quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Quer mais................

Repassando............Veja que vergonha!!!!!!!
 
Caros Colegas; em 18 OUT 2012 enviei a msg abaixo para o "Conversando c/a Reserva".....ontem passados mais de quatro (4) meses do meu questionamento recebí a resposta do C Com S Ex abaixo veja a "Cara de paú" para o que está escrito na mensagem em pauta.......Sinceramente esse não é o Meu Exército Brasileiro.......lamentável!!!!!!!!!
 
Abrs,
 
I A G


MINISTÉRIO DA DEFESA
EXÉRCITO BRASILEIRO
GABINETE DO COMANDANTE
CENTRO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL DO EXÉRCITO

Prezado Senhor(a),

O Exército Brasileiro é uma Instituição compromissada, de forma exclusiva e perene, com a sociedade brasileira, o Estado e a Constituição.

Em atenção ao seu email, agradecemos o envio para o Centro de Comunicação Social do Exército.

Atenciosamente,

Seção de Relações Públicas/CCOMSEx
Acesse:
www.exercito.gov.br
Exército Brasileiro, Braço Forte, Mão Amiga

Em 18/10/2012
Nome* : Ivan Américo Gonçalves
E-mail* : ivanag@17@gmail.com
Assunto :  Sugestões ou Comentários
Escreva aqui a sua Mensagem* : Prezado(s) Sr(s)
Saudações!

Condecorados que desonram as Condecorações Militares. No recente escândalo do Mensalão, atualmente sendo julgado no Supremo Tribunal Federal, já foram condenados algumas pessoas agraciadas com Condecorações Militares, de acordo com critérios conhecidos somente por seus proponentes, já que não há registro sabido de que hajam prestado relevantes serviços ao Exército. Pelo contrário, a atuação de pelo menos dois desses sujeitos no Congresso Nacional sempre foi de acentuado revanchismo contra a caserna, devido ao período de governo militar que se seguiu à Contrarevolução de 1964.
São eles:
João Paulo Cunha - Medalha do Pacificador em 2003; e Grande Oficial da OMM em 11 Fev 2005;
José Dirceu de Oliveira e Silva - Grande Oficial da OMM em 25 Mar 2003;
José Genoino Neto - Medalha do Pacificador em 2003;
Valdemar Costa Neto - Medalha do Pacificador em 1993, Comendador da OMM em 29 Mar 1995, e Grande Oficial da OMM em 25 Mar 2003;
O Comandante do Exército tem a obrigação legal e moral de propor ao Conselho da OMM a exclusão desses condenados; e de cassar, ex officio, as Medalhas do Pacificador a eles concedidas. E, aproveitando o ensejo, mandar verificar a situação processual de outros nomes que destoam na relação de agraciados com honrarias militares. Por exemplo:
- Geddel Quadros Vieira Lima, cujo "prontuário" pode ser lido em Aveloz - Medalha do Pacificador em 2009, e Comendador da OMM em 30 Mar 2000;
- Genebaldo de Souza Correia (um dos "anões do orçamento") - Comendador da OMM em 31 Jul 1991, e Grande Oficial da OMM em 02 Ago 1993;
- José Roberto Arruda - Comendador da OMM em 10 Abr 2001;
- Paulo Salim Maluf - Grande Oficial da OMM em 18 Ago 1980;
- Roberto Jefferson Monteiro Francisco - Medalha do Pacificador em 1995 e Comendador da OMM em 31 Mar 1997;
- Severino José Cavalcanti Ferreira - Medalha do Pacificador em 1998; Comendador da OMM em 30 Mar 2000, e Grande Oficial da OMM em 22 Mar 2005; 
E sendo muito otimista, poderia ser feita uma revisão para responsabilizar, pelo menos moralmente, os responsáveis pela indicação desses agraciados que deslustram as Condecorações recebidas, ao mesmo tempo em que se recomende maior cuidado quanto aos aspectos éticos dessas indicações. Afinal, não pode ser considerado minimamente correta a indicação, para essas honrarias, de pessoas que mancham o nome do Exército, enquanto que a grande maioria dos militares cumprem 30, 35 anos de dedicação e servidão mesmo, em prol da Instituição sem sequer sonharem com a chance de serem agraciados com alguma Condecoração a não ser a Medalha de Tempo de Serviço ou a de Tempo de Tropa, concedidas não por indicação mas unica e exclusivamente por seus méritos. Resta saber se haverá vontade política para cumprir a lei em vigor e a execução das providências necessárias para essa limpeza moral na lista dos agraciados com Condecorações Militares. Ou se será provide
nciada uma mudança urgente na legislação.Ou se a legislação vigente será simplesmente "esquecida" e a vida seguirá seu rumo com medalhas criadas para enaltecer virtudes militares sendo distribuídas sem critério algum, enquanto os verdadeiros militares, os que não possuem acesso aos gabinetes palacianos, tem seu merecimento solenemente ignorado. Já não basta a humilhação imposta por meio dos vencimentos abastardados, os militares que honram sua farda e seus valores tem que conviver com patamar de credores de homenagem especial do Exército Brasileiro.
Att.
Ivan Américo Gonçalves
Cap Refo
Floripa/SC
Email: ivanag17@gmail.com
 

