quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Não deixe de participar

Audiências Públicas

Comissão de Direitos Humanos do Senado debate violação de direitos e conquistas dos militares - CDH

27/02/2014 - 09hTodas as audiências 
Requerimento(s) de realização de audiência:
RDH 1/2014, Senador Paulo Paim
Na quinta-feira (27/2), a partir das 9h, a Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) realiza audiência pública e interativa para debater o tema Violação dos Direitos Humanos e Conquistas dos Militares: Realinhamento dos cargos e salários das forças armadas.
Convidados:
· Genivaldo da Silva, presidente da Associação dos Militares da Reserva Remunerada, Reformados e Pensionistas das Forças Armadas no Distrito Federal (AMARP-FFAA/DF).
· Waldemar da Mouta Campello Filho, presidente da Confederação Nacional da Família Militar (Confamil).
· Eduardo Souza Silva, presidente da Comissão Nacional do Quadro Especial de Suboficiais e Sargentos da Aeronáutica (QESA Brasil).
· Miriam Cristina Dienstmann Stein, presidenta Mulher da AMARP.
· Representante do Ministério da Defesa
Você também pode participar do debate, usando os canais interativos do Alô Senado.
Facebook: alosenadofederal
Twitter: @AloSenado
Telefone: 0800612211
Participe!

domingo, 23 de fevereiro de 2014

PRONUNCIAMENTO DO EXCELENTÍSSIMO SENHOR GENERAL PAULO CHAGAS

Rachel Sheherazade

A declaração do General Paulo Chagas que estampa na internet demonstra a revolta que os militares estão com o governo atual. Em menos de 11 anos o PT escreve mais uma página indigna na história política interna e externa do país. Os militares sempre terão meu apoio em causas justas.

PRONUNCIAMENTO DO EXCELENTÍSSIMO SENHOR GENERAL PAULO CHAGAS –
Caros Amigos.
A chegada do PT ao poder e os dez anos de sua permanência na direção do País criaram, além do caos social, moral e econômico, a incerteza quanto ao futuro das instituições republicanas, uma vez que o partido não deixa de alimentar a intenção de transformar o Brasil numa República Socialista Bolivariana. A reação recente da sociedade nas ruas, em que pese o "show da guerrilha urbana" que tenta desvirtuá-la, mostra que o povo deu-se conta dos males que representam para seu futuro o aparelhamento do Estado, do primeiro ao último escalão; o domínio completo do aparato sindical; a concentração de meios, a logística, o treinamento, o dispositivo e o incentivo dados às ações e pretensões dos chamados “movimentos sociais”; a concentração de recursos financeiros, visíveis e invisíveis, nas mãos dos “corruPTos”; a cada vez mais evidente ligação do “ParTido” com o crime organizado; e a coordenação e o controle exercidos pelo Foro de São Paulo sobre os horizontes de seus associados.

Todo este potencial reunido nos induz a considerar a possibilidade e a probabilidade de que grandes tumultos, demonstrações de força, quebra-quebras, greves ilegais e tudo o mais que compõe o repertório destrutivo da esquerda radical venham a ocorrer, se as pesquisas de opinião indicarem com clareza a derrota de Dilma no processo de reeleição. O primeiro objetivo do tumulto será inviabilizar o pleito e o segundo será fazer crer aos desavisados e aterrorizados cidadãos de bem que a situação da ordem pública e a "pacificação nacional" dependem da permanência dela e dos corruPTos no poder!

Por imposição do partido, com o aplauso dos parceiros do Foro de São Paulo e com o apoio dos eternos oportunistas, no Congresso e fora dele, e dos “intelectuais orgânicos”, sempre a serviço da enganação, "as eleições serão adiadas até que haja clima favorável e seguro para realizá-las"! Esta conjectura, com certeza, alimenta as mentes insanas dos canalhas que, inebriados pela exacerbação da ambição e pela subestimação da tolerância do povo, imaginam ser possível, desta forma, a instalação definitiva da "ditadura do proletariado" em Terras de Santa Cruz! Tratam-se apenas de conjecturas, apocalípticas, é verdade, mas acreditar que haja qualquer tipo de honestidade nos propósitos dos homens e mulheres que integram e apoiam o atual governo, dentro e fora do País, é, também, fugir da realidade.

