quarta-feira, 31 de outubro de 2012

DUVIDAS????



http://www.avaaz.org/po/petition/Votacao_no_Congresso_Nacional_da_Medida_Provisoria_221501_LRM_Lei_de_Remuneracao_dos_Militares/?cUbqwdb

EXPOSIÇÃO E RESPOSTAS SOBRE O FAM

Como ex-funcionário da POUPEX, sinto-me bastante a vontade de expor os argumentos abaixo que, com certeza, esclarecerão a todos que nos leem. Pois, então, vejamos:


1. O FAM não é um investimento, como muitos podem pensar. Não é um tiítulo de Capitalização, um Fundo de Investimento e nem uma poupança, pois para isso, não há necessidade de um corretor, a pessoa aplica direto com seu banco de preferência. Há de se lembrar que aqueles que aderem ao FAM podem ter uma Poupança adrelada ao desconto da parcela do Seguro, entretanto, esse desconto vai direto para a POUPANÇA POUPEX, no Banco do Brasil, ficando a disposição do interessado, em

retirar ou deixar rendendo os juros fixados pelo Governo Federal.



2. Lembramos que o FAM é um Seguro Coletivo, garantido por um pool de Seguradoras. Era, anteriormente, pela Bradesco Seguros, agora será pela MAPFRE Seguros, uma empresa multinacional tão confiável quanto a primeira.



3. Quanto temos um seguro auto, somos obrigados a, anualmente, renovar o nosso seguro individual, se desejarmos ter o nosso carro coberto contra qualquer sinistro contratado. Assim também é como o FAM, com uma pequena diferença, se no primeiro temos que procurar o nosso corretor, no FAM, por ser um SEGURO COLETIVO, a renovação é automática, dispensando essa necessidade.



4. Com a mudança para a MAPFRE, está ocorrendo a necessidade de todos nós, aderirmos a nova apólice,assinando o Termo de Adesão Simplificado ao FAM e entregando-o à FHE/POUPEX até o dia 31/12/2012. É importante esta Adesão pois, não há necessidade de preencher uma nova Declaração de Saúde e, convenhamos, para os mais antigos, as nossa condições de

saúde não são as mesmas de quanto éramos Tenentes ou 3º Sgt.



5. Quem não assinar o Termo de Adesão e entregá-lo à FHE/POUPEX, estará na condição daquele que não renovou o seguro de seu carro, ou seja, não terá um seguro de vida para amparar a família, na sua ausência.



6. O militar que não aderiu e desejar realizar um novo Seguro de Vida, seja no FAM ou em outra Seguradora, jamais encontrará as condições que o FAM oferece, prinicipalmente se ele já o possui a mais tempo. Além disso, para ser aceito em uma apólice de seguro, se apresentar algum problema de saúde terá que anexar um Atestado Médico informando suas condições sanitárias, podendo não ser aceito pela Seguradora.



7. Quem tiver alguma dúvida sobre o item acima, que faça uma pesquisa de mercado para averiguar, lembrando de comparar as mesmas coberturas que o FAM oferece.



8. Quanto aos novos aumentos previstos serão, unicamente, para garantir a viabilidade do Seguro, pois os nossos aumentos salariais estão ficando cada vez mais raros, e o FAM não pode ser prejudicado e nem as Seguradora, pois convenhamos, qualquer negócio tem que ser bom para as duas partes, não é mesmo!



9. Corroborando tudo que escrevi acima, afirmo que já assinei os dois Termos de Adesão Individual Simplificado ao FAM, referentes ao meu SEGURO MILITAR e ao SEGURO ESPECIAL , entregando-os ao Posto da FHE/POUPEX, em Cascavel.



10. Portanto, seria bom, não demorarmos muito tempo e entregarmos logo o Termo de Adesão, para não perdermos o prazo.

Espero ter colaborado com o Grupo nos esclarecimentos necessários. Em todo caso, continuo a disposição dos companheiros.



Um grande abraço a todos e nossos votos de muita paz e felicidades.



Cel R1 Wagner Cruz (Matbel / 1981)       RESPOSTA    
Brilhante as explicações, mas discordo do nobre Coronel, em gênero número e grau.