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Soldados não votam, então...

Soldados não votam, então...
Em 1988, os Constituintes, plenamente atendidos, continuaram a negar o direito de voto aos soldados. A incapacidade de representatividade tanto política quanto sindical leva os militares a ficarem na ilusão de que a Cláusula Pétrea será seu bastante meio de defesa. E já se teria difundido: militares têm mais é que fazer continência; militar não é diferente, é duro até entrar na panela; resta aos militares se manifestarem pela força; as mulheres dos militares deveriam trabalhar(essa última agressão feita por um estrangeiro tido incompetente, mas que acumula contracheques e exerce cargo ministerial proibido pela CF). Até quando os Comandantes suportarão a pressão?

Continuam os factóides do PT para o rebanho

Afora distribuir um pouco do dinheiro farto da União, Lula governou para os ricos, e faturou como seus os resultados da bonança na economia mundial
“NUMA ÉPOCA em que as ideias e as razões importam muito menos que as imagens e os gestos”, observa o escritor Mario Vargas Llosa, em artigo publicado hoje no El País (Madri) e em O Estado de S.Paulo, ninguém deveria ficar surpreso com a renúncia de Bento XVI, o intelectual de alto nível que falhou na missão de comandar a Igreja Católica. Sem querer, ou por ser a sua uma constatação universal contemporânea, o peruano que recebeu o Premio Nobel de 2010 conceituou o que define a política brasileira no novo milênio. Exemplo claro disso foi a comemoração dos 12 anos de governo do PT, na semana passada, quando o partido confirmou a disposição de obter a reeleição de Dona Dilma, ainda escorado na imagem que deu certo em 2006 e 2010 – a inclusão social. E nada mais, pois não se pode admitir como idéias e razões válidas as vagas menções à necessidade da reforma política e ao abstruso “controle social da mídia”.

NÃO SE DISCUTE a validade da distribuição mensal de dinheiro aos brasileiros carentes através dos tais programas sociais, à frente o Bolsa Família. Porém, doar, simplesmente, recursos que abundam na União, em contraste com a debilidade das finanças estaduais e municipais (onde as pessoas vivem, de fato), é pouco para o desenvolvimento do país e para melhorar a qualidade de vida dos seus quase 200 milhões de habitantes. A rigor, prezados leitores, o quê, além do dinheiro distribuído, foi feito das idéias e razões que o partido defendia no passado, quando na oposição? Tivemos uma conclusão do que os eleitores pensam a respeito nas eleições municipais de 2010, em que os candidatos petistas fracassaram em quase todas as Capitais, com exceção de São Paulo, onde era expressiva a vontade do eleitor (e dos meios de comunicação) de trocar o prefeito Gilberto Kassab, que esqueceu a cidade para criar um novo partido para si, dito sem lado mas destinado a participar da partilha do poder federal, o que está acontecendo.

