quinta-feira, 16 de maio de 2013

Você acho que vai aumentar a segurança contra quem???? Nos mesmos???? A margem tem que ser liberada no Portal do CPEX...PARA NÓS MILITARES E PENSIONISTAS consultar.... novamente estão colocando a RAPOSA para cuidar do GALINHEIRO.....Quem esta lucrando em cima dessa situação????

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Segurança da Informação
IDENTIFICADOR DE MARGEM CONSIGNÁVEL
Publicado em 06/05/2013 às 16h00
O Centro de Pagamento do Exército (CPEx) informa:


A partir do mês de AGOSTO/2013 (pagamento do mês de julho), o identificador de margem dos militares e pensionistas que recebem pelo Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal,  somente estarão disponíveis nos contracheques extraídos dos terminais de autoatendimento ou pela internet / home banking, não estando mais disponíveis na versão impressa, remetida pelos correios.

Em breve, todos os demais bancos pagadores (SANTANDER, ITAÚ, BRADESCO, HSBC, BRB. CITIBANK e BANRISUL) estarão ajustados a essa nova realidade.

A presente medida tem por objetivo aumentar a segurança das informações.

Gen Bda Figueiredo
Chefe do Centro de Pagamento do Exército

domingo, 12 de maio de 2013

Pergunto: - Será verdade ? Alguém possui conhecimento de causa sobre o tema?????


Repasso 



MILITARES DESCOBREM O MOTIVO DE ESTAREM GANHANDO MUITO MENOS DO QUE TODAS AS OUTRAS CARREIRAS DE ESTADO E CORREM PARA JUSTIÇA PARA OBTEREM REVISÃO JUDICIAL DE SEUS VENCIMENTOS.
Parece incrível, mas é verdade: os militares são os verdadeiros responsáveis por seus ridículos vencimentos atuais... Muito embora os militares mais antigos atribuam seus baixos salários a revanchismo dos governos civis pós-governos militares, tal afirmativa não se confirma a um simples exame dos atos oficiais que, nos últimos 20 (vinte) anos, reajustaram os salários dos militares. 
Se os militares, leia-se, os extintos ESTADO  MAIOR DAS FORÇAS ARMADAS, e os MINISTÉRIOS MILITARES, tivessem aplicado corretamente as legislações que os civis votaram e aprovaram, a saber, as Leis nº 7.723, de 6 de janeiro de 1989 e nº 7.293, de 12 de dezembro de 1989, jamais teriam seus vencimentos reduzidos ilegalmente pela Lei nº 8.162, de 8 de janeiro de 1991. 
No entanto, visando manter os oficiais generais das três forças recebendo altas porcentagens de gratificações e indenizações que incidiam sobre o soldo, remuneração básica, em vez de aplicar corretamente a Lei, reduzindo os vencimentos finais, o EMFA e os MINISTÉRIOS MILITARES decidiram, AO ARREPIO DA LEI, reduzir o valor legal do soldo, fixado pela Lei 7.723/89, e posteriormente reconhecido pelo Superior Tribunal de Justiça, criando uma FICÇÃO que chamaram "soldo ajustado". 

Com isso, os oficiais generais puderam continuar a receber altos percentuais de gratificações e indenizações sobre um soldo legal  reduzido, a que chamaram de "soldo ajustado", sem ultrapassar o limite constitucional. 

No entanto, as mais baixas patentes de oficiais, e os praças, principalmente, tiveram reduções altíssimas em seus vencimentos finais, pois não recebiam os mesmos percentuais de gratificações e indenizações que os oficiais generais.
 
Só que, o que qualquer matemático poderia prever com alguns poucos cálculos, os chefes militares daquela época não previram: com o tempo, com reajustes diferenciados para civis e militares, os oficiais generais acabaram por sentir na pele que aquela que temporariamente foi uma solução que lhes atendeu, no final também lhes atingiu negativamente, vindo a reduzir  também os seus vencimentos.
 
Tivessem aplicado a Lei corretamente, e a favor de todos, os salários dos militares estariam, atualmente, equiparados aos do Judiciário, pois o Almirante de Esquadra, topo da tabela de escalonamento vertical dos soldos dos militares das três forças armadas teria como  soldo, remuneração básica, o valor de R$ 19.150,00 (dezenove mil cento e cinquenta reais), sobre os quais incidiriam gratificações e indenizações suficientes para equiparar os vencimentos finais desse posto aos subsídios do Ministro do Supremo Tribunal Federal, atual limite constitucional.
       
Este é o argumento para as ações que, em breve, estarão abarrotando os cartórios da Justiça Federal. Como o STJ já reconheceu o direito, espera-se que o Governo Federal repita a mesma atitude que teve com relação aos 28,86% de aumento inicialmente concedidos aos militares e, posteriormente, reconhecidos como direito também dos  civis. 

O fundamento é o mesmo, pois a Lei 8.162/91, além de reduzir a remuneração básica dos militares fixado pela lei 7.723/89 em patamar muito maior, concedeu aos servidores civis um reajuste de 81% de aumento que, na prática, não foi concedido aos militares.
Estima-se que mais de três milhões de ações aportem ao Judiciário, haja vista que o benefício atinge:

 os militares da ativa,
 os militares da reserva remunerada,
 os pensionistas de militares,
 os reservistas que tenham servido às Forças Armadas e sido licenciados nos últimos cinco anos, e
os herdeiros de todos estes beneficiários, caso o titular do direito tenha falecido.

Se tiver alguma informação, favor passar para o e-mail stromanowskiturma1982@gmail.com.


Obrigado