Não temos nenhuma vantagem com o FAM a não ser as mesmas oferecidas pelo mercado a qualquer cidadão comum,

Eu tenho um seguro de vida contratado junto a MONGERAL, pago R$ 68,00, para um capital segurado de 200.000,00, e em caso de acidente paga o dobro, por mais 102,00, tenho um plano de previdência para minha filha, que poderá ser sacado a qualquer tempo com os devidos descontos de praxe, se minha filha tivesse hoje 21 anos e tivesse pago por todo esse período, em valor atualizado caso fosse sacado nessa data daria algo em torno de 25.000,00.

Minha esposa tem um seguro e previdência privada tendo como estipulante a OAB/PR, paga em torno de 102,00, mensais por um capital segurado de 120.000,00, mais o plano de previdência privada.

Portanto não somos sócios do FAM e não temos nada de vantagem, e posso dizer mais a tal declaração de saúde é muito simples basta apenas declarar que possui ou não doença e assinar.

Não vejo com bons olhos essa mudança, veja bem atualmente pago R$ 68,00 para manter o seguro do fam, haverão 02 aumentos de 10% cada, em março e setembro de 2013, portanto só em 2013, serão 20%, o que elevará o valor do prêmio a ser pago para R$ 81,60 e em 2014, serão mais 20%, o que elevará o valor do prêmio para R$ 97,92, isso no final de 2014.

Lembrando que pela contratação inicial o valor do capital seria corrigido conforme o aumento do soldo.

Outra questão: O valor do prêmio e o capital segurado somente serão fornecido quando do envio da apólice, isso é o que diz o comunicado, isso é sonegar o direito de informação ao consumidor, como vamos contratar um seguro se não sabemos o valro que vamos pagar e nem sabemos qual vai ser o capital segurado.

Outra questão: o seguro terá vigência de 10 anos, até lá eu terei 55 anos, e se não renovarem novamente meu seguro como vou ficar, já estarei no grupo de risco, nem todo seguradora será obrigada a aceitar a minha proposta de seguro.

Questão ainda mais interessante: Se o negócio não estava bom para a Bradesco, por que é que a mesma ainda continua integrando a apólice do seguro?

Não vejo com bons olhos me parece mais um acerto de caixa.

Estou pesquisando outro seguro junta a outras seguradora e vou contratar de forma individual, o fato de ser seguro coletivo não garante nada a ninguem, fato comprovado é que a Bradesco já vinha há mais de 10 anos negando seguro para os militares e quando esse recorreram a justiça tiveram ganho de causa, então o fato de ser seguro coletivo não garante nada a ninguem.

Só mais uma questão, meu irmão é funcionario do governo do estado do Paraná, onde tem convênio com diversos bancos e financiadoras, a taxa de empréstimo consignado para os funcionários do estado do Paraná está bem abaixo das taxas praticadas pelo FAM, falei isso para o Chefe do posto da Poupex aqui em Cascavel - PR, em uma daquelas reunião feitas na SIB, o mesmo disse ser impossível, sugeri que levasse a idéia para a diretoria da poupex, até hoje não me deu resposta,, ora se o Governo do Estado consegue fazer isso, por que o FAM com mais de 500.000 associado não consegue.

Mais uma prova de que estamos em pé de igualdade com todos, ou seja, não temos benefício nenhum.

PT NUNCA MAIS. EXCEÇÃO AOS PAULISTAS.

Agora são todos santinhos.........tenha santa paciência.



A família do ex-ministro José Dirceu (Casal Civil) já se prepara para o pior: sua condenação em regime fechado por envolvimento com o mensalão. Enquanto o Supremo Tribunal Federal não decide a pena, parentes já planejam como serão as visitas na cadeia. A refeição da penitenciária é uma das preocupações, pois ele é reconhecido como um sujeito bom de garfo. "Meu medo é que ele se mate na prisão", chora Clara Becker, 71 anos, sua primeira mulher e mãe de seu filho mais velho, o deputado federal Zeca Dirceu (PT-PR).

Casados por apenas quatro anos na época da ditadura militar, ela é amiga próxima do ex-marido há mais de três décadas e tem certeza de que "Dirceu não é ladrão". "Se ele fez algum pecado, foi pagar para vagabundo que não aceita mudar o País sem ganhar um dinheiro (...) Se ele pagou, foi pelos projetos do Lula, que mudou o Brasil em 12 anos", afirma, referindo-se ao pagamento a parlamentares da base aliada que receberam dinheiro para votar a favor de propostas do governo do ex-presidente Lula, segundo a denúncia do Ministério Público.