O QUE FOI FEITO no país, em mais de uma década de gestão do PT, em matéria de saúde, educação, segurança, transportes e infraestrutura? Ressalte-se que Lula, no consulado de oito anos, sempre teve a maioria no Congresso, logo, dispunha da faca, do queijo e até do prato necessários para promover com êxito reformas nestas áreas fundamentais, cuja ordenação é a razão da existência do Estado. Em matéria de qualificação da representação popular, então, foi um fracasso amazônico. Com a exceção citada, nada fez em favor da sociedade, mas obrou pelo seu partido, hoje aboletado na máquina pública, e pelas chamadas elites, com as quais governou, a começar pelos bancos, que ele próprio reconheceu que nunca foram tão bem tratados quanto nos seus dois mandatos. Esqueci a herança ética? Nem falar, o Mensalão sintetiza tudo. Ao cabo, a tal comemoração é novo exercício de imagens e gestos que os petistas estão acostumados a produzir, com base no entendimento de que os brasileiros são e serão um rebanho. Veremos em outubro de 2014 se estão certos.

Por Erico Valduga

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

NA VERDADE

NA VERDADE, NÃO É VOTAR ESSA MP 2.215 (LRM) PARA ELA TORNAR-SE LEI. MAS SIM, VOTAR PARA ELA PERDER A EFICÁCIA. ASSIM, AUTOMATICAMENTE OS DIREITOS VOLTARIAM (LESP, ADICIONAL DE TEMPO DE SERVIÇO, POSTO ACIMA ETC) (CF 1988, § 3º As medidas provisórias, ressalvado o disposto nos §§ 11 e 12 perderão eficácia, desde a edição, se não forem convertidas em lei no prazo de sessenta dias, prorrogável, nos termos do § 7º, uma vez por igual período, devendo o Congresso Nacional disciplinar, por decreto legislativo, as relações jurídicas delas decorrentes.)
ALÉM DO MAIS, UM MP NÃO PODE REVOGAR DISPOSITIVOS DE UM ESTATUTO COMO O DOS MILITARES: Pelo Princípio da Especialidade, todo “ESTATUTO”, incluindo o Estatuto dos Militares (Lei nº6.880), é uma LEI ESPECIAL. Sendo assim, em face do Art. 2º, § 2º, da Lei de Introdução ao Código Civil, a lei posterior (ex.: MP nº 2.215), ainda que geral, não goza de poder suficiente para revogar lei anterior Especial (Estatuto dos Militares), se não o fizer expressamente" (EREsp 475.713/PR, Rel. Min.Franciulli Netto, DJU de 02.10.06;http://www.crq4.org.br/sms/files/file/st_eng.pdf ). Nesse mesmo ínterim, se uma nova regra sobrevier (ex.: MP nº 2.215 - LRM), deve prevalecer a lei especial, ou seja, o Estatuto Militar, isso pelo Princípio da Especialidade (http://jus.com.br/forum/264223/). MP não revoga. SUSPENDE, enquanto não for aprovada! http://www.jurisway.org.br/v2/pergunta.asp?idmodelo=6385: lei nova regulamenta a totalidade do assunto abordado em uma anterior (lei especial prevalece sobre lei geral). http://concurseiros.13.forumer.com/viewtopic.php?t=20909 : (PRINCIPIO DA ESPECIALIDADE): a norma geral nao afasta a especial.
http://www.crq4.org.br/sms/files/file/st_eng.pdf: "Em face do artigo 2º, § 2º, da Lei de Introdução ao Código Civil, a lei
posterior, ainda que geral, não goza de poder suficiente para revogar lei anterior
especial, e vice-versa, se não o fizer expressamente" (EREsp 475.713/PR, Rel. Min.
Franciulli Netto, DJU de 02.10.06).
http://jus.com.br/forum/264223/: prevalecer a lei especial, ou seja, o estatuto militar, isso pelo Princípio da Especialidade.
www.fesmippb.org.br/arquivos/codigo.doc: Naquilo que o CC/2002, apesar de ser lei posterior, porém, lei geral, contrariar as disposições estatutárias em confronto, no que disser respeito, à sua especificidade, como o disciplinamento da propriedade urbana, o Estatuto da Cidade, lei especial prevalecerá.
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del4657.htm: Lei de Introdução às normas do Direito Brasileiro: Art. 2º, § 2o A lei nova, que estabeleça disposições gerais ou especiais a par das já existentes, não revoga nem modifica a lei anterior.
A MP 2215/01 que apresenta uma Inconstitucionalidade FORMAL, já que, em função das EC 18 e 32, nossa nova LRM não poderia ser editada por meio de MP. Em 1995, foi editada a EC nº 6, cujo texto foi repetido com a EC nº 7, e, com a edição da EC nº 32 passou a ser o Artigo 246 da Constituição, que assim prescreve.
Art. 246. É vedada a adoção de medida provisória na regulamentação de artigo da Constituição cuja redação tenha sido alterada por meio de emenda promulgada entre 1o de janeiro de 1995 até a promulgação desta emenda, inclusive. (EC no 6/95, EC no 7/95 e EC nº 32/2001). Art. 61.
ASSIM, TEMOS QUE NOS MOBILIZAR, NÃO PARA A MP SER VOTADA E APROVADA, MAS SIM REJEITADA.

