentescos de terceiro grau nem inclui candidatos a outros cargos, como os de deputado estadual, senador, governador ou vice, senador ou suplente de senador.
O grande número de parentes concorrendo é uma demonstração de que os partidos, os movimentos sociais e as escolas não investiram em formação política e cívica, capaz de motivar pessoas com vocação para a liderança e o exercício de cargos públicos. Esse déficit de quadros políticos favorece a continuidade da circulação no poder, numa espécie de transferência hereditária do poder entre as famílias.
É urgente uma mudança cultural para que os partidos, em lugar de escolher apenas parentes de políticos ou puxadores de votos, sem qualquer compromisso programático ou ideológico, escolham pessoas vocacionadas, guiadas por princípios republicanos e comprometidas com o programa, a doutrina e a ideologia dos partidos.
Atualmente os partidos políticos são estimulados a escolher pessoas com perfil de puxadores de votos para a Câmara dos Deputados – como parentes, endinheirados ou celebridades – para assegurar maior espaço no horário eleitoral gratuito, cujo tempo é calculado com base na bancada eleita, ou para aumentar os recursos do fundo partidário, que é calculado com base no número de votos obtidos para a Câmara dos Deputados.
A tradição de lançar parentes não é apenas uma prática das regiões menos desenvolvidas do País como as Norte e Nordeste, ilustradas pelos exemplos a seguir: Marfisa (PSD-AC), esposa do senador Sérgio Petecão; Arthur Bisneto (PSDB-AM), filho do ex-senador e atual prefeito de Manaus, Arthur Virgílio; Mário Negromonte Jr (PP-BA), filho do ex-ministro das Cidades, Mário Negromonte; Pedro Cunha Lima (PSDB-PB), filho do senador Cássio Cunha Lima; e Walter Alves (PMDB-RN), filho do senador licenciado e atual ministro da Previdência, Garibaldi Alves.
Também nas regiões Centro-Oeste, Sudeste e Sul existem muitos exemplos ilustrativos dessa prática, como segue: Daniel Vilela (PMDB-GO), filho do ex-governador e ex-senador Maguito Vilela; Joaquim Roriz Neto (PMN-DF), filho da deputada federal Jaqueline Roriz e neto do ex-governador Joaquim Roriz; Newton Cardoso Jr, filho do deputado federal Newton Cardoso; Clarissa Garotinho (PR-RJ), filha do deputado federal Garotinho; Marco Antônio Cabral (PMDB-RJ), filho do ex-governador Sérgio Cabral; Bruno Covas (PSDB-SP), filho do ex-governador Mário Covas; Luis Antônio Covatti (PP-RS), filho do deputado federal Vilson Covatti; e Pizzolatti Neto (PP-SC), filho do deputado federal João Pizzolatti.
Em 2013 ocorreram manifestações populares por mudanças na política mas, em lugar de reduzir o número de parentes candidatos, houve sim um aumento. Para alterar essa prática atrasada e antirrepublicana de dificultar a alternância no poder, com a indicação de parentes para disputar os cargos de representação política, só com mudança de cultura, investimento em formação cívica e reforma política. Veja a lista dos 98 parentes candidatos à Câmara Federal.
(*) Jornalista, analista político e diretor do Diap

Por que, fora do Brasil,

Por que, fora do Brasil, ninguém presta atenção ao discurso de Dilma na ONU?



