domingo, 9 de junho de 2013

Golpe Militar iminente?

 Acreditamos que não, apenas um incômodo e impertinente Abaixo assinado pedindo a Volta dos Militares, que já incomoda os esquerdistas de plantão.
    Ha poucos dias uma manifestação pela liberdade de  expressão arregimentou um exército de mais de 70 mil pessoas em Brasília, as reivindicações não foram religiosas, o que o povo pedia era higidez e respeito à família, mas a imprensa fez pouco caso e o que deveria ser manchete em todos os jornais de grande circulação, passou praticamente despercebido. Isso nos leva a crer que a mídia tradicional não está cumplindo seu papel, está comprada. Desconfiamos que nada que possa afetar a credibilidade desse “governo” atual será divulgado com isenção. Porém, mesmo assim, a população esclarecida e honesta tem cada vez mais se levantado. E cada vez mais gente precisa se posicionar, por amor ao Brasil e às gerações que estão por vir. E isso não significa ações ilegais, isso significa participar de manifestações, expressar apoio político e até financeiro a entidades que tem colocado "a mão na massa".
     No próximo dia 10 de junho haverá uma manifestação em São Paulo, em frente ao MASP. O nome é longo,  sem medo de ser abrangente, veja:  MARCHA DA FAMÍLIA COM DEUS, em defesa da Vida, da Liberdade e da Democracia, contra o comunismo
Golpe Militar! Alguns dizem que o termo "golpe militar" na verdade não expressa o que deveria ser realizado, um tipo de ação legal por ordem da justiça, baseado na constatação de que ha um grupo, que tem o poder em suas mãos, mas que tem agido contra a própria sociedade brasileira. A colocação então seria algo como "contra-golpe" ou "contra-revolução", realizada por ordem judicial.
   Desde a semana passada temos publicado textos sobre a falência do nosso congresso e do próprio poder executivo. A analogia com Ali Baba e seus quarenta “auxiliares” certamente caiu bem quando se falou da presidência da republica e de seus 39 auxiliares. Barbosa na semana passada declarou que o congresso é praticamente inócuo, dominado pelo executivo. Ontem mesmo o presidente do Senado disse, em relação a redução das tarifas de energia, que o mesmo não pode existir simplesmente para endossar as decisões do executivo, declaração claramente feita em conseqüência da fala de Joaquim Barbosa.
Ainda esse mês o próprio congresso propunha uma “redução” de autoridade do STF. A comissão de constituição e justiça, da qual fazem parte alguns mensaleiros já condenados no STF, foi a autora da iniciativa, estranho não é?
   No congresso ha dezenas de parlamentares na condição de réus, alguns já condenados, como os mensaleiros. E mais de 100 constam como denunciados por haver indícios de que cometeram crimes. No nosso ponto de vista isso é inadmissível, a casa que supostamente representa a sociedade brasileira deveria dar o exemplo de honestidade. Talvez seja por isso que a população cada vez mais perceba o período em que os militares estavam no comando da administração pública como exemplo de higidez política e probidade administrativa.
   Ontem recebemos um e-mail informando da existência de um abaixo assinado pedindo a volta da “ditadura” militar. Não acreditamos que os comandos militares vão se manifestar quanto a isso, e muito menos “tomar” o poder, mas cremos que é uma ótima maneira de dizer o quanto estamos insatisfeitos com o quem tem sido feito de nosso país. Se um documento desse tipo tiver milhões de assinaturas certamente ganhará notoriedade mundial, e signifiativa perda de "status político" para o PT, que tem a cara daquele que se acha "o cara".
Recebemos centenas de manifestações sobre o assunto, veja em: http://www.facebook.com/SocMilitar

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