Essa INCONSTITUCIONALIDADE  FORMAL JÁ FOI RECONHECIDA PELO Ministério da Defesa e os Três Comandantes.

PARECER Nº 045/AJ/SEF Brasília, 14 de junho de 2006.

(.......)
"
7) Por último, defende a Asse Jur/DGP a tese de inconstitucionalidade da MP 2.215-10, de 2001. A argumentação para tanto reside no fato de que entre 01 Jan 1995 e 11 Set 2001, data de promulgação da EC nº 32, era vedada adoção de medida provisória para regulamentação de artigo do texto constitucional cuja redação tivesse sido alterada por meio de emenda. Dessa maneira, ao
dispor sobre a reestruturação da remuneração dos militares
, nos termos da alínea f do inciso II do §1º do art. 61 da Constituição Federal, o Presidente da República não poderia tê-lo feito por medida provisória, mas apenas por projeto de lei. Nessa senda, a MP 2.131, de 2000 (atual MP 2.215-10, de 2001), seria inconstitucional em face de vício formal, eis que afrontaria o art. 246 da Carta Magna. Para corrigir tal vício, sugere a Asse Jur/DGP, o envio de projeto de lei destinado a revogar a MP 2.215-10, de 2001. "

Com isso meus amigos estamos a 12 anos sendo enrolados pelos nossos VALOROSOS COMANDANTES.
                                             
* OBS: FAMÍLIA, PARENTES E AMIGOS PODEM E DEVEM ASSINAR! *


JÁ TEMOS 19,924 ASSINATURAS. SÃO NECESSÁRIAS PELO MENOS 20.000 ATÉ O DIA 18 DE FEVEREIRO.
Já foi marcada uma Audiência Pública para o Dia 25 Fev 2013 para tratar da colocação em pauta da FAMIGERADA MP 2215/2001 (LRM), Lei da Remuneração dos Militares, fins votação em 2013, e termos de volta tudo o que nos foi usurpado.
Os soldos militares estão há doze janeiros sem revisão decente conforme Constituição Federal e a Lei 10.331 de 18 de dezembro de 2001, pois estão amarrados pela MP 2215/2001.

* Contando com vosso apoio, cordialmente, Sarides Freitas *
 Para saber mais e assinar clica no link:

http://www.avaaz.org/po/petition/Votacao_no_Congresso_Nacional_da_Medida_Provisoria_221501_LRM_Lei_de_Remuneracao_dos_Militares/?cUbqwdb

* OBS: FAMÍLIA, PARENTES E AMIGOS PODEM E DEVEM ASSINAR! *

https://www12.senado.gov.br/ecidadania/visualizacaopeticao?id=7721


 
 
 
É UMA OPERAÇÃO DE GUERRA. VAMOS A LUTA

Lei de remuneração dos Militares


Repassando aos que ainda não assinaram e divulgaram.
 
Votação no Congresso Nacional da Medida Provisória 2215/01, LRM (Lei de Remuneração dos Militares)

Por que isto é importante

A votação da Medida Provisória 2215/01, (Lei de Remuneração dos Militares), é de suma importância para os militares, pois será a oportunidade de corrigir injustiças que estão em vigor há longos anos. Solicitamos a sua ajuda para conseguirmos um número de assinaturas que possa representar o apoio do POVO brasileiro às Forças Armadas. Note Bem: Todos que tem um email podem assinar, (uma assinatura por email). Envie para sua lista de contatos. Obrigado!
 
https://secure.avaaz.avaaz.org/po/petition/Votacao_no_Congresso_Nacional_da_Medida_Provisoria_221501_LRM_Lei_de_Remuneracao_dos_Militares/?aMsvwdb&external
=
TODAS SÃO IMPORTANTES:
 
 
 
 
 
É UMA OPERAÇÃO DE GUERRA. VAMOS A LUTA

Tudo tem limites – O Brasil do PT

Escândalo de corrupção envolvendo militares pode alcançar família de ministro ligado a Dilma Rousseff


Tudo tem limites – O Brasil do PT é um país de antagonismos, principalmente quando o assunto é corrupção. A presidente Dilma Rousseff, em um momento de despertar da retidão na administração pública, exigiu a imediata punição dos oficiais militares acusados de envolvimento em um esquema de corrupção, que cobrava de fornecedores comissões de 5%. O Exército já apura as denúncias, mas a pressão palaciana é grande.
Diferentemente do que ora cobra do Exército, celeridade nas punições, Dilma limitou-se a demitir a namorada do ex-presidente Lula, Rosemary Noronha, que até a Operação Porto Seguro, da Polícia Federal, ocupava a chefia de gabinete do escritório paulistano da Presidência, de onde disparava ordens aos seus comparsas que atuavam na quadrilha dos pareceres. Dilma não pode ter duas posturas diante de casos de corrupção. Ou trata os transgressores com isonomia, ou deixa a transgressão acontecer livremente, como já conhecido nos escaninhos do PT. Permitir Rosemary Noronha saia impune apenas por causa do seu relacionamento mais íntimo com o ex-metalúrgico é avisa ao mundo que o Brasil vive sob a ditadura da corrupção.
Esse escândalo envolvendo oficiais militares já era conhecido, mas só veio à tona nesse momento para funcionar como cortina de fumaça para a incompetência de um governo que perdeu o controle da economia e levou a Petrobras ao derretimento de seu valor patrimonial. Como os palacianos precisavam de um factóide novo para que Dilma retorne do Carnaval sem a artilharia da imprensa, a caserna foi lançada aos leões. O que não significa que o crime não deve ser investigado e os culpados, punidos.
Em junho de 2012, a presidente Dilma Rousseff lançou mais um PAC, o dos Equipamentos, cujo objetivo é modernizar e reaparelhar o Estado, incluindo nessa operação, orçada em R$ 8,4 bilhões, vários ministérios, inclusive o da Defesa, que atenderia as Forças Armadas, sempre queixosas por causa do sucateamento do setor.
A investigação na qual Dilma cobra celeridade chegará até determinado ponto, pois não se pode flagrar nenhum petista envolvido nesse escândalo, pois a única coisa que o PT necessita atualmente é uma nova confusão, até porque Lula continua fugindo das explicações acerca dos escândalos que patrocinou ou participou, mesmo que indiretamente.
Se os comandantes militares – que nos últimos anos têm sido testados pelo Palácio do Planalto, agora ainda mais com Celso Amorim no Ministério da Defesa – forem a fundo nas investigações, chegaram a um ponto em que será fácil encurralar o PT e os donos do poder. Em uma das pontas desse escândalo de corrupção tem gente graúda e intimamente ligada ao Partido dos Trabalhadores. Qualquer pequena dose de ousadia no levantamento dos fatos alcançará com extrema velocidade a família de um ministro, o qual goza da confiança da presidente Dilma Rousseff. Tanto é assim, que um parente desse ministro tem dito, em círculos mais reservados, que um integrante do clã está ganhando muito dinheiro com o negócio ilegal.
Aguardemos para ver até quando o Palácio do Planalto usará o caso em questão para ofuscar a incompetência de um governo que se especializou em letargia econômica e corrupção desmedida.