Para ela, militantes do PT como Dirceu e José Genoino, ex-presidente do partido, estão sendo sacrificados. "Eles estão pagando pelo Lula. Ou você acha que o Lula não sabia das coisas, se é que houve alguma coisa errada? Eles assumiram os compromissos e estão se sacrificando", indigna-se.

"Sabe, é muito sofrimento. Uma vez peguei meu filho chorando de preocupação com o pai. E minha neta, Camila, também sente muito."

Desde que começou o julgamento da ação penal 470, Dirceu diminuiu sua exposição pública. Para se poupar de constrangimentos, ele evita circular com desenvoltura, ser visto em Brasília ou jantar fora - seu passeio predileto. Agora, o ex-todo-poderoso do governo Lula lista quem são seus amigos fiéis e os recebe em sua casa de São Paulo ou na de Vinhedo (SP). No fim de semana do dia 7 de outubro, eleição municipal, ouviu ao telefone uma ordem expressa: "Benhê, limpa a área que eu tô chegando". Era Clara avisando que lhe faria uma visita na casa do interior paulista e deixando claro que não queria dividir a atenção do ex-marido com mais ninguém - nem com a atual namorada dele, Evanise Santos. Clara saiu de Cruzeiro do Oeste, no interior do Paraná, levando em um isopor uma peça de carneiro temperada no vinho branco e alecrim. Instruiu a empregada a deixar a carne três horas no forno, enquanto aguardava o anfitrião chegar em casa.

Quando ele apontou no portão, ela ouviu também uma voz feminina. Chispou escada acima e se trancou no quarto, alegando enxaqueca. Só desceu quando seu filho bateu na porta e avisou que a "dor de cabeça" já havia ido embora. Depois do fim de semana de comilança e champanhe, Dirceu despediu-se dela, dizendo: "Preciso ir embora mais cedo para São Paulo, tenho que eleger o (Fernando) Haddad".

Parente. "Hoje gosto dele como se fosse meu parente, mas já sofri muito. Sabe aquele homem que é tudo o que pediu a Deus? Pois Deus me deu e me tirou", sorri. Clara, que conta nunca mais ter namorado depois de viver com o ex-ministro, foi casada, na verdade, com Carlos Henrique Gouveia de Mello, um jovem órfão paulistano de origem argentina, pessoa que nunca existiu, a não ser no disfarce adotado pelo então subversivo banido do Brasil e procurado pelo regime militar.

Clara sabia que o marido guardava um segredo. Imaginou que ele tivesse uma família em outra cidade, mas que teria fugido "da bruxa da mulher dele e se ele quer ficar comigo e não com ela, deixe ele aqui, né?", lembra. Só quando a anistia política foi decretada, em 1979, foi que José Dirceu contou à mulher quem realmente era, apontando uma foto dele e de outros exilados em recorte de jornal. "Pensei assim: 'Ai, era isso? Grande coisa', porque nem estava por dentro do que aquilo significava."

Sua preocupação foi ter registrado o filho com o nome de um pai fantasma. Mas compreendeu a importância da mentira. Também diz não ter-se magoado quando, assim que voltou a ser Dirceu, mudou-se para São Palo. "Ele até quis que eu fosse junto, mas não dava, eu estava com filho pequeno, ajudava minha família e ele nem salário tinha, só queria saber de fundar essa miséria desse PT", conta ela, que é petista roxa, com direito a uma piscina nos fundos de casa decorada com a estrela e a legenda do partido em minipastilhas.

Arrependida. Para ela, o único golpe foi ir a São Paulo e encontrar cabelos pretos de mulher no banheiro. Descobriu que era traída. "O Dirceu me disse: 'Se eu tenho outra é um problema, agora se a gente vai se separar é outra questão'. E eu: 'Não, senhor, acabou aqui, cara'. Peguei minhas coisas, o moleque pela mão e fui embora. Hoje, me arrependo, se eu não tivesse deixado o campo limpo, estaria com ele...", imagina.

Ela diz já ter preferido ser viúva a ver Dirceu "cada dia mais bonito" indo em sua casa visitar o filho todo mês. Depois se convenceu de que seria melhor para Zeca ter o pai por perto e sempre cedia sua cama para o ex-marido dormir com mais conforto, mesmo que ele não tenha contribuído com um centavo de pensão. Clara acha que nunca foi amada por ele. "Dirceu nunca amou nenhuma mulher nessa vida, viu? O que ele amou foi a política e pode ir preso por isso", diz. "Agora que o cartão de crédito acabou, quero ver quem vai lá visitá-lo", provoca.