Seja como for, vale o alerta e fica a imagem como válida também para depois do pleito, pois, se derrotados e contrariados em seus anseios, venderão caro a estabilidade e a governabilidade, como fizeram no Rio Grande do Sul durante a administração de Yeda Crusius. Por outro lado, caso sejam ainda vencedores, premidos pelo tempo e pela caótica situação produzida por sua incompetência e reconhecida vilania, tentarão, agravando a desordem e o desmando, consolidar as condições objetivas e, com elas, introduzir a componente subjetiva do golpe. Em todos os casos, imaginam que a circunstância adversa e a “disciplina” das Forças Armadas farão com que elas, para evitar uma guerra civil, aceitem e respaldem a "solução da casa", ou, no mínimo, que se omitam diante do golpe. Ledo devaneio!

Conhecendo e confiando em meus camaradas, sugiro aos que alimentam tais esperanças que façam uma avaliação melhor e mais realista do comprometimento das FFAA, porquanto, caso decidam pela quebra das estruturas legais da república, as encontrarão aliadas, como sempre, à democracia, ao seu dever constitucional e aos interesses daqueles de onde, legitima e legalmente, demanda o poder. Em nome deles, elas lhes negarão respaldo e, mais uma vez, frustrarão a traição!
Que Deus nos proteja como protegeu o Papa Francisco durante sua estada no Brasil e que estas "conjecturas" não ultrapassem os limites da presunção!
"O socialismo é o evangelho da inveja, o credo da ignorância, e a filosofia do fracasso."

BRASILEIROS INSATISFEITOS COM A ATUAL SITUAÇÃO MORAL, ESCANDALOSA, DE ROUBALHEIRA E DE INCOMPETÊNCIA DO PT, REPASSEM A SEUS CONTATOS, POIS O ASSUNTO É DE SUMA RELEVÂNCIA E...

sábado, 22 de fevereiro de 2014

31 DE MARÇO DE 1964 - UMA DATA A SER LEMBRADA

 
Presidente do Conselho do Clube Militar diz que se for preciso darão a própria vida para livrar o Brasil do Comunismo. O general sutilmente lembra que vários "guerrilheiros" de ontem agora são presos condenados, que de novo se autoproclamam presos políticos.

31 DE MARÇO DE 1964 - UMA DATA A SER LEMBRADA
 General de Exército Pedro Luis de Araújo Braga .  
Presidente do Conselho Deliberativo do Clube Militar

            Completa no próximo mês o seu Jubileu de Ouro o Monumento Cívico-Militar ou a Revolução Democrática Brasileira, na realidade uma contra-revolução que salvou o País do caos para o qual estava sendo conduzido e que postergou, por vários anos, o êxito de nova tentativa de tomada do poder por uma minoria comunista, então encastelada nos sindicatos e outras instituições, bem como em diversas esferas do Governo.
            Nossos detratores, os vencidos de então, que anistiamos na esperança de paz e de concórdia nacionais, incansáveis, obliterados e empedernidos que são, e outros que não viveram aqueles tempos sombrios mas que procedem como “o papagaio de casa de tolerância do interior”, rotulam-no de “Golpe Militar” que implantou a “ditadura” no Brasil. Este meio século, para eles, significa “anos de chumbo”, ou “anos de escuridão”. 
            A técnica da propaganda aconselha que os slogans, os chavões, as idéias-força, as palavras-chave, devem ser repetidas à larga, até tomarem foros de realidade. E não faltam “marqueteiros” milionários, vendedores de ilusão, para ajudar nesse mister, que conta com a ampla difusão de certa mídia, comprada ou comprometida ideologicamente, e que não respeita ética e nem tem compromisso com a verdade. 
            Se perguntarmos a um desses que engrossam tal corrente, até bacharéis, se sabem o que caracteriza uma ditadura e quais são os parâmetros de uma democracia, terão dificuldade em responder. Ignoram que todos os Presidentes Militares foram eleitos pelo Congresso e que a maioria dos países democráticos utiliza uma forma indireta de escolha de seus mandatários. Nunca se deram conta – ou esqueceram-se, ou jamais lhes disseram – por exemplo, que José Maria Alkmin, ex- Ministro da Fazenda de JK, foi o Vice-Presidente de Castelo Branco, e que Aureliano Chaves, ex-Governador de Minas Gerais, o foi de João Figueiredo. Não lhes interessa lembrar que o MDB era o partido de oposição e que, por duas vezes, chegou a lançar candidato à Presidência da República, derrotado no voto. E que havia, circulando, jornais contra o governo, como, no Rio de Janeiro, o Correio da Manhã....Ditadura?