Ninguém, fora do Brasil, se importa com o discurso da presidente brasileira na Assembleia Geral da ONU (nos anos anteriores, com a espionagem da NSA e Palestina, houve uma maior atenção). O mesmo valia para época que Fernando Henrique Cardoso estava no poder. Lula, na primeira vez, causou algum impacto porque no Ocidente, onde Brasil não costuma ser considerado ocidental, as pessoas adoram o exotismo do Brasil e histórias de vida romanceadas como a do ex-presidente. Marina Silva, se eleita, também atrairá holofotes em sua primeira visita a Nova York como presidente porque tem uma história exótica na forma como o Ocidente gosta de enxergar o Brasil, ligada à Amazônia.
Normalmente, na ONU, as pessoas apenas prestam atenção nos discursos dos presidentes dos EUA, do Irã e, em menor escala, de Israel e da Palestina. Além, claro, de seus próprios presidentes. Mesmo representantes da Grã Bretanha e da França causam pouco impacto – procure declarações deles na imprensa brasileira nos próximos dias. De ano para ano, dependendo do tema em discussão, prestam mais atenção em algum líder, como Morsy, então presidente do Egito, dois anos atrás. Além, claro, de figuras esquisitas, como Fidel e Kadafi – neste caso, mais pelo surrealismo destes líderes.
O discurso de Dilma não foi transmitido por nenhuma das redes de TV de notícias dos EUA – Fox News, CNN, MSNBC e Al Jazeera America. Uma delas colocava a chamada “Awaiting Obama”, enquanto comentaristas especulavam sobre o discurso. Não teve e não terá nenhum impacto fora do Brasil.
GUSTAVO CHACRA
http://blogs.estadao.com.br/gustavo-chacra/por-que-fora-do-brasil-ninguem-presta-atencao-ao-discurso-de-dilma-na-onu/

Ex-guerrilheiro conta

Ex-guerrilheiro conta com riqueza de detalhes como assassinava pessoas no período militar


Ex-guerrilheiro conta com riqueza de detalhes como assassinava pessoas no período militar

E a Comissão da Verdade? Vai investigar um ex-guerrilheiro que afirma e da detalhes sobre a carnificina praticada por ele e outros “companheiros” no período militar?
Certamente não, pois a intenção dessa comissão, como já tem dado diversos sinais, é reescrever a história de forma forçada e transformar bandidos e terroristas de ontem, em heróis de hoje. E mais que isso, transformar os militares, que lutaram contra guerrilheiros que queriam transformar o Brasil em uma nova Cuba, (inclusive financiados por Fidel, (como denunciou general aposentado em palestra ignorada pela mídia, no Clube Militar. Assista : Em palestra ignorada pela mídia, general denuncia que Fidel Castro financiava José Dirceu durante o regime militar) em bandidos, e condená-los.
Assista ao depoimento de Carlos Eugênio da Paz, ex-guerrilheiro, e observe a frieza do indivíduo em detalhar os crimes praticados por ele e sua turma, durante o regime militar

http://www.revoltabrasil.com.br/seguranca/5191-ex-guerrilheiro-conta-com-riqueza-de-detalhes-como-assassinava-pessoas-no-periodo-militar.html

domingo, 21 de setembro de 2014

Presidente de ONG denuncia petista Rui Costa

Presidente de ONG denuncia petista Rui Costa e aliados do PT por esquema de desvios milionários na Bahia

Presidente de ONG denuncia petista Rui Costa e aliados do PT por esquema de desvios milionários na Bahia
A presidente da ONG Instituto Brasil, Dalva Sele, em entrevista à Revista Veja, denunciou um esquema milionário de desvio de verbas públicas dos quais fazem parte o atual candidato do PT ao governo da Bahia, Rui Costa e outros aliados do PT.
Dalva apontou o candidato ao governo do Estado da Bahia, Rui Costa, de ter participado juntamente com mais um senador, dois deputados federais e do ex-ministro da presidenta Dilma, Afonso Florense, que chefiava a pasta de Desenvolvimento Agrário.
Na denúncia são citados o senador Walter Pinheiro que, segundo Dalva, teria recebido R$ 260 mil. São citados também o deputado federal pelo PT, Nelson Pelegrino e o atual presidente da Embratur, ex-PCdoB, Vicente Neto.

http://www.revoltabrasil.com.br/politica/5163-presidente-de-ong-denuncia-petista-rui-costa-e-aliados-do-pt-por-esquema-de-desvios-milionarios-na-bahia.html

Estou de Verde o MEU interior é VERMELHO

Os "conterrâneos" não querem. E você???

Resposta???

VOTAR

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Esse nosso Brasil é rico por natureza.....