Em um de seus últimos encontros com o ex-marido, Clara o fez chorar: "Eu disse a ele: 'A nossa ampulheta está acabando, você não se tocou, hein, garoto? Mas se um dia você precisar de mim, eu venho cuidar de você'. Ele ficou todo apaixonado e prometeu que ia me comprar um cordão de ouro igual ao que o ladrão me roubou. Mas não comprou, né, só falou..."



Esse pessoal deve pensar nas pessoas que ficaram sem assistência médica colégio e segurança.

PT NUNCA MAIS. EXCEÇÃO AOS PAULISTAS.

sábado, 27 de outubro de 2012

Demissão em massa na POUPEX

Repasso.............




> QUAL A VERDADE ? PORQUE ?

> Demissão em massa na POUPEX



> Essa correspondência tem por finalidade lançar uma luz em alguns

> procedimentos recentes da FUNDAÇÃO HABITACIONAL DO EXÉRCITO – FHE/

> POUPEX.

> Após a designação do atual General-Presidente – ERON CARLOS MARQUES –

> ficou-se na expectativa da filosofia de trabalho a ser implementada,

> após 15 anos de crescimento com o período presidido pelo Gen Burman.

> Nesse período, a Empresa passou por uma grande transformação,

> crescendo e se expandindo. Procurando chegar ao seu verdadeiro alvo:

> Atender à família militar onde estivesse.

> Nem bem chegou, sem ao menos conhecer a Empresa; sem sequer, vender um

> Seguro ou Empréstimo; sem procurar saber suas peculiaridades e

> características, já impôs estudo para corte de pessoal. Impôs

> ditatorial, arbitrária e pessoalmente. Consta, inclusive, a discussão,

> com um ex chefe da CODER, em que teria dado um murro na mesa, expondo

> claramente sua maneira de agir: “Eu quero...!!”

> Primeiramente, como preparação de terreno, passou a selecionar

> oficiais de Artilharia, para comporem seu “staff” – General

> Vice–Presidente (serve prá que mesmo?); Chefe da CODER; e outros mais

> próximos. Também, inchou a máquina contratando mais Generais (não

> seria isso uma reserva de mercado?).

> A Empresa, até então, cresceu sem tantos Generais Diretores. Há,

> inclusive, previsão de mais Diretorias – mais Generais – com admissão

> de pessoal não produtivo

> Criou um órgão de “caça às bruxas” – COTEP – concentrando 22

> Assessores (pasmem!) para incrementar cortes de empregados. Precisaria

> empregar todo esse pessoal para desempregar outros???

> Montou um nababesco esquema de mordomias, digno de uma Empresa

> riquíssima: No gabinete do desnecessário e figurativo Vice General

> Presidente (qual sua necessidade?) estão lotados 02 Secretárias; 02

> Assessores; 02 Auxiliares; e 02 Motoristas. E ele é apenas um Vice

> (sem utilidade). E o outro motorista, é para serviços particulares??

> Grandioso mesmo é o Gabinete do Sr Presidente General: 12 (isso mesmo

> 12) Assessores; 08 Auxiliares; 02 secretárias e 03 motoristas (precisa

> de motorista prá levar a madame ao Shopping? Veículo funcional, só

> pode usar durante o expediente, general!). Fica a proposta para o EIKE

> BATISTA.

> Isso tudo pago pela Empresa.

> Óbvio que para conhecer a Empresa O Presidente teve que correr o País

> e tome de sacar diárias e passagens, pagas pela FHE. E como rodou.

> Levando a madame a tiracolo. E as milhas ficam com ele.

> Pois bem, o Ditador Presidente General, contrariando toda a lógica das

> grandes empresas, começou a alardear resultados cada vez melhores.

> Recordes sobre recordes de concessão de financiamentos imobiliários

> (para os quais, não tem a mínima idéia de como se efetiva), fruto

> daqueles que EFETIVAMENTE fazem a Empresa crescer, vendendo,

> cooptando, convencendo e captando clientes:os Empregados dos

> Escritórios, particularmente chefes e subchefes, que estão diretamente

> em contato, dia-a-dia, com os clientes; atendendo; ouvindo; e

> encarregados (muitas vezes) de transmitir negações e indeferimentos,

> da Empresa, com os indesejáveis constrangimentos da fu nção, de negar,

> por vezes, a ex companheiros.

