domingo, 31 de agosto de 2014

Muitos políticos vendo que não serão reeleitos já começam a lançar seus sucessores .

Muitos políticos vendo que não serão reeleitos já começam a lançar seus sucessores .

Em qualquer carreira, é comum que (bons) profissionais leguem prestígio a seus herdeiros. Na política, contudo, essa lógica causa apreensão. Políticos têm a missão de zelar pelo bem público. Quando seus laços familiares se sobrepõem ao compromisso com o eleitor, a democracia sai enfraquecida. Mesmo que seja permitido aos caciques transmitir aos filhos seu capital político, a perpetuação dessas "dinastias" pode debilitar a saúde do regime democrático.

Leia : http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/de-pai-para-filho

Então que comece a limpeza :

Apoiadores do PT 13: 


RENOVAÇÃO TOTAL SEM PAI, SEM FILHO, SEM MULHER, SEM TIO, ETC...... VALORIZE TEU VOTO

Jefferson Gomes Nogueira:
"A precarização salarial das Forças Armadas brasileiras"



Sociólogo e mestre em História Jefferson Gomes NogueiraÉ recorrente o envio de tropas do Exército, da Marinha e da Aeronáutica em apoio aos estados brasileiros para as mais diversas demandas. Depois da atuação das Forças Armadas antes, durante e depois da fatídica Copa das Copas, em que centenas de militares ficaram meses longe de seus familiares para garantir o sucesso daquele evento, necessário se faz colocar na agenda dos presidenciáveis a questão da defasagem salarial que vitima essa categoria social há anos.
Numa comparação rápida no portal da transparência do governo federal pode-se constatar a disparidade salarial existente entre o Ministério da Defesa e outros órgãos de segurança pública do País, sejam eles estaduais ou federais.
Assistimos, nos últimos meses que antecederam a Copa, ao emprego do Exército e da Marinha no estado do Rio de Janeiro, em Salvador e em Pernambuco, em missões que caberiam, à luz da Constituição Federal, a outros órgãos de segurança pública. 
O emprego das Forças Armadas no combate ao tráfico de drogas deveria se restringir a vigilância de nossa extensa faixa de fronteiras; entretanto, essas tropas federais vêm sendo constantemente utilizadas em ações de apoio às operações policiais contra o crime organizado e o tráfico de drogas no meio urbano, missão que foge a sua especificidade operacional e constitucional, haja vista que são ações de natureza policial. 
Não obstante ao fato de que, na estrita Garantia da Lei e da Ordem, podem as Forças Armadas ser empregadas após o pedido dos governadores à Presidência da República, o fato é que em muitos desses casos essa missão caberia à Força de Segurança Nacional, criada justamente com essa finalidade. Essa força especializada composta por policiais civis e militares, por peritos criminais e por bombeiros militares das diversas unidades da federação trabalha atrelada à Secretaria de Segurança Pública do Ministério da Justiça.
Além dessas missões de intervenção direta no combate à criminalidade, as Forças Armadas atuam nos lugares mais longínquos do País não só na missão de segurança das fronteiras nacionais, mas, sobretudo, na estabilidade social daquelas localidades. Seu emprego vai desde a construção/reconstrução e manutenção das vias de acesso (estradas e pontes), passando pela assistência médica/odontológica às populações locais, até ao apoio à educação básica.
Desnecessário se faz, nesse pequeno artigo, ressaltar o importante papel das Forças Armadas na missão de paz no Haiti, que já dura mais de uma década e que já custou a vida de dezenas de militares brasileiros.  
Dessa forma, é imprescindível que a defasagem salarial das Forças Armadas entre nos debates dessa campanha presidencial, haja vista que aquela instituição está diretamente envolvida nas questões inerentes à segurança pública, em que, historicamente, assistimos, por ocasião das diversas greves das Polícias Militares Estaduais, à imediata e pronta intervenção das Forças Armadas na garantia da segurança pública em diversos estados. 
A questão crucial é que as Forças Armadas são impedidas, por dispositivo legal, de fazer greve e reivindicar seus direitos. Esse fato as deixam numa situação paradoxal, pois, enquanto as forças auxiliares exercem seu justo direito de lutar por suas demandas mais prementes, os militares das Forças Armadas veem, silenciosamente, seus salários e seus direitos sendo usurpados significativamente. 
De todas as instituições imbuídas constitucionalmente de garantir a paz social e a segurança pública, as Forças Armadas são as mais defasadas, seja em termos de progressão na carreira, seja na questão de moradia ou em questões salariais. 
A Medida Provisória nº 2.215-10, de 31 de agosto de 2001, que trata da remuneração dos militares das Forças Armadas e que suprimiu diversos direitos da categoria, tramita no Congresso Nacional há mais de uma década, demonstrando o total descaso pela categoria. “Ou se revoga toda a MP, com os efeitos maléficos que eles trouxeram, ou então se discute as emendas que apresentamos.
Do jeito que está não podemos mais ficar. É preciso que o Executivo entenda que precisa remunerar os militares dignamente”, defendeu Ivone Luzardo, presidente da União Nacional das Esposas dos Militares e Pensionistas, Unemfa, durante reunião entre o presidente do Senado, Renan Calheiros, e dezenas de representantes de associações dos mais diversos setores da Marinha, Exército e Aeronáutica, ocorrida em 13 de maio deste ano. De acordo com os representantes dos militares, mais de oito milhões de pessoas dependem da votação da MP 2215/2001.
Para uma instituição que figura em segundo lugar no quesito credibilidade e confiança da população brasileira, sua situação salarial está longe de corresponder a tamanho grau de responsabilidade e prestígio.  
Sociólogo e mestre em História Jefferson Gomes Nogueira
http://www.correiodoestado.com.br/opiniao/jefferson-gomes-nogueira-a-precarizacao-salarial-das-forcas-armadas-br/226003/
Temos que perguntar ao Aécio o qual a ideia dele em relação a MP 2215/2000, presente do Fernando Henrique.