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Alguém pode confirmar

8 de fevereiro de 2013MP do Mal: Audiência Pública muda de data pela segunda vez
Segundo Genivaldo da Silva, presidente da AMARP, a Audiência Publica sobre a MP2.215-10 de 2001 (MP do Mal) foi transferida novamente, desta vez de 25 de fevereiro para 5 de março, às 9h, com transmissão ao vivo pela TV Senado.
Leia também:
Congresso realizará Audiência Pública sobre a MP do Mal. E você, vai ficar aí, sentado?
Depois do Carnaval: Senado adia audiência pública para discussão da MP do Mal
A mudança da data foi acertada em uma reunião de Genivaldo com o Senador Paulo Paim (PT/RS)  ocorrida ontem (7).

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Juízes federais e da Justiça do Trabalho param hoje e amanhã para pedir aumento salarial

Juízes federais e da Justiça do Trabalho de todo o país farão uma paralisação conjunta nesta quarta (7) e quinta-feira (8) para pedir reajuste salarial.

Segundo a categoria, desde 2005, quando foi fixado o teto de remuneração para juízes da União, o único aumento foi de 9%, em 2009, embora a variação da inflação durante esses sete anos tenha sido de 40%, o que daria uma defasagem de 28,86%.

Não haverá audiências nem hoje nem amanhã, mas os magistrados vão continuar julgando casos mais graves e urgentes, a critério do juiz, como habeas corpus e mandados de segurança. No total, são 1.800 juízes federais e cerca de 4.000 do Trabalho.

Em Brasília, pela manhã, haverá uma mobilização de juízes no Tribunal Regional Federal. Em seguida, representantes das entidades Ajufe (Associação dos Juízes Federais do Brasil) e Anamatra (Associação dos Juízes da Justiça do Trabalho) devem se encontrar com os presidentes do Senado, José Sarney, e da Câmara, Marco Maia. O Congresso Nacional deve votar em dezembro o Orçamento da União para o ano que vem e o objetivo é sensibilizar os parlamentares.

À tarde, a categoria se reúne com o corregedor da Justiça Federal, ministro João Otávio de Noronha, e o presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), ministro Ayres Britto.

Entre as reivindicações dos magistrados também está a progressão funcional. Eles exigem receber adicional por tempo de serviço para diferenciar o salário de quem ingressa na carreira de quem está no final dela.

Também como forma de protesto contra os salários, os magistrados não pretendem participar da Semana Nacional de Conciliação do CNJ (Conselho Nacional de Justiça), que acontece de 7 a 14 de novembro.

A campanha envolve todos os tribunais brasileiros, que separam os processos com chance de acordo e intimam as partes envolvidas para tentar resolver o litígio. A meta é desafogar o Judiciário.

Estamos esperando por você no Facebook

Militares Unidos

https://www.facebook.com/home.php#!/groups/116490978462807/

Participe. Deixe sua mensagem.

Assuntos de extrema importância para nos MILITARES DAS FORÇAS ARMADAS

https://www12.senado.gov.br/ecidadania/visualizacaopeticao?id=7721

http://www.avaaz.org/po/petition/Votacao_no_Congresso_Nacional_da_Medida_Provisoria_221501_LRM_Lei_de_Remuneracao_dos_Militares/?cUbqwdb

http://www12.senado.gov.br/ecidadania/visualizacaopeticao?id=7361

A Petição Avaaz.org em favor da MP 2215-01 (LRM),

Prezados (as)

A Petição Avaaz.org em favor da MP 2215-01 (LRM), passou a marca de 10.000 adesões.