> Indiferente a tudo, e atento à sua Decisão impositiva, o Sr General

> Presidente (sem eleição), começou a executar seu Plano:

> Primeiramente, efetivou movimentação interna (típica de milico – a

> troca da mesa); trocando 6 por meia dúzia (sem trocadilho militar).

> Tirou daqui, pôs ali. Tirou dali e pôs aqui. Insatisfazendo a todos.

> Empregados que há anos exerciam suas funções.

> Depois, contrariando a lógica – A Empresa não está crescendo? Não é

> superavitária? Não está batendo recordes de financiamentos (graças aos

> seus vendedores, diga-se)? – resolve demitir e suprimir Postos e

> reduzir Escritórios, com a sustentação de que “era necessário fazer

> mais com menos....”.

> Se isso é verdade, poderia então começar dando o exemplo: Porque não

> fazer mais com menos gente no próprio Gabinete? O Sr Presidente

> General poderia trabalhar com 1/3 de seu efetivo, e ainda assim,

> seriam muitos. Uma boa economia.

> Também poderia, desde já, suprimir o cargo de Vice General Presidente,

> figura meramente protocolar, que não vende nada, não produz nada, e

> está no momento, passando como bedel de alunos, cobrando horários;

> cumprimentos entre empregados; correição de uniformes, etc. Coisas

> típicas do S/1 do Corpo de Cadetes. Não em uma Empresa, que precisa

> enxugar seus quadros, para produzir mais. Seria uma excelente

> economia.

> Sobre a COTEP, deveria, também, reduzir seu pessoal: se é pra cortar,

> comece com menos, gente fazendo mais (o que mesmo??). Aquela estória

> do “criar dificuldades, para vender facilidades”. Processo que é bom,

> até agora nada. Os Processos de Financiamentos Imobiliários, por falta

> de pessoal (aí sim, necessário) demandam muito tempo, para efetivação.

> Assim, iniciou-se uma degola geral: Suprime Postos de Atendimento.

> Reduz os Escritórios (alguns, já sobrecarregados, irão atender maior

> demanda com menos pessoal). E DEMITE, sumariamente, Chefes ou

> subchefes, em decisão nunca antes tomada na Empresa.

> Não houve remanejamento, ou consulta, para ocupação em outros

> Escritórios (o que normalmente ocorre em Empresas que respeitam mais

> seus empregados. Estão demitindo empregados que vendem. Que têm

> sustentado o crescimento da Empresa.

> As demissões sem critérios lógicos: quem é mais novo, mais velho,

> menos tempo, mais tempo de casa. Ou seja, tudo arbitrário.

> Se a Empresa está crescendo e produzindo mais, então, porque está demitindo?

> Ou o crescimento é falso ou as demissões buscam outro objetivo.

> Como o crescimento é real, só pode haver uma razão: abrir espaço para

> outros interessados.

> Se a FHE precisa enxugar quadros, não precisa contratar mais Generais

> (e claro, mais assessores de generais), mordomias e poderia dispensar

> os apaniguados (como os filhos do Chefe da CODER, coronel Flaeschen).

> O que realmente está acontecendo (e internamente, todos sabem, mas

> ninguém pode contrariar o General Ditador) é que há uma profunda

> manobra em curso, para suprimir todo e qualquer traço da presença do

> general Burman e do general Varjão. E imprimir nova marca na FHE: a

> Artilharia.

> Demite, sumariamente, quem foi contratado, pela gestão anterior (que

> não distinguia a origem do contratado), abrindo vagas, para os novos

> apadrinhados.

> Outra marca da atual Ditatorial Presidência: acabar com os pequenos

> apoios à Unidade militares, particularmente na aquisição de material

> esportivo e apoios às atividades esportivas e culturais, de um modo

> geral. Marca da administração Burman, que procurava aproximar o

> público alvo da Empresa.

> Atualmente, vale mais ofertar medalhas, diplomas e mimos ao Sr General

> Presidente, para se obter apoio (institucional).

> A FHE está perdendo terreno, para seus concorrentes, ao dar as costas

> para seu público.

> De tudo isso, vale registrar:

> a. A FHE é muito maior que seu atual e pequeno Presidente com suas

> manobras diversionárias;

> b. Se precisa economizar, vamos às dicas – Suprimir mordomias

> nababescas no Gabinete do Presidente. A filosofia é fazer mais com

> menos. Que dê o exemplo!