Polícia flagra avião com R$ 500 mil e santinhos de candidato de TO
Aeronave foi flagrada durante operação da Polícia Civil de combate ao tráfico de drogas; segundo delegado, presos chegaram a admitir que dinheiro seria para a campanha de Marcelo Miranda 

Goiânia - Um bimotor transportando mais de R$ 500 mil em dinheiro e cerca de 5 quilos de santinhos (impressos) de dois candidatos às eleições no Estado do Tocantins foi flagrado pela Polícia Civil de Goiás na quinta-feira, 18, durante uma operação de combate ao tráfico de drogas. Além do dinheiro e dos impressos, o plano de voo da aeronave foi alterado, segundo a polícia, e o piloto tentou fugir, sendo impedido pelos agentes.

Os impressos têm o nome de Marcelo Miranda, ex-governador que lidera a disputa pelo cargo no Estado, mas que teve os bens indisponibilizados pela Justiça Federal esta semana. O outro político dos impressos e o candidato a deputado federal Carlos Henrique Gaguim. Ambos são candidatos pelo PMDB.

Marcelo Miranda estava em campanha em Araguaína, no interior do Tocantins, na manhã desta sexta-feira, 19. O assessor de comunicação da campanha, Melk Aquino, informou que o conselho político da chapa decidiu não falar, nem divulgar nota ou resposta, por enquanto. "Serão dadas respostas política e jurídica nos próximos dias. O que se quer é que seja apurado", afirmou.

Em entrevista à TV Anhanguera na noite de quinta, publicada pelo jornal O Popular nesta sexta, Marcelo Miranda disse que desconhecia o ocorrido. O celular de Carlos Henrique Gaguim não atendeu e ele não retornou aos recados.

Flagrante. Foram presos Douglas Marcelo Alencar, 38, apontado como o líder do grupo; Marco Antônio Jayme Roriz, 46; Lucas Marinho Araújo, 24, segurança; e o piloto da aeronave Roberto Carlos Maya Barbosa, 48. O delegado responsável pela operação Ricardo Chueire, comanda o Grupo Especial de Repressão a Narcóticos (Genarc) de Itumbiara e fez o flagrante em Piracanjuba, cidade a cerca de 85 quilômetros de Goiânia, imaginando que os envolvidos estavam transportando drogas.

Por volta de 15 horas de quinta-feira, 18, as equipes do Genarc de Itumbiara, que cobre a região de Piracanjuba, investigavam a ação de traficantes de drogas quando viram uma caminhonete Toyota Hilux chegando a uma pista de pouso da cidade e acreditaram se tratar da carga de entorpecentes. Conforme ele, com a aproximação das viaturas, o piloto, que estava com o motor ligado, "tentou decolar, mas foi perseguido, abordado e impedido pelos Policiais Civis". O bimotor prefixo PR GCM seria de um empresário tocantinense do ramo da construção civil, amigo de Marcelo Miranda.

Crime eleitoral. Segundo Chueire, foram encontrados no interior do avião, R$ 504 mil em maços ainda com os invólucros da Caixa Econômica Federal. "Havia também farta quantidade de santinhos que nem contamos, pesamos, para ter noção", disse. O dinheiro teria sido sacado em uma agência da própria Piracanjuba, cidade que não constava no plano de voo da aeronave, relatou o delegado. Conforme ele, o avião seguiria para Palmas com o dinheiro e o material publicitário apreendido.

"Assim que fizemos o flagrante, eles (os presos) confirmaram que o dinheiro era para a campanha eleitoral (de Miranda), mas na presença do advogado eles prestaram depoimento formalmente negando isto", informou Chueire. No depoimento, os envolvidos (menos o piloto), afirmaram que o dinheiro era de um empréstimo feito em Brasília, usando a conta do segurança Lucas emprestada. Já a polícia investiga se o "laranja" do esquema foi o segurança, que seria natural de Piracanjuba, e cuja conta bancária para a transação suspeita teria sido usada para movimentar o volume encontrado e outras quantias.

O delegado ainda não sabe por quanto tempo o grupo ficará detido. Segundo ele, a Procuradoria Eleitoral do Ministério Público Federal do Tocantins já foi comunicada dos "fortes indícios de crime eleitoral" e receberá cópias dos procedimentos instaurados em Goiás. "Não estamos investigando crime eleitoral aqui, isto cabe a eles (MPF-TO)", reforçou. A reportagem não conseguiu contato com o advogado dos presos que foram autuados por enquanto por lavagem de dinheiro, associação criminosa e crime tributário.