E você, já faz parte dessa batalha?

Sim, Parabéns!

Não, então, junte-se a nós nessa batalha, em favor da classe militar das FFAA.

Assine aqui:
OBS: Família, parentes e amigos podem e devem assinar.



“A FARDA NÃO ABAFA O CIDADÃO NO PEITO DO SOLDADO” – MARECHAL OSÓRIO



Saúde e Paz!


CRÔNICA DE UM CHOQUE ANUNCIADO

CRÔNICA DE UM CHOQUE ANUNCIADO


                                                                  O impasse segue seu curso, agora exposto em sua crueza depois dos pronunciamentos feitos no Congresso, pela reabertura dos trabalhos legislativos e pelo comentário do presidente  Joaquim Barbosa, sobre ser o Supremo Tribunal Federal, o único intérprete da Constituição. Antes, Marco Maia, que saía, Henrique Alves, que entrava,  além  de Renan Calheiros, enfatizaram que apenas Câmara e Senado detém o poder de cassar mandatos. Como pelo menos quatro deputados estão condenados a penas de prisão pela mais alta corte nacional de Justiça, aguarda-se apenas que as sentenças transitem em julgado para que se estabeleça o choque.
                                                                  Os novos comandantes do Congresso rejeitam a cassação automática dos quatro deputados e continuarão respeitando seus mandatos, pelo menos até que se reúnam o Conselho de Ética e o plenário da Câmara, para decidir.
                                                                  Enquanto isso, porém, o que fará o Supremo Tribunal Federal? Será desmoralizado caso suas condenações sejam desrespeitadas. Apelará para o artigo 142 da Constituição, que estabelece destinarem-se as forças armadas  à garantia dos poderes constitucionais e, por iniciativa de qualquer destes, da lei e da ordem? Mas não poderá o presidente do Congresso apelar para o mesmo dispositivo? Acresce, para complicar,  pertencer ao  presidente da República a autoridade suprema sobre as forças armadas. Quer dizer, no caso de tanto o Judiciário quanto o Legislativo solicitarem os serviços militares para o cumprimento de suas interpretações, que decisão tomará Dilma Rousseff? E se não tomar nenhuma?
                                                                  Delineia-se uma crise institucional, o que de pior poderia acontecer, com o agravante de que os generais poderão outra vez transformar-se em constitucionalistas, cabendo a eles optar sobre quem tem razão, se o Congresso ou o Supremo...
                                                                  Não parece fácil que, na iminência do choque, venham os presidentes do Senado, da Câmara e do Supremo, por  coincidência, decidir dar um passeio pela Praça dos Três Poderes e, por mero acaso, encontrarem-se na porta do pequeno museu que mostra, em pedra, o rosto de Juscelino Kubitschek.  Seria uma boa inspiração para assegurar  a  paz.

Por Carlos Chagas

Pensionista do Exército cai em golpe

Pensionista do Exército cai em golpe

Bauru (SP) - Uma aposentada de 65 anos caiu em um golpe que estaria descontando cerca R$ 400,00 por mês de sua conta bancária desde dezembro do ano passado.
Segundo informações do boletim de ocorrência (BO), a idosa, que é pensionista do Exército, teria recebido a visita de um homem dizendo ser do Fundo de Saúde do Exército (Fusex), e que precisava dos documentos da mulher para uma conferência.
Ao perceber que a quantia estava sendo retirada de sua conta, a aposentada procurou o gerente do banco, que a orientou a acionar a polícia.
Quando o estelionatário havia procurado a idosa, em outubro de 2012, ele teria apresentado o cartão de uma conhecida empresa de seguros, garantindo, assim, que a aposentada confiasse nele e entregasse seus documentos. A polícia investiga o caso.
Bruno Freitas
JCNET/montedo.com