> Suprimir o desnecessário cargo de Vice General Presidente (demite os

> Assessores – que nem chefes e subchefes de escritório – e remaneja os

> demais empregados). Uma baita economia e menos um nível decisório (A

> COTEP deveria propor isso).

> c. Reduzir a 1/3 o efetivo da COTEP – Fazer mais com menos – e não

> contratar uma Empresa (de alto custo) para mapear processos, que não

> serão implementados.

> d. Poderia também rever contratações de parentes (Tipo chefe da CODER,

> que tem 2 filhos intocáveis, entre outros).

> e. Não se pode contratar mais ninguém acima do nível de Assistente

> Administrativo. Chega de Generais.

> f. Demitir o sem número de Assessores (que não assessoram nada), do

> mesmo nível dos chefes e subchefes, que ficam perambulando pela Sede,

> em Brasília, sem vender ou produzir nada. Só empurrando com a barriga.

> g. Chega de apoios (Da FHE) com fins pessoais, para retribuir agrados

> ao General Presidente.

> h. A FHE se voltar para sua finalidade precípua: apoiar os militares.

>

AS VERDADES QUE OS COMANDANTES NÃO QUEREM OUVIR, LER OU TOMAR CONHECIMENTO

A miséria humana nas Forças Armadas


Eu sou o que retrato nos meus textos. Os meus personagens são uma extensão de minha pessoa. Não crio, apenas relato aquilo que está dentro de mim.

José Geraldo Pimentel

Preocupa-me tudo que vejo a minha volta. Na maioria das vezes nada posso fazer; mas dou o meu grito de inconformismo. Luto mais pelos outros do que por mim mesmo. Não entendo muito dessa prioridade. Talvez sofrer as dores dos outros, é sofrer menos que com as nossas próprias dores. É um caminho.

A poucos dias uma de minhas filhas assistiu a agonia de um roedor, - gambá fêmea, - que fora atacado por um cão. Ao seu lado ficaram o que poderia ser os filhotes que escaparam da fúria do animal. A jovem correu em socorro dos filhotinhos do gambá-mãe, e os levou para a casa de uma amiga onde estava hospedada passando uns dias. Tratou os gambás com mamadeira. Depois apareceria em casa com os dois animaizinhos esquisitos, gordos e com um rabo fino de causar espanto. Os gambás filhotes não fediam, como normalmente se dizem dos mesmos.

Foram colocados em uma caixa de papelão e lá ficaram num canto ao lado da cama de casal. Eu tratei de me arranjar no outro quarto. Minha esposa, a filha e seus gambás se mantiveram confortavelmente instalados no melhor recinto da casa. Para encerrar esse episódio, dias depois, estando apenas a esposa no quarto, dormindo, e virando-se na cama, asfixiou um dos gambás, matando-o. O outro já tinha morrido dias antes, por incompatibilidade com o meio em que se encontrava.

Os pequenos roedores não prosperaram na vida, mas aprenderam amar um ser humano, não ter medo e dormir enfronhados nos cabelos compridos de uma garota que sempre soube ser generosa com os animais.

Poucos dias atrás escrevi um texto sobre a sobrevivência de outro roedor, - “O homem, o rato e a descoberta”, - desta feita um rato. O animal que causa mais repugnância às pessoas. Poucos entenderam a minha mensagem quando quis passar a idéia entre se ter e não se ter atitude.

Nesses dois exemplos há um sentido de comiseração, aquela coisa de tratar com respeito o seu semelhante. O amor ao próximo!

Poderia ficar por aqui. Mais tenho um objetivo mais amplo, trazendo ao debate os aspectos da disciplina e hierarquia. Qualquer empresa é movida sob estes pilares. Sem o representante do dono da empresa estabelecido em todos os escalões da direção, passando pela administração, produção e distribuição do produto final, não se chega a resultado algum. Nas Forças Armadas não é diferente. Disciplina e hierarquia, e muito espírito de corpo. Não se imagina um exército sair vitorioso em uma batalha, sem que estes alicerces estejam bem sedimentados. Quanto mais disciplinado e preparado estiver o combatente, maior será a chance da plenitude de um bom resultado na missão.

Um aspecto que chama a atenção nas FFAA é o lado da vaidade pessoal. Este lado da personalidade do indivíduo segue por toda a carreira do militar, dando uma trégua brusca quando alcança um patamar, que não seria o fim da jornada sonhada pela maioria. Chegou-se a general de brigada, mas não a general de divisão, ou não atingiu finalmente o posto máximo do generalato, que é o de general quatro estrelas, o general de Exército. O oficial que pode alcançar um cargo no Alto Comando do Exército. A maioria nem chega à morrer na praia, porquanto não se aventura embrenhar-se mar a dentro. Seu sonho é mais modesto, e o resultado a que chegou, o basta.

Nessa trajetória não se poderia colocar os graduados. O quadro é menos ambicioso, deixando uns poucos no patamar de uma promoção a capitão QAO (Quadro Auxiliar de Oficiais). Os que alcançam este posto se comprazem com a melhoria salarial, sem grandes vaidades, e sonhos de comando. Muitos, mesmo vislumbrando o último posto da carreira, se têm tempo para solicitar a reserva, o fazem tranquilamente.

Mas o que me motiva a escrever este texto é o lado humano do problema entre se sentir prestigiado, e por conseqüência, ter melhor rendimento no seu ofício, e a atitude que transita na fronteira entre a hierarquia e a prepotência. Uma palavra bem indigesta, mas verdadeira.

Dissertar sobre o tema seria me alongar e deixar mágoas pelo caminho. Prefiro mostrar soluções, palpáveis, que não doem no bolso e nem nas vaidades.

Se formos analisar a Medida Provisória 2215/2001 (MP DO MAL), veremos quantas vantagens que complementavam os salários, ficaram para trás, aviltando os vencimentos dos militares.

A reposição salarial se transformou em arma de vingança, em que um governo com tendências revanchistas, procura ir às forras com os militares. As autoridades militares que poderiam arbitrar um posicionamento no debate com as autoridades ligadas à área econômica do governo, às vezes nem tanto bem atendidas em suas necessidades, fazem-se de surdas aos clamores da tropa. Ganham menos do que mereciam, comparadas às carreiras secundarias da folha de pagamento do poder central. Mas não querem complicações para o seu lado. “Melhor ganhar um pouco menos, mesmo tratadas como cachorrões, do que perder tudo, ao por em risco o cargo!” E fica o dito pelo não dito. Insatisfação na tropa, desequilíbrio emocional, com o extremo de apelar-se para o suicídio, arbítrio que não é privilégio só de graduados. Oficiais generais chegaram a este ponto, e ninguém tomou uma providência! “Problema de família!” Alegam.

Problema realmente de família. Um graduado ou um oficial no inicio de carreira, supera as adversidades apertando o cinto, apelando para uma ocupação paralela, nas horas vagas... Mas um oficial general! Se faz uma palestra não é remunerado, diferentemente de indivíduos como o ex presidente da república, Luiz Inácio Lula da Silva, que teve muitos dos favores retribuídos com a paga de palestras organizadas por empreiteiras e empresas beneficiadas com obras superfaturadas e outros atributos inerentes ao submundo da contravenção dos bandidos de colarinho branco. Apelar para dar um tiro no céu da boca virou moda entre os oficiais quatro estrelas. Dói menos e não deixa seqüelas: mata mesmo!

Uma reunião do Alto Comando do Exército para tratar de coisas sérias, cairia bem. Alguns problemas deixariam de ser tratados como tabus, melhorando a vida dos militares. Vejam-se alguns exemplos:

- tirar da gaveta a Medida Provisória do MAL;

- diminuir o interstício das praças;

- levar em conta o tempo de serviço, e não simplesmente o posto. Um aspirante a oficial já sai da Academia Militar ganhando mais do que um subtenente com quase trinta anos de serviço, no final da carreira;

- ampliar a assistência médico-hospitalar do FUSEX a fim de atender a toda a família do militar: o próprio, a esposa, pais e filhos, aumentando o valor da mensalidade. Um plano de saúde, realmente, e não um arremedo de plano que constrange o militar;

- fazer uma fiscalização rigorosa no POUPEX e CAPEMISA, verdadeiros focos de exploração, cujos descontos não condizem com os pecúlios prometidos, e reajustes anuais que são feitos independentes de acompanhamento do reajuste da tropa; e

- não discriminar o reformado. O militar que completa 69 anos e 11 meses de idade, perde o direito a fazer empréstimo consignado ou a possibilidade de reformá-lo, situação que só existe no Exército, não acontecendo com as outras Forças, e nem com o funcionário civil do próprio Exército. Uma discriminação que considero covarde e odiosa!

Corrigir essas deficiências, será a mesma coisa que tratar o militar de menor graduação ou posto, com ao menos a consideração que uma pessoa caridosa dispensa a um animal, não importando se é um cavalo de raça, um cão ou gato de estimação, e até um simples roedor, que também é filho de Deus!

Preciso ser tratado como um ser humano. Chega de me tratarem como um roedor pestilento!

José Geraldo Pimentel

Cap Ref EB

Rio de Janeiro, 26 de outubro de 2012.

http://www.jgpimentel.com.br

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

CONHEÇA AS QUATRO UTILIDADES QUE ESTÃO ESCONDIDAS EM SEU CELULAR.



As quatro coisas que você nunca soube sobre seu celular.



Será útil manter essas informações com você.

Existem algumas coisas que podem ser feitas em caso de emergência.

Seu celular é uma ferramenta que pode salvar sua vida.

Veja o que ele pode fazer por você:



Emergência I

O número universal de emergência para celular é 112

Se você estiver fora da área de cobertura de sua operadora e tiver alguma emergência, disque 112 e o celular irá procurar conexão com qualquer operadora possível para enviar o número de emergência para você, e o mais interessante é que o número 112 pode ser digitado mesmo se o teclado estiver travado. Experimente!



Emergência II

Você já trancou seu carro com a chave dentro?

Seu carro abre com controle remoto? Bom motivo para ter um celular.

Se você trancar seu carro com a chave dentro e a chave reserva estiver em sua casa, ligue pelo seu celular, para o celular de alguém que esteja lá. Segure seu celular cerca de 30cm próximo à porta do seu carro e peça que a pessoa acione o controle da chave reserva, segurando o controle perto do celular dela. Isso irá destrancar seu carro, evitando de alguém ter que ir até onde você esteja, ou tendo que chamar socorro. Distância não é impedimento. Você pode estar a milhares de quilômetros de casa, e ainda assim terá seu carro destrancado.



Emergência III *3370#

Vamos imaginar que a bateria do seu celular esteja fraca. Para ativar, pressione as teclas: *3370#

Seu celular irá acionar a reserva e você terá de volta 50% de sua bateria. Essa reserva será recarregada na próxima vez que você carregar a bateria.



Emergência IV *#06#

Para conhecer o número de série do seu celular, pressione os seguintes dígitos: *#06#

Um código de 15 dígitos aparecerá. Este número é único. Anote e guarde em algum lugar seguro. Se seu celular for roubado, ligue para sua operadora e dê esse código. Assim eles conseguirão bloquear seu celular e o ladrão não conseguirá usá-lo de forma alguma. Talvez você fique sem o seu celular, mas pelo menos saberá que ninguém mais poderá usá-lo. Se todos fizerem isso, não haverá mais roubos de celular.



PS: Essas informações não são conhecidas, por isso passe para seus amigos e familiares


http://www.avaaz.org/po/petition/Votacao_no_Congresso_Nacional_da_Medida_Provisoria_221501_LRM_Lei_de_Remuneracao_dos_Militares/?cUbqwdb


domingo, 21 de outubro de 2012

Votação no Congresso Nacional da Medida Provisória 2215/01, LRM (Lei de Remuneração dos Militares).Assine a Petição

  Votação no Congresso Nacional da Medida Provisória 2215/01, LRM (Lei de Remuneração dos Militares).Assine a Petição




Assine a Petição

 

Votação no Congresso Nacional da Medida Provisória 2215/01, LRM (Lei de Remuneração dos Militares). Nós, signatários da presente Petição, solicitamos a Excelentíssima Presidente da República, Comandante em Chefe das Forças Armadas, se digne a envidar esforços no sentido de colocar a Medida Provisória 2215,/2001, em pauta de votação, em regime de urgência, uma vez que a mesma se encontra ENGAVETADA há ONZE ANOS, prejudicando sobremaneira os militares. PELA RELEVÂNCIA DA MATÉRIA COM CERTEZA A OPOSIÇÃO NÃO NEGARÁ APOIO. As Forças Armadas são o povo em ARMAS. Nós, assim como o povo, entendemos que nossa Comandante em Chefe não se furtará ao dever de socorrer seus COMANDADOS, por não ser de sua índole RENEGAR SEU POVO. Confiantes, agradecemos. Respeitosamente, Sarides Ferreira de Freitas, e signatários.


Por que isto é importante

A votação da Medida Provisória 2215/01, (Lei de Remuneração dos Militares), é de suma importância para os militares, pois será a oