sábado, 27 de outubro de 2012

Demissão em massa na POUPEX

Repasso.............




> QUAL A VERDADE ? PORQUE ?

> Demissão em massa na POUPEX



> Essa correspondência tem por finalidade lançar uma luz em alguns

> procedimentos recentes da FUNDAÇÃO HABITACIONAL DO EXÉRCITO – FHE/

> POUPEX.

> Após a designação do atual General-Presidente – ERON CARLOS MARQUES –

> ficou-se na expectativa da filosofia de trabalho a ser implementada,

> após 15 anos de crescimento com o período presidido pelo Gen Burman.

> Nesse período, a Empresa passou por uma grande transformação,

> crescendo e se expandindo. Procurando chegar ao seu verdadeiro alvo:

> Atender à família militar onde estivesse.

> Nem bem chegou, sem ao menos conhecer a Empresa; sem sequer, vender um

> Seguro ou Empréstimo; sem procurar saber suas peculiaridades e

> características, já impôs estudo para corte de pessoal. Impôs

> ditatorial, arbitrária e pessoalmente. Consta, inclusive, a discussão,

> com um ex chefe da CODER, em que teria dado um murro na mesa, expondo

> claramente sua maneira de agir: “Eu quero...!!”

> Primeiramente, como preparação de terreno, passou a selecionar

> oficiais de Artilharia, para comporem seu “staff” – General

> Vice–Presidente (serve prá que mesmo?); Chefe da CODER; e outros mais

> próximos. Também, inchou a máquina contratando mais Generais (não

> seria isso uma reserva de mercado?).

> A Empresa, até então, cresceu sem tantos Generais Diretores. Há,

> inclusive, previsão de mais Diretorias – mais Generais – com admissão

> de pessoal não produtivo

> Criou um órgão de “caça às bruxas” – COTEP – concentrando 22

> Assessores (pasmem!) para incrementar cortes de empregados. Precisaria

> empregar todo esse pessoal para desempregar outros???

> Montou um nababesco esquema de mordomias, digno de uma Empresa

> riquíssima: No gabinete do desnecessário e figurativo Vice General

> Presidente (qual sua necessidade?) estão lotados 02 Secretárias; 02

> Assessores; 02 Auxiliares; e 02 Motoristas. E ele é apenas um Vice

> (sem utilidade). E o outro motorista, é para serviços particulares??

> Grandioso mesmo é o Gabinete do Sr Presidente General: 12 (isso mesmo

> 12) Assessores; 08 Auxiliares; 02 secretárias e 03 motoristas (precisa

> de motorista prá levar a madame ao Shopping? Veículo funcional, só

> pode usar durante o expediente, general!). Fica a proposta para o EIKE

> BATISTA.

> Isso tudo pago pela Empresa.

> Óbvio que para conhecer a Empresa O Presidente teve que correr o País

> e tome de sacar diárias e passagens, pagas pela FHE. E como rodou.

> Levando a madame a tiracolo. E as milhas ficam com ele.

> Pois bem, o Ditador Presidente General, contrariando toda a lógica das

> grandes empresas, começou a alardear resultados cada vez melhores.

> Recordes sobre recordes de concessão de financiamentos imobiliários

> (para os quais, não tem a mínima idéia de como se efetiva), fruto

> daqueles que EFETIVAMENTE fazem a Empresa crescer, vendendo,

> cooptando, convencendo e captando clientes:os Empregados dos

> Escritórios, particularmente chefes e subchefes, que estão diretamente

> em contato, dia-a-dia, com os clientes; atendendo; ouvindo; e

> encarregados (muitas vezes) de transmitir negações e indeferimentos,

> da Empresa, com os indesejáveis constrangimentos da fu nção, de negar,

> por vezes, a ex companheiros.

> Indiferente a tudo, e atento à sua Decisão impositiva, o Sr General

> Presidente (sem eleição), começou a executar seu Plano:

> Primeiramente, efetivou movimentação interna (típica de milico – a

> troca da mesa); trocando 6 por meia dúzia (sem trocadilho militar).

> Tirou daqui, pôs ali. Tirou dali e pôs aqui. Insatisfazendo a todos.

> Empregados que há anos exerciam suas funções.

> Depois, contrariando a lógica – A Empresa não está crescendo? Não é

> superavitária? Não está batendo recordes de financiamentos (graças aos

> seus vendedores, diga-se)? – resolve demitir e suprimir Postos e

> reduzir Escritórios, com a sustentação de que “era necessário fazer

> mais com menos....”.

> Se isso é verdade, poderia então começar dando o exemplo: Porque não

> fazer mais com menos gente no próprio Gabinete? O Sr Presidente

> General poderia trabalhar com 1/3 de seu efetivo, e ainda assim,

> seriam muitos. Uma boa economia.

> Também poderia, desde já, suprimir o cargo de Vice General Presidente,

> figura meramente protocolar, que não vende nada, não produz nada, e

> está no momento, passando como bedel de alunos, cobrando horários;

> cumprimentos entre empregados; correição de uniformes, etc. Coisas

> típicas do S/1 do Corpo de Cadetes. Não em uma Empresa, que precisa

> enxugar seus quadros, para produzir mais. Seria uma excelente

> economia.

> Sobre a COTEP, deveria, também, reduzir seu pessoal: se é pra cortar,

> comece com menos, gente fazendo mais (o que mesmo??). Aquela estória

> do “criar dificuldades, para vender facilidades”. Processo que é bom,

> até agora nada. Os Processos de Financiamentos Imobiliários, por falta

> de pessoal (aí sim, necessário) demandam muito tempo, para efetivação.

> Assim, iniciou-se uma degola geral: Suprime Postos de Atendimento.

> Reduz os Escritórios (alguns, já sobrecarregados, irão atender maior

> demanda com menos pessoal). E DEMITE, sumariamente, Chefes ou

> subchefes, em decisão nunca antes tomada na Empresa.

> Não houve remanejamento, ou consulta, para ocupação em outros

> Escritórios (o que normalmente ocorre em Empresas que respeitam mais

> seus empregados. Estão demitindo empregados que vendem. Que têm

> sustentado o crescimento da Empresa.

> As demissões sem critérios lógicos: quem é mais novo, mais velho,

> menos tempo, mais tempo de casa. Ou seja, tudo arbitrário.

> Se a Empresa está crescendo e produzindo mais, então, porque está demitindo?

> Ou o crescimento é falso ou as demissões buscam outro objetivo.

> Como o crescimento é real, só pode haver uma razão: abrir espaço para

> outros interessados.

> Se a FHE precisa enxugar quadros, não precisa contratar mais Generais

> (e claro, mais assessores de generais), mordomias e poderia dispensar

> os apaniguados (como os filhos do Chefe da CODER, coronel Flaeschen).

> O que realmente está acontecendo (e internamente, todos sabem, mas

> ninguém pode contrariar o General Ditador) é que há uma profunda

> manobra em curso, para suprimir todo e qualquer traço da presença do

> general Burman e do general Varjão. E imprimir nova marca na FHE: a

> Artilharia.

> Demite, sumariamente, quem foi contratado, pela gestão anterior (que

> não distinguia a origem do contratado), abrindo vagas, para os novos

> apadrinhados.

> Outra marca da atual Ditatorial Presidência: acabar com os pequenos

> apoios à Unidade militares, particularmente na aquisição de material

> esportivo e apoios às atividades esportivas e culturais, de um modo

> geral. Marca da administração Burman, que procurava aproximar o

> público alvo da Empresa.

> Atualmente, vale mais ofertar medalhas, diplomas e mimos ao Sr General

> Presidente, para se obter apoio (institucional).

> A FHE está perdendo terreno, para seus concorrentes, ao dar as costas

> para seu público.

> De tudo isso, vale registrar:

> a. A FHE é muito maior que seu atual e pequeno Presidente com suas

> manobras diversionárias;

> b. Se precisa economizar, vamos às dicas – Suprimir mordomias

> nababescas no Gabinete do Presidente. A filosofia é fazer mais com

> menos. Que dê o exemplo!

> Suprimir o desnecessário cargo de Vice General Presidente (demite os

> Assessores – que nem chefes e subchefes de escritório – e remaneja os

> demais empregados). Uma baita economia e menos um nível decisório (A

> COTEP deveria propor isso).

> c. Reduzir a 1/3 o efetivo da COTEP – Fazer mais com menos – e não

> contratar uma Empresa (de alto custo) para mapear processos, que não

> serão implementados.

> d. Poderia também rever contratações de parentes (Tipo chefe da CODER,

> que tem 2 filhos intocáveis, entre outros).

> e. Não se pode contratar mais ninguém acima do nível de Assistente

> Administrativo. Chega de Generais.

> f. Demitir o sem número de Assessores (que não assessoram nada), do

> mesmo nível dos chefes e subchefes, que ficam perambulando pela Sede,

> em Brasília, sem vender ou produzir nada. Só empurrando com a barriga.

> g. Chega de apoios (Da FHE) com fins pessoais, para retribuir agrados

> ao General Presidente.

> h. A FHE se voltar para sua finalidade precípua: apoiar os militares.

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