Não reeleja nenhum deles ....


Não reeleja nenhum deles. Esse é nosso recado.


FOMOS NOVAMENTE ENGANADOS......SO MESMO AQUI NO BRASIL..................


IMPOSTO DE RENDA
CONGRESSO NÃO VOTA MP QUE REAJUSTA IR E MEDIDA PERDE VALIDADE
REAJUSTE DA TABELA DO IR FOI ANUNCIADO PELA PRESIDENTA DILMA NO DIA DO TRABALHADOR
Publicado: 30 de agosto de 2014 às 9:15
Imposto de RendaO reajuste da tabela do Imposto de Renda (IR), prometido pelo governo para o ano que vem, depende agora da edição de uma nova medida provisória (MP) ou do envio ao Congresso de um projeto de lei com pedido de urgência constitucional para ser apreciado pela Câmara e pelo Senado antes do final deste ano. Isso porque perdeu a validade ontem (29), sem ser votada pelo Congresso, a MP 644/14, que previa reajuste de 4,5% na tabela do IR a partir de janeiro de 2015.
Outra alternativa para o reajuste da tabela do Imposto de Renda, de acordo com a Secretaria-Geral da Mesa da Câmara, é a apresentação de uma emenda por algum parlamentar reajustando a tabela do IR. A emenda só pode ser apresentada a uma medida provisória que tenha correlação com a questão de impostos.
O reajuste da tabela do Imposto de Renda foi anunciado pela presidenta Dilma Rousseff por ocasião do Dia do Trabalhador e, posteriormente, foi encaminhado pelo governo ao Congresso a MP reajustando a tabela do IR. Pela MP, a faixa de isenção do IR passaria de R$ 1.787,77 para R$ 1.868,22. A alíquota de 7,5% seria paga por trabalhadores que ganham de R$ 1.868,23 a R$ 2.799,86; a de 15%, pelos que recebem entre  R$ 2.799,87 e R$ 3.733,19; a de 22% por trabalhadores que ganham de  R$ 3.733,19 a  4.664,68 e a alíquota de 27,5% seria paga pelos que ganham acima de R$ 4.664,68.
A MP não chegou a ser apreciada e votada pela Câmara dos Deputados em função das convenções partidárias, dos jogos da Copa do Mundo, do recesso branco no Parlamento nos meses de agosto e setembro em função do período pré-eleitoral e também pela falta de entendimento para a apreciação da proposição.
Segundo o secretário-geral da Mesa da Câmara, Mozart Vianna, se houver interesse, o governo poderá editar uma nova Medida Provisória reajustando a tabela do Imposto de Renda de Pessoa Física, desde que não seja igual a que perdeu a sua validade. Ele informou que o governo poderá, por exemplo, editar nova MP com um percentual diferente do da anterior ou com um artigo novo.

" ACORDA BRASIL "​

Dilma ressucita na TV obra inisivel...

O PT usa e abusa da MENTIRA, pois enganar é uma forma da esquerda governar. “É mais fácil alcançar um mentiroso do que um coxo” e aí está mais um exemplo. Além das MENTIRAS, promessas e mais promessas. Lamentável é constatar que são muitas as pessoas de boa fé que ainda acreditam nesse tipo de políticos.
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Eles são mestres em pirotecnia no lançamento de grandes projetos que nunca serão concretizados e em inaugurações  de obras inacabadas.....é o modo PTista de administrar...

Dilma ressuscita na TV a obra invisível que, em parceria com Lula, fingiu inaugurar duas vezes para tapear eleitores nordestinos

Em 2009, Lula voltou a jurar de morte o fenômeno que atormenta o Nordeste desde o século 19: a seca acabaria para sempre. Não em 2010, como prometera em 2008, mas dali a três anos, assim que fosse concluída a transposição das águas do Rio São Francisco: “Vai sê inaugurada definitivamente em 2012, a não sê que aconteça um dilúvio ou qualquer coisa”, garantiu o palanque ambulante.

Em 2012, Dilma Rousseff confirmou que, como avisara o padrinho, o sertão iria mesmo virar mar. Mas só em 2014. Dilúvio não houve, nem se soube de qualquer coisa suficientemente poderosa para ordenar ao São Francisco que permanecesse onde sempre esteve. O que teria acontecido? A obra foi subestimada pelos responsáveis, explicou a responsável pela obra.
Meses atrás, convidada a justificar o prosseguimento dos trabalhos de parto iniciados há cinco anos sob a supervisão da Mãe do PAC, Dilma irritou-se com Dilma: “Num acredito que uma obra dessas em qualquer lugar do mundo leve dois anos pra sê feita”. Só no Brasil Maravilha que o padrinho criou e a afilhada aperfeiçoa. Tanto assim que, na semana passada, a candidata à reeleição confessou que o deslumbramento fluvial não se tornará visível tão cedo.

De volta ao São Francisco para gravar cenas planejadas pelo marqueteiro João Santana, a supergerente caprichou no dilmês de comício para explicar os motivos de mais um adiamento: Tente entender o palavrório reproduzido sem retoques nem correções:
“Acho que uma parte significou a chamada curva de aprendizado, você tem de aprender a fazer. A segunda parte, eu acho que a complexidade da obra é maior do que se supunha, principalmente quando você considera que não é pura e simples a abertura de canal. É também estações de bombeamento”.

Cenas da visita ao rio que teima em não sair do leito ilustraram a ressurreição da vigarice franciscana no horário eleitoral da TV. Além de exterminar a seca, o milagre das águas agora também vai “irrigar esperanças e secar muita lágrima dos nordestinos”. Basta votar em Dilma e ter paciência para esperar mais um ano e pouco. Ou mais um mandato. Ou mais um século.

Haja cinismo.
​ Pior que o "Ze povinho" acredita. Lamentável

" ACORDA BRASIL "​
 

Companheirada BURGUESA....

Os salários que o Sesi paga aos apadrinhados do PT
As remunerações a indicados por Lula e pelo partido chegam a R$ 36 mil – e alguns deles nem precisam aparecer para trabalhar
MURILO RAMOS
BUUUU!!! A filial do Conselho do Sesi em São Bernardo, São Paulo. Os funcionários deveriam trabalhar lá, mas ninguém conseguia vê-los antes da visita dos caça-fantasmas (Foto: Rogério Cassimiro/ÉPOCA)
BUUUU!!!
A filial do Conselho do Sesi em São Bernardo, São Paulo. Os funcionários deveriam trabalhar lá, mas ninguém conseguia vê-los antes da visita dos caça-fantasmas (Foto: Rogério Cassimiro/ÉPOCA)
Um espectro ronda a casa 787 da Rua José Bonifácio, numa esquina do centro de São Bernardo do Campo, em São Paulo – o espectro do empreguismo. De longe, vê-se apenas uma casa amarela, simples e estreita como as demais da região. De perto, subitamente, tudo o que é sólido se desmancha no ar e – buuu! – sobram somente os fantasmas. Naquele endereço, na cidade paulista onde o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva mora e fez sua carreira, funciona o “escritório de representação”, em São Paulo, do Conselho Nacional do Serviço Social da Indústria, o Sesi. A casa amarela mal-assombrada fica a 40 metros do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, em que Lula se projetou como um dos maiores líderes políticos do Brasil. O sindicato mais famoso do país continua sob o comando de Lula e seus aliados. A casa amarela foi criada por esses aliados no governo de Lula. Quem a banca são as indústrias do país. Todo ano, elas são obrigadas a financiar as atividades do Sesi, cuja principal finalidade é qualificar os trabalhadores das indústrias. A casa amarela é um dos melhores lugares do Brasil para (não) trabalhar. O escritório é modesto, mas os salários são inimagináveis – e as jornadas de trabalho, imaginárias. Difícil é entrar. É preciso ser amigo de petistas poderosos.
Na manhã da última quarta-feira, ÉPOCA reuniu coragem para bater à porta da casa amarela. Estava em busca de Marlene Araújo Lula da Silva, uma das noras do ex-presidente Lula. No papel e na conta bancária, ela trabalha ali. A reportagem encontrou apenas dois sindicalistas, além da copeira Maria e da secretária Silvana. Dona Maria parece ser a mais produtiva do lugar. Faz um ótimo café. Talvez por medo, não fala sobre as aparições. Assim que ÉPOCA perguntou pela nora de Lula, a secretária Silvana tratou de alertá-la por telefone. Cerca de 45 minutos depois, Marlene finalmente estacionava seu Hyundai Tucson preto na garagem.
Casada com o quarto filho de Lula, Sandro Luís Lula da Silva, Marlene raramente aparece no serviço, apesar de ter um salário de R$ 13.500 mensais. Diz ser “formada em eventos”. Questionada sobre o que faz no Sesi, onde está empregada desde 2007, Marlene foi vaga. Disse trabalhar em programas do Sesi na capital paulista e na região do ABC. “Trabalho com relações institucionais. Fico muito tempo fora do escritório. Tenho uma jornada flexível. Quem me contratou foi o Jair Meneguelli”, afirmou. Meneguelli é o presidente do Sesi. Sindicalista e amigo de Lula, ocupa o cargo desde que o PT chegou ao Planalto, em 2003. “Mas por que está fazendo essas perguntas? Se você está me procurando, deve ser pela ligação que tenho de sobrenome”, disse.
Marlene é apenas um dos fantasmas vermelhos que, segundo descobriu a Controladoria-Geral da União, a CGU, habitam a casa amarela. No começo do ano, funcionários do Sesi procuraram a CGU para denunciar a existência de fantasmas nos quadros da entidade. Todos indicados por Lula e outros próceres do PT. Os auditores da CGU, como caça-fantasmas, foram a campo. Encontraram apenas ectoplasmas. Estiveram na casa amarela e jamais flagraram a nora de Lula trabalhando. Experimentaram ligar em horários alternados, na tentativa de achá-la na labuta. Nenhum vestígio. Por fim, decidiram perguntar ao Sesi que atividades Marlene exercera nos últimos tempos. A resposta foi evasiva. Agora, a CGU trabalha num relatório sobre a caça aos fantasmas.
A rotina tranquila permitiu que Marlene se lançasse ao mundo corporativo. Em 2009, ela se tornou sócia do marido e de um cunhado, Marcos Luís, numa empresa de tecnologia que se diz especializada na produção de software, a FlexBr. Até hoje a empresa não tem site. Antes escanteada num imóvel da família do advogado Roberto Teixeira, compadre de Lula, em São Bernardo do Campo, a FlexBr mudou-se para um belo prédio no bairro dos Jardins, em São Paulo. ÉPOCA também esteve lá na semana passada. As atendentes do prédio disseram que a empresa não funciona mais lá há pelo menos um ano. Nunca viram Marlene ali.
Por que o emprego de Marlene no Sesi nunca veio à tona? Um servidor do Sesi afirmou que se deve à dificuldade de associar o nome de solteira de Marlene ao sobrenome Lula da Silva. Na relação de funcionários do Sesi, o nome dela é Marlene de Araújo. Sobram fantasmas na família Lula. Em 2005, o jornal Folha de S.Paulo revelou que Sandro Luís, o marido de Marlene, tinha sido registrado como funcionário do PT paulista, com salário de R$ 1.500. Sandro nem sequer aparecia no partido.