            Mas, por quê ocorreu, há meio século, o movimento de que estamos falando? A situação nacional deteriora-se a tal ponto que se temia um iminente golpe comunista, tal como o tentado em Novembro de 1935, para a tomada do Poder. Eram greves em atividades essenciais, desabastecimento, inflação galopante, comícios ameaçadores, serviços públicos em crise, as intimidações da CGT. E a Nação, cuja voz era a voz de Deus, aflita, temerosa, apelou para suas Forças Armadas – povo fardado que sempre, ao longo dos tempos, estiveram a seu lado, pois nunca foram intrusas na História Pátria. 
Como bem escreveu o lendário Osório, “a farda não abafa o cidadão no peito do soldado”. Sempre é bom lembrar a extraordinária “Marcha com Deus e a Família pela Liberdade”, que congregou, em passeata cívica e ordeira, um número incontável e inimaginável de bons brasileiros, de iniciativa e coordenação de Senhoras da sociedade. 
            No âmago das Forças Armadas, a disciplina e a hierarquia, suas bases constitucionais e verdadeiras cláusulas pétreas, eram violentadas às escâncaras. Inspirados na velha tática napoleônica, tentaram dividir-nos, para nos bater por partes. Falava-se, abertamente, em “classe dos sargentos” e “classe dos oficiais”, como se não houvesse uma classe militar única e indivisível, organizada em círculos hierárquicos, sob uma disciplina comum. Teciam-se freqüentes loas aos chamados “Generais e Almirantes do povo” – os “legalistas”, afinados com o Governo e que colocavam a lealdade à figura do Presidente acima de seu compromisso para com a Nação, pois só esta é eterna – e os “Gorilas”, os que manifestavam preocupação com o estado das coisas e, por várias vezes, haviam alertado o Governo para a situação preocupante, na esperança de uma mudança sensata de postura. Mas o Comandante Supremo só ouvia os “pelegos” que tinham livre acesso a ele. 
            Muitos não querem lembrar da revolta dos sargentos em Brasília; da “Associação de Marinheiros e Fuzileiros”, que pregava abertamente a insubordinação e cujos dirigentes, seguidos por outros, acabaram refugiando-se no Sindicado dos Metalúrgicos, que lhes deu apoio e de onde foram retirados, presos; da reunião no Automóvel Clube do Brasil, no Passeio Público do RJ, com o incentivo e a presença de João Goulart, e do espetáculo deprimente de praças carregando nos ombros um Almirante, seu adepto – todos fardados -, demonstração inequívoca de quebra de disciplina e de hierarquia. Não interessa mencionar os comícios comunistas, a ação das Ligas Camponesas, dos “Grupos dos 11”... Era a própria revolução marxista em marcha! 
            Vitorioso o movimento democrático, tão solicitado e aplaudido pela maioria esmagadora da Nação e sem derramamento de sangue – diferente, pois, do que ocorreu em outros países onde foi implantado, pela força, o regime comunista – o Brasil ainda viveu anos difíceis, com o surgimento da luta armada, nas cidades e no campo: assaltos, seqüestros, roubos, atentados, guerrilhas. Foram os comunistas novamente derrotados e, outra vez, não contaram com o apoio da população. 
            Mas, como resultado ou vingança, nossos detratores rotularam todos os que, cumprindo ordens superiores, empenharam-se na defesa da democracia, como “torturadores”, tal como dão, genericamente, a todo profissional da área de Inteligência – essencial a qualquer Estado democrático – o epíteto de “Araponga”. 
            Derrotados naquela luta, apresentam-se hoje como “heróis da democracia”, cada qual fingindo ser um idealista que só queria o bem do Brasil... No fundo, há um interesse por indenizações, bolsas e cargos. E um exemplo dessa desigualdade e injustiça é patente: Mario Kozel Filho, um jovem soldado que durante a prestação do Serviço Militar inicial, estava de serviço de sentinela no Quartel-General do então II Exército, em S. Paulo, foi vítima de um atentado terrorista e morreu; sua beneficiária recebe pensão normal de 3º Sargento, graduação à qual foi promovido post mortem, enquanto que o assassino que o matou, anistiado, recebeu polpuda indenização e tem um salário mensal vitalício, isento de Imposto de Renda...

            Guerrilheiros de ontem, condenados hoje por outros crimes recentes de corrupção e afins, têm a desfaçatez de se declararem “presos políticos”. De seus companheiros de aventura, hoje no Poder?
            As obras destes cinqüentas anos aí estão, Brasil afora. É impossível alinhá-las todas nestas poucas linhas. Bem feitas, porque construídas com competência, honestidade e fiscalização. Ninguém foi acusado de corrupção. Não houve majoração indecorosa de preços, nem “mensaleiros”, tampouco dinheiro na meia ou na cueca, nem lavagem e depósitos em contas em paraísos fiscais. Aqueles que as edificaram morreram pobres. Mas, para os detratores sempre ativos, é imperioso desvinculá-las daqueles que as idealizaram e tornaram-nas realidade. Daí até o nome de algumas tentam agora mudar.  Na modesta placa de bronze colocada na Ponte Costa e Silva, lê-se: “...É um exemplo da determinação do Povo Brasileiro em caminhar firmemente para o futuro.” Este era o espírito nacional àquela época! Os jovens cantavam: “Pra frente, Brasil!” Hoje, uma entidade que parece não ter nada mais para fazer, quer mudar-lhe o nome. Está olhando pelo retrovisor da História! Será que pretende retirar o nome de Getúlio Vargas, ou Presidente Vargas, que exerceu, verdadeiramente, o governo ditatorial, do Estado Novo, dado a inúmeras cidades, usinas, escolas, hospitais e tantos outros logradouros públicos, no País, de Norte a Sul? E a propósito, não reconhecem que tal ditadura de quinze anos só teve fim, na realidade, quando do regresso vitorioso dos nossos pracinhas que lutaram contra o nazi-fascismo no Teatro de Operações da Itália.
             Agora, usando a mesma tática do grande general francês antes mencionado, procuram separar o “Exército de hoje” do “Exército de ontem”, fosso este que tentam cavar também nas outras Forças Singulares. Como se iludem! As infiltrações sensíveis de antes de 1964 nelas não se repetiram. Somos todos, da Ativa, da Reserva e Reformados, uma classe que pensa igual, que está alerta e vigilante, que troca idéias e que quer o progresso do País e o bem-estar do povo.
             O Brasil, que nasceu sob a sombra da cruz e que, como diz o cancioneiro popular, “é bonito por natureza e abençoado por Deus”, será sempre uma nação cristã, fraterna e acolhedora, amante da paz, livre e democrata. Jamais será dominada pelos comunistas, mesmo que isto custe a vida de muitos. É o nosso compromis


Transparência Política

CHARGE: Dilma vai colocar o Exército nas ruas durante a Copa para conter manifestações.


E se for real?????????
Não podemos deixar que o Brasil seja o próximo. Venezuela hoje sofre o ataque de estrangeiros que invadiram seu território, Maduro não mede esforços e não tem sentimento humano.
Agradecemos aos militares que em 1964 saíram da caserna e salvaram esse país de uma ditadura vermelha. Crescemos e podíamos andar nas ruas em segurança. Ficávamos até tarde na rua e não éramos assaltados e as portas podiam ficar abertas.

Falta os militares da Ativa se manifestar

FORÇAS ARMADAS MANDAM RECADO PARA DONA DILLMA:

Chega, Dona Dillma. Já basta de ideologias bolivarianas e de negócios ilícitos e malfeitos da sua sucia.

O texto abaixo é de autoria do Cel. Maciel, R1 da Força Aérea Brasileira, e traduz a indignação do povo brasileiro pelos mal feitos da ditadura disfarçada dos petralhas, que continua no poder por conta da paciência e da aposta na “democracia” feita por uma parcela de eleitores que não traduziu o pensamento da maioria dos brasileiros.
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Muito cuidado, dona Dilma:
— Formiga que quer se perder cria asa.
Corte enquanto pode as perigosas asas dessa tal Comissão da Verdade, com todas suas mentiras!
Não sei o tamanho da vara da senhora; mas é muito, muito perigoso mexer leão com vara curta. Mostre sua brabeza com os fracos! — Brabeza com os fortes é muito perigoso.

É muito fácil, muito fácil mesmo, minha querida presidente, colocar a culpa de tudo que acontece de errado, neste hoje tão errado Brasil , nos militares.
— Nos “ditadores!”.
— Nos “gorilas de 64”!
– Mas veja bem:
— Há mais de vinte anos estamos recolhidos nos quartéis, comendo o pão que o diabo amassou; de pires nas mãos!
Fazendo das tripas coração!
— Lembre-se que a senhora é a nossa Comandante-em-Chefe!
— Chega de torturas!
Chega de perseguições!
– Hoje já perdemos quase tudo!
Quase, pois ainda nos resta um pouco de coragem, de honra, de dignidade, de vergonha na cara!

Não somos assassinos não!
— Assassinos são esses que lhe acompanham e que deixaram centenas de famílias sem pais! Jovens sentinelas foram cruelmente assassinados nas guerrilhas urbanas, cujos delitos eram planejados, arquitetados, muito bem bolados por quem, hein, dona Dilma?
— As Forças Armadas exigem respeito!
— Somos o braço forte e amigo de todos os brasileiros!
— Estamos cansados, putos da vida mesmo, com tantas humilhações, tantas sacanagens!
Cansados de sofrer humildemente as censuras dos encastelados no poder, incapazes de compreender, de refletir e avaliar corretamente o que nós fizemos num passado recente por este Brasil tão grande, tão amado e hoje tão traído! O que fizemos,- e faremos novamente, se preciso for-, foi combater o que julgamos prejudicial ao Brasil, sem interesses individuais. Não nos locupletamos. Vocês, pelo contrário, fazem disso seu objetivo maior.

Hoje vemos uma ditadura quiçá mais perversa, e por que não dizer, mais sangrenta (vide milhares de vidas inocentes ceifadas pela violência que V. Sas. não só permitem como promovem), e a troco de quê? A troco de objetivos inconfessáveis, do poder pelo poder, do enriquecimento ilícito individual e de "cumpanheiros", o que comprova que estávamos certos em combatê-los no passado. Todos pensam em poder, em levar vantagem, em "se vingar", mas ninguém pensa no Brasil.

Mergulhados na indiferença, no desânimo, assistimos o circo pegar fogo.
Olhando de longe o Brasil mergulhando na guerra civil, na corrupção, nas drogas, no caos.
— Será preciso outra Revolução?
— Não!
— Lógico que não!
— Embora haja muita gente – muita gente mesmo - cansada, de saco cheio de conviver com tanta esculhambação, tanta corrupção, tanta safadeza – achando que sim; achando que é preciso outra 64!
— Achando que revolução mesmo é com sangue! Muito sangue! (sem "retornos", sem "anistias") Muitos “paredóns”, como fez Fidel Castro, a menina dos olhos dessas suas embriagadas, corruptas e alegres esquerdas.

E não fazer como fizemos naqueles idos, passando panos quentes nas bundas desses seus amigos terroristas que estão aí, ratos soltos na buraqueira, comendo o queijo e bebendo o leite dos nossos famintos brasileiros, muitos dos quais recebendo injustas, polpudas e mal-cheirosas "bolsas-terrorismo" (com dinheiro meu, seu, nosso), rindo dos nossos esforços, rindo dos nossos mártires, rindo dos nossos companheiros mortos em combate (e sem direito a "reparações"), rindo da chamada "anistia" (que deveria ser recíproca), rindo dos "vencedores" que transformaram em "vencidos", rindo do Brasil e dos brasileiros…Será que vai ficar assim?

Cuidado, dona Dilma; muito cuidado com o pingo da gota d’água!
Não nos acue!!! Esperamos não sermos obrigados nem impelidos pela população a intervir.
Uma coisa eu garanto: se o fizermos, não haverá mais anistia para terroristas, ladrões e corruptos.
Aprendemos a lição.

Veja bem o que está acontecendo na Turquia ....