Crises. Pesquisa recente, realizada pela TV Anhanguera, aponta que Marcelo Miranda tem 48% das intenções de voto no Tocantins, contra 33% do segundo colocado, Sandoval Cardoso (SD), sinalizando chances de vitória no primeiro turno.

Miranda, que já foi governador do Tocantins por dois mandatos, foi cassado em 2009 pelo Tribunal Superior Eleitoral acusado de, nas eleições de 2006, ter feito compra de voto, abuso de poder e uso indevido dos meios de comunicação, ficando inelegível por oito anos.

Ocorre que a inelegibilidade do candidato ao governo vence em 1º de outubro, às vésperas da eleição do dia 5.

Agravando ainda mais a situação, a Justiça Federal, a pedido do MPF-TO, decretou a indisponibilidade dos bens de Miranda esta semana. O motivo é a suspeita de desvio de mais de R$ 20 milhões em supostos esquemas em um dos governos dele. Durante a prisão em flagrante em Piracanjuba, a situação da indisponibilidade dos bens do candidato teria até sido relatada aos policiais como motivo para o levantamento do dinheiro que foi flagrado no avião, o que foi negado em depoimento depois.
http://estadao.br.msn.com/ultimas-noticias/eleicoes/story.aspx?cp-documentid=265260286 

Pensão de militar morto será dividida entre esposa e companheira

Pensão de militar morto será dividida entre esposa e companheira

Previdenciário   |   Publicação em 18.09.14

A 3ª Turma do TRF da 4ª Região negou recurso da União e manteve sentença que determinou a divisão da pensão entre a esposa e a companheira de um militar da Marinha ainda casado legalmente, mas que estava separado de fato quando faleceu.
A companheira ajuizou ação em 2008 e teve reconhecido seu direito à pensão pela 1ª Vara Federal de Rio Grande (RS). A decisão levou a Advocacia-Geral da União a apelar no tribunal alegando ausência de provas da união estável.
Para a relatora do processo, desembargadora federal Marga Barth Tessler,"ainda que o segundo relacionamento tivesse um curto período, entre os anos de 1997 e 1998, ficou clara a intenção do militar de iniciar uma nova família". Para a relatora, "são fatores que reforçam esse entendimento a existência de um filho do casal e de uma ação de divórcio entre o falecido e a esposa".
O acórdão conclui que "o fato de o ex-militar falecido, apesar de separado de fato, ao tempo do seu óbito ainda permanecer formalmente casado com sua anterior esposa - a qual permanece sendo beneficiária - em nada afeta o reconhecimento da união estável havida entre o mesmo e a autora, para efeitos de partição da pensão.
A companheira deverá receber a pensão retroativa a maio de 2003, com juros e correção monetária. Apesar de o óbito ter ocorrido em 1998, as parcelas anteriores estão prescritas. (Proc. nº 5007627-72.2011.404.7101).

PGR nega pedido de Dilma

http://www1.folha.uol.com.br/poder/2014/09/1518281-pgr-nega-pedido-de-dilma-para-ter-acesso-a-delacao-premiada-de-costa.shtml

Eu já votei.....SIM......e você??

Logo Câmara dos DeputadosBoletim Acompanhamento de Enquetes
Brasília, sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Enquetes ativas

Criação de polícia única e desmilitarizada129.984 votos
Você concorda com a proposta que extingue as polícias civil e militar para criar, em cada estado e no Distrito Federal, uma única polícia desmilitarizada? Clique aqui para saber mais
55.27 %
Não
44.1 %
Sim
0.63 %
Não tenho opinião formada
* Dados parciais até a data 19/09/2014. Veja aqui o resultado atual.
icone e-mailicone orkuticone facebookicone twitter
Logo Boletim da Câmara dos DeputadosData provável do próximo envio: 20/09/2014. Para alteração de opções de recebimento, cancelamento ou suspensão deste serviço, clique aqui.