APARIÇÕES Marlene (à esq.), nora de Lula, só apareceu no trabalho depois de ÉPOCA perguntar por ela. Márcia (à dir.), mulher do mensaleiro João Paulo Cunha, estava em casa (Foto: Rogério Cassimiro/ÉPOCA)
APARIÇÕES
Marlene (à esq.), nora de Lula, só apareceu no trabalho depois de ÉPOCA perguntar por ela. Márcia (à dir.), mulher do mensaleiro João Paulo Cunha, estava em casa (Foto: Rogério Cassimiro/ÉPOCA)
O assessor Rogério Aurélio Pimentel deveria ser colega de Marlene na casa amarela. Até há pouco, estava lá apenas em espírito. Aurélio foi contratado no começo de 2011, para ser gerente de serviços sociais. Ganha R$ 10 mil por mês. O emprego no Sesi foi arranjado depois que a presidente Dilma Rousseff chegou ao Planalto e o dispensou. Aurélio, amigo de Lula, trabalhou no gabinete pessoal dele nos oito anos de mandato. No Planalto, dividia sala com Freud Godoy, ex-segurança de Lula. Godoy e Aurélio eram conhecidos no Planalto como “dupla dinâmica”. Freud se consagrou com o escândalo dos Aloprados, na campanha de Lula em 2006. Foi acusado de usar dinheiro sujo para comprar um dossiê fajuto com denúncias contra o tucano José Serra. ÉPOCA encontrou Aurélio na casa amarela. Ele disse não ter sido indicado por Lula. “Trabalho com Marlene assessorando projetos e também ajudo aqui no escritório”, disse. Não quis dar mais explicações. Desde as visitas dos caça-fantasmas da CGU, Aurélio passou a se apresentar no escritório do Sesi com mais regularidade.
o emprego dA nora de Lula demorou a ser descoberto porque ela usava o sobrenome de solteira
Na sede do Sesi, em Brasília, os caçafantasmas entrevistaram funcionários (de verdade) e vasculharam os computadores dos fantasmas em busca de vestígios de que trabalhavam. Nada. Uma das que não entravam no próprio computador chama-se Márcia Regina Cunha. Ela é casada com o ex-deputado João Paulo Cunha, do PT de São Paulo, condenado no processo do mensalão. Foi Márcia quem buscou os R$ 50 mil, em dinheiro vivo, que João Paulo recebeu de Marcos Valério – ele dizia que ela fora ao banco pagar a conta de TV a cabo. No Sesi, Márcia está empregada como gerente de marketing desde 2003. Recebe R$ 22 mil por mês.
Sou gerente de marketing. Trabalho lá (em Brasília) e aqui em São Paulo"
Márcia Cunha, mulher do mensaleiro João Paulo Cunha, em sua casa
Na tarde da mesma quarta-feira em que procurou Marlene na casinha amarela, ÉPOCA flagrou Márcia a 1.000 quilômetros da sede do Sesi em Brasília, onde ela deveria estar. Márcia estava em sua casa, na cidade de Osasco, região metropolitana de São Paulo. A casa de Márcia e do ex-deputado João Paulo Cunha está em reforma. Márcia parecia acompanhar as obras. ÉPOCA quis saber por que ela não estava em Brasília. “Sou gerente de marketing. Trabalho lá (Brasília) e aqui em São Paulo. Tem uma unidade do Sesi aqui”, disse – e logo desapareceu.
Os caça-fantasmas tiveram dificuldade para encontrar também o advogado e jornalista Douglas Martins de Souza no Sesi em Brasília. Contratado para ser consultor jurídico, ganha R$ 36 mil. Filiado ao PT desde 2000, foi secretário adjunto da Secretaria de Igualdade Racial no início do governo Lula. Marlene disse que Douglas “fica entre Brasília e São Paulo”.
Além de atender a pedido de amigos, Meneguelli, o presidente do Sesi, também emprega os seus. Um deles é o petista Osvaldo Bargas. No período em que Meneguelli presidiu a Central Única dos Trabalhadores (CUT), ligada ao PT, Bargas era seu número dois. No Sesi, recebe salário de R$ 33 mil. A sindicalista Sandra Cabral, amiga do ex-tesoureiro petista Delúbio Soares, também conseguiu emprego lá. Recebe R$ 36 mil por mês.
COMPANHEIROS Jair Meneguelli e o ex-presidente Lula. Nomeado por Lula, ele está há 11 anos no Sesi e ganha até R$ 60 mil mensais (Foto: Ricardo Benichio/divulgação)
COMPANHEIROS
Jair Meneguelli e o ex-presidente Lula. Nomeado por Lula, ele está há 11 anos no Sesi e ganha até R$ 60 mil mensais (Foto: Ricardo Benichio/divulgação)
Se alguém ganha bem no Sesi, é o próprio Meneguelli. Há meses em que ganha quase R$ 60 mil – somando ao salário uma “verba de representação”. Hoje, ocupa uma sala espaçosa num dos prédios mais luxuosos da capital federal. Meneguelli desfila num impecável Ford Fusion preto, modelo 2014, com motorista. Para não ficar a pé no ABC paulista, deu ordens para que um Toyota Corolla zerinho fosse transportado de Brasília a São Bernardo do Campo. Fica a sua disposição, com motorista. As despesas com esses e outros três bólidos do Sesi somam mais de R$ 150 mil por ano.
Meneguelli tem uma mania incorrigível de confundir o patrimônio do Sesi com o dele. Todos os finais de semana, recebia passagens pagas pelo Sesi para ir a sua casa em São Caetano do Sul, em São Paulo. Isso acabou quando uma auditoria do Tribunal de Contas da União, o TCU, vetou o procedimento. Outra auditoria da CGU também achou estranho que Meneguelli tenha criado uma representação do Sesi em São Bernardo do Campo – e não na capital paulista. Silvana Aguiar, secretária de Meneguelli em São Bernardo, disse que a casa amarela, antes de ser o escritório do Sesi, já abrigava o escritório político de seu patrão.
Por meio de sua assessoria, Meneguelli afirmou que Marlene, Márcia, Aurélio, Sandra e Douglas cumprem suas jornadas de trabalho normalmente, que os cargos são de livre provimento e que os carros usados por ele são compatíveis com “padrão executivo, adotado pela instituição desde antes da atual gestão, e a despeito de quem seja gestor”. Afirmou não enxergar conflito de interesses na contratação do amigo Bargas. Lula não quis comentar.

Companheirada BURGUESA....

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Ministros do STF propõem aumentar salários para R$ 35,9 mil em 2015

Ministros do STF propõem aumentar salários para R$ 35,9 mil em 2015


Os ministros do Supremo Tribunal Federal decidiram, em sessão administrativa nesta quinta-feira (28/8), propor aumentar seus salários para R$ 35,9 mil a partir de janeiro 2015. Hoje, um ministro do Supremo ganha R$ 29,4 mil — um acréscimo de 22% nos vencimentos, de acordo com a proposta aprovada.
A proposta será enviada ao Congresso Nacional em forma de projeto de lei, que deverá ser discutida pelos parlamentares. Também será enviada uma mensagem à Presidência da República para que a proposta seja incluída no Projeto de Lei Orçamentária para o ano de 2015.
Durante a sessão administrativa desta quinta, o presidente do STF, ministro Ricardo Lewandowski, afirmou que a proposta visa repor perdas inflacionárias do salário dos ministros de 2009 até 2013. Isso porque a Lei 12.771/2012, que dispõe sobre o salário de ministro do Supremo, já estabelecia os vencimentos que eles deveriam receber de 1º de janeiro de 2013 a 1º de janeiro de 2015. O salário estabelecido para 2015 seria de R$ 30,9 mil.
No entanto, o entendimento foi o de que a inflação no período foi maior do que a esperada quando das negociações para a aprovação da lei, em dezembro de 2012, e o salário dos ministros ficou defasado em relação à alta de preços nesse período.
A decisão desta quinta agrada a todos, especialmente na magistratura. O salário de ministro do Supremo é, por definição constitucional, o teto do funcionalismo público. É a partir dele que são calculados os demais vencimentos de funcionários públicos no país.
E a decisão acontece um dia depois de a presidente Dilma Rousseff vetar artigo de lei aprovada na quarta-feira (28/8) que estendia à magistratura federal benefícios concedidos a membros do Ministério Público da União.
À discussão sobre o salário da magistratura soma-se a Proposta de Emenda à Constituição 63/2013, conhecida como PEC da Magistratura. A proposta pretende mudar a Constituição Federal para pagar a juízes e membros do MP adicional por tempo de serviço.
O andamento da PEC estava em marcha lenta principalmente por conta do ministro Joaquim Barbosa, antecessor de Lewandowski na presidência do STF. A falta de diálogo dele com o Legislativo e sua indisposição com as entidades de classe da magistratura acabaram por minar as conversas a respeito da PEC.
Com Lewandowski no comando do Judiciário do país, o governo federal passa a se preocupar. Segundo informações da Folha de S.Paulo e do jornalValor Econômico, o Planalto acendeu o “farol amarelo” depois de ter visto o ministro defender a aprovação da PEC. 



28 de agosto de 2014, 20:03

O SALÁRIO MÁXIMO E O SALÁRIO MÍNIMO




A partir de Janeiro de 2015, o salário mínimo pode subir para 788 reais, e o salário máximo pode chegar a 35 mil e 900 reais.
Sobre o salário mínimo não há muito o que dizer, exceto que não há muito o que fazer com ele.
A nota triste é que, mesmo depois de 12 anos do governo dos trabalhadores, esse piso dos trabalhadores, abaixo de 800 reais, ainda é tão ruim quanto era nos tempos do FH, do Collor e do Sarney.

Já o teto salarial dos ministros do STF, de quase 36 mil reais, na verdade, não deveria assustar nem incomodar.

Isso porque o Supremo Tribunal Federal não é nem um partido, nem um sindicato, nem uma empresa, nem uma Casa da Mãe Joana, onde políticos, dirigentes ou executivos ganham e gastam muito mais do que devem ou que merecem.


O STF é a maior instância do Judiciário brasileiro, onde, bem ou mal, são decididos valores, direitos e princípios fundamentais, além de questões de vida ou de morte.

O problema não é e nem deve ser quanto ganham 11 magistrados da mais alta Corte do país - mesmo que esse seja o país da Justiça que tarda, falha, prende, solta e decepciona.
O problema é e deve ser o Brasil só poder pagar a milhões de pessoas que trabalham duro um piso ainda menor do que a ajuda de custo que recebem os desempregados nos Estados Unidos ou na Europa.

Num país com sonhos de Primeiro Mundo, o salário máximo não deveria aviltar ninguém; e o salário mínimo não deveria teimar em testemunhar a nossa subeconomia.

Esse, sim, é o escândalo que deveria escandalizar...

Alex Campos

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

O CASO DO MOGNO: MARIDO DE MARINA SILVA FOI DENUNCIADO

O CASO DO MOGNO: MARIDO DE MARINA SILVA FOI DENUNCIADO PELO DEPUTADO ALDO REBELO POR CONTRABANDO DE MADEIRA AVALIADA EM R$ 8 MILHÕES.

Marina Silva e seu marido Fábio Vaz de Lima
Durante campanhas eleitoriais sempre surgem escândalos envolvendo os candidatos. É o caso de Marina Silva cujo marido, Fábio Vaz de Lima foi acusado pelo deputado Aldo Rebelo, do PCdoB, de contrabandear um lote de 6.000 toras de mogno, uma fortuna avaliada em R$ 8 milhões.
A acusação ocorreu durante a votação do Código Florestal no dia 10 de maio de 2011, segundo aponta o blog Sustentabilidade do site do jornal O Estado de S. Paulo, destacando o fato nos seguintes termos: “O impasse na votação levou a troca de insultos. Num aparte concedido pela Mesa Diretora, Aldo Rebelo reagiu a um post feito no twitter pela ex-­ministra Marina Silva, que estava no plenário. “Ela disse que eu fraudei o relatório. Quem fraudou foi o marido dela, que fez contrabando de madeira”, disse o relator, em meio a gritos de “canalha, traidor, se vendeu aos ruralistas”, da bancada do PV.” O vídeo que segue mostra o momento em que o deputado Aldo Rebelo faz a contundente denúncia no plenário.  Vejam:
No dia 23 de maio de 2011, matéria do jornalista Gabriel Castro, no site da revista Veja, detalha o rumoroso caso do mogno que chegou à opinião pública pela imprensa depois que o Tribunal de Contas da União apontou irregularidades em doação de madeira feita pelo Ibana na gestão da ministra Marina Silva. Mas em que pese as irregularidades apontadas pelo TCU, o  caso teria sido lançado no baú do esquecimento, não fosse a acusação em plenário formulada pelo deputado Aldo Rebelo contra o marido de Marina Silva. Deve-se acrescentar que o comunista Rebelo fazia e faz parte da base aliada do PT no Congresso e é o ministro do Esporte do governo da Dilma. E, como não poderia deixar de ser, com a ascensão de Marina Silva à condição de candidata presidencial em decorrência da morte de Eduardo Campos, o caso do mogno já é citado intensamente pelas redes sociais. 
Transcrevo na íntegra a reportagem de Veja. Leiam:
O clima tenso na tentativa de votação do Código Florestal trouxe à tona um caso ainda mal-explicado envolvendo Fábio Vaz de Lima, o marido de Marina Silva. Irritado com uma crítica da ex-senadora, o deputado Aldo Rebelo (PC do B-SP) sacou uma acusação contra Marina - e que pesa também sobre ele mesmo. Em 2004, quando era ministro da Articulação Política, ele teria operado, a pedido da então ministra do Meio Ambiente, para derrubar no Congresso um requerimento de convocação de Lima para depoimento. O marido de Marina Silva era acusado de envolvimento na doação de madeira clandestina apreendida na Amazônia a uma organização não-governamental.

A madeira apreendida, 6.000 toras de mogno, compunha uma carga milionária. O  Ibama repassou o material à Organização Não-Governamental Fase – que, por sua vez, entregou o material nas mãos de uma madeireira, a Cikel. Descontados os custos do processo, a companhia pagou 3,5 milhões de reais à Fase para ficar com o material. Sua contabilidade atribuiu ao mogno o valor de 8 milhões de reais.

A ligação de Fábio Vaz de Lima com o caso foi aventada porque ele era casado com a então ministra Marina Silva e havia sido o nome mais influente do Grupo de Trabalho Amazônico (GTA), uma entidade que congrega dezenas de ONGs e tem na Fase um de seus principais integrantes. Fábio teria influenciado a decisão do Ibama, um órgão controlado pelo Ministério do Meio Ambiente.

O Tribunal de Contas da União analisou o caso e apontou irregularidades na transferência da madeira. A escolha do destinatário do material não foi justificada. O valor real das toras de mogno seria de 36 milhões, e não de 8 milhões, como apontado na prestação de contas da madeireira que adquiriu a carga. A análise também relata que um grupamento do Exército solicitou parte da madeira para usá-la em instalações militares, mas não foi atendido.
“A doação promovida por ente público não pode ser realizada sem a devida observância dos princípios da isonomia, impessoalidade e publicidade. No caso sob exame, falhou-se nesse aspecto”, aponta o ministro relator, Humberto Guimarães Solto.


O ministro questionou também a prática de doação do material apreendido: “A atual administração do Ibama efetuou a ‘doação com encargos’ de 6.000 toras de mogno apreendido à Federação de Órgãos para Assistência Social e Educacional - Fase, inaugurando assim uma nova maneira de ‘esquentar’ produto de origem ilegal, e mais, atuando como agente incentivador da exploração predatória desta espécie, pois, agora, basta ‘explorar’ que o Ibama ‘apreende e doa’ para ‘entidade filantrópica’ que ‘vende’ para empresa que ‘comercializa e explora’ o mogno”.

Na ocasião, os ministros do TCU aprovaram um documento que listou uma série de recomendações ao Ibama, para evitar que os recursos fossem usados de forma inadequada pela Fase. Eles também alertaram para a necessidade de aumentar o rigor sobre os critérios de doação de cargas apreendidas.
Por intermédio de sua assessoria, a ex-senadora informou que todo a doação da madeira à Fase, por iniciativa do próprio Ibama, teve acompanhamento do Ministério Público Federal, que não detectou nenhum tipo de irregularidade.
NEGOCIAÇÕES ESCUSAS
A Fase afirma que o dinheiro obtido com a doação foi usado na criação de um fundo que promove atividades de preservação ambiental. Marina Silva, por sua vez, alega que o marido já havia se desligado do GTA cinco anos antes do episódio. O presidente do GTA, Rubem Gomes, diz que não houve direcionamento na transferência do mogno: "A única organização habilitada para o intento era a Fase".

Mas, na ocasião, não faltaram denúncias de que o material apreendido envolveria negociações escusas com madeireiras. Não por acaso, as suspeitas chegaram ao Congresso Nacional. Na Comissão de Fiscalização Financeira e Controle, o deputado Luis Carlos Hauly (PSDB-PR) apresentou um requerimento para convidar Fábio Vaz de Lima e alguns dirigentes do Ibama para esclarecer a negociação.

Formalmente, o convite dizia respeito a outro caso: à suspeita de que o Ibama firmava convênios superfaturados com entidades, usando dinheiro obtido do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social. Fábio Vaz de Lima seria convidado porque foi o responsável pela indicação de Atanagildo de Deus Matos, um dos acusados. Mas o temor de Marina Silva estava na denúncia de contrabando de madeira.

Foi aí que Aldo Rebelo entrou em campo. Ministro da Articulação Política, ele foi procurado por Marina para conversar com aliados e blindar Fábio Vaz de Lima. Funcionou: o requerimento foi rejeitado.

Fábio Vaz de Lima é secretário-adjunto de Desenvolvimento do Acre. Com a polêmica do Código Florestal, a ex-senadora Marina Silva e o deputado federal foram para lados opostos e o episódio voltou à tona. Mas é pouco provável que o caso ainda venha a ser esclarecido. Do site da revista Veja

http://aluizioamorim.blogspot.com.br/2014/08/o-caso-do-mogno-marido-de-marina-silva.html

Dia do Psicólogo

27 de Agosto - Dia do Psicólogo Quem olha pra fora sonha, quem olha pra dentro acorda. Carl Gustav Jung

NÃO PODEMOS ESQUECER



RECEITA QUE VALE A PENA

Sobre o debate de ontem dos presidenciáveis


  



Sobre o debate de ontem dos presidenciáveis
Após o debate promovido pela rede Band, transmitido na íntegra pelo BandNews da rede Band de Televisão, já vou me antecipando em resumir a minha avaliação sobre o desempenho dos três candidatos que tem chance de seguir para o segundo turno, o Aécio Neves do PSDB, a Dilma Rousseff do PT e Marina Silva do PSB.
Começando pela Dilma Rousseff. A candidata Dilma se aventurou em querer apresentar como uma presidente competente, apresentando alguns números "factóides". Tentou fazer "colar", novamente, a figura da "gerentona". Mas foi infeliz. O debate mostrou que ela não é preparada para continuar ocupando o cargo que ela ocupa.
Disse Dilma do aumento patrimonial da Petrobras no período do governo petista, sem citar a mega capitalização que fora feito pelo Lula, pelo aumento do capital realizado pela Companhia, incorporando direito sobre campo Tupi, até 5 bilhões de barris de petróleo. Disse também, da possibilidade do País produzir 3,5 milhões de barris dia em 2018. Isto é mais uma promessa "factóide". O Brasil produz hoje, 2,5 milhões de barris de petróleo equivalente dia. O acréscimo de produção em 1 milhão de barris dia em prazo tão curto é mentira.
No decorrer do debate, a figura da "gerentona" que Dilma quer passar para a população desde a sua campanha em eleição em 2010, foram desmistificado pelos demais candidatos. Dilma tentou defender o indefensável, porque no governo dela, pouco fez a não ser a atrapalhada de investimentos no setor elétrico e política de equivocada de contenção de preço de combustíveis.
Dilma esteve extremamente nervosa, visivelmente nervosa. Tipo de nervosismo de uma pessoa despreparada para o cargo de presidência da República. Dilma, demonstrou que pouco sabe sobre a realidade brasileira. Isto um simples mortal poderia notar pelas respostas dadas por ela no decorrer do debate.
Dilma foi a candidata, entre os três mais pontuados, que mais perdeu com o debate da Band. Nos próximos dias, as pesquisas vão mostrar a queda das intenções de votos. Dilma vai disputar a terceira posição com o Pastor Everaldo, que por sinal saiu-se bem.
A Marina Silva, fez o jogo dela. Apesar dela não ser figura que chame atenção pela postura física, ela se sai bem perante as câmeras. Vamos dizer que ela é uma espécie de Mick Jagger do mundo da música. Providencialmente, ela usou roupa clara, que de certa forma corrige sua natureza física frágil. Ela partiu para o ataque.
A Marina Silva, fez uma opção arriscada, em apresentar-se como "salvadora da pátria". Bateu e bateu sobre a "velha" forma de fazer política. Ela disse com todas as letras que o PSDB e PT são farinha do mesmo saco. Isto faz parte da estratégia de campanha da Marina.
Diante das manifestações de ruas e do desejo da maioria da da população pela mudança do rumo do País, o "discurso" da Marina pega. É isto que está acontecendo. Ela vendeu a imagem da Marina como "salvadora da pátria". Disse que é contra a "velha" política, mas não disse qual é a "nova" política dela. Disse ela que vai buscar os "melhores" quadros do País para governar, só não disse como vai cooptar o Congresso Nacional.
Marina Silva lembra bem a figura do Fernando Collor. Foi exatamente a figura do "salvador da pátria" que vendeu para o eleitorado para vencer a eleição presidencial. À época, o quadro da economia brasileira estava desgastada tanto quando o de hoje. O Brasil estava no auge do fracasso dos sucessivos planos econômicos do Sarney. Collor ganhou com estrondosa maioria.
Marina Silva, assim como Collor, desafia o Congresso Nacional. Disse que condena a política do "toma lá, dá cá". Mas não disse, como vai governar o País, sem o apoio do Congresso Nacional. Todos presidentes que ousaram desafiar o ordenamento institucional de três poderes da República, ou renunciou ou foi cassado. Falo das figuras do Jânio Quadros que governou o País por 7 meses e Collor que governou o País por 2 anos. Marina optou em navegar por caminho perigoso. Ela é adepta da "democracia direta" com participação popular. Será que isto dá certo?
Aécio Neves é mineiro. Aécio Neves é neto do Tancredo Neves. Como todo mineiro, vai comendo pelas beiradinhas, com paciência de deixar nervoso os apoiadores. Apresentou ao público o seu plano de governo, sem fazer ataques contundentes, sem ser provocado. O jeito mineiro de fazer política. Não se engane, que ele chegará no segundo turno, sobretudo pela derrapada da Dilma, mais do que sua subida nas pesquisas.
Aécio Neves não prometeu muito coisa, a não ser o crescimento do País em bases sustentáveis. Num ponto, ele se diferenciou dos outros candidatos, ao apresentar o Armínio Fraga, se eleito, como condutor da política econômica, praticamente mostrou o "norte" que ele pretende mostrar em termo de rumo da economia do País.
Armínio Fraga, formulador da política econômica do Aécio Neves
Guido Mantega, condutor da política econômica da Dilma Rousseff
O resultado é que, no meu entender, a Dilma vai despencar ainda mais. Ainda falta 40 dias até eleições. Dilma não se sustenta na segunda colocação nas pesquisas, sobretudo pela ascendência da Marina. A minha conclusão, neste momento, é que haverá segundo turno das eleições, com Aécio Neves e Marina Silva. Quanto a este embate, vou comentar somente após o conhecimento do resultado do primeiro turno das eleições.
A conclusão de hoje, após debate, é de que Dilma não disputará o segundo turno das eleições. O segundo turno será uma disputa acirrada entre Aécio Neves e Marina Silva.

VOCÊ CONCORDA!!!

Deputado petista quer retirar ensino de língua inglesa das escolas por considerar ‘irrelevante’


Deputado petista quer retirar ensino de língua inglesa das escolas por considerar ‘irrelevante’

A luta dos petistas pela idiotização dos jovens parece não ter fim, lembram-se do deputado petista que quer proibir a importação de livros? Agora outro quer acabar com o ensino da língua inglesa nas escolas, ensino este que já é escasso e deveria ser melhorado, considerando com a língua inglesa é a mais falada no mundo, mas na concepção do deputado federal Francisco Praciano (PT-AM) esse ensino deve ser abolido da educação brasileira, pois, segundo ele, é uma disciplina curricular irrelevante. 

AVIÃO DE EDUARDO


AVIÃO DE EDUARDO: MARINA SE CALA E BETO DESAFIA PF



Edição 247/Fotos: Divulgação:

Questionada sobre a investigação da Polícia Federal, que apura se a aeronave que matou Eduardo Campos e outras seis pessoas foi comprada com recursos de caixa dois de pessoas próximas ao ex-governador pernambucano, a candidata Marina Silva, do PSB, preferiu o silêncio; quem foi escalado para falar foi seu vice, o deputado Beto Albuquerque (PSB/RS), que desafiou a PF; "Não sei o que a Polícia Federal está falando, mas se ela está falando, ela precisa apurar antes de falar. O partido prestará informações a todos sobre as condições daquele contrato", afirmou; PSB está numa sinuca de bico, uma vez que a aeronave era uma espécie de avião fantasma, sem dono declarado; se o imbróglio persistir, PSB pode ter sua candidatura cassada.

247 - O PSB continua encontrando dificuldades para explicar a quem pertencia o avião que vitimou Eduardo Campos e outras seis pessoas, na recente tragédia aérea em Santos. Os antigos proprietários, do grupo AF Andrade, alegam ter vendido a aeronave a pessoas próximas a Eduardo Campos. O empresário que teria intermediado a transação, o pernambucano Aldo Guedes, sócio de Campos numa fazenda, nega ter adquirido a aeronave. O problema é que, tanto em um caso como em outro, o avião não poderia ter sido cedido à campanha, por não pertencer a uma empresa de táxi aéreo. E ninguém se dispõe a assumir a propriedade, uma vez que teria que arcar com os custos de indenizações às vítimas do acidentes.

Caso o imbróglio persista, a candidatura do PSB à presidência da República, encampada por Marina Silva, poderá até ser impugnada, uma vez que o uso da aeronave, também utilizada por Marina em outros voos, configuraria fraude à Justiça Eleitoral.

Ao ser questionada sobre notícia publicada hoje pela Folha de S.Paulo de que a Polícia Federal vai investigar se a aeronave do acidente que matou  Eduardo Campos foi comprada com dinheiro de caixa 2 do PSB, Marina deixou que seu vice, Beto Albuquerque, respondesse à pergunta. “Continuamos querendo explicações das causas do acidente, como ele caiu e porque a caixa-preta não tinha gravado [a conversa no avião]. Não sei o que a Polícia Federal está falando, mas se ela está falando, ela precisa apurar antes de falar. O partido prestará informações a todos sobre as condições daquele contrato”, falou ele, acrescentando que o PSB deve se pronunciar durante a semana sobre o assunto. 

ESTA NAS MÃOS DA POLICIA FEDERAL..... ELA NÃO PODE E NÃO DEVE SE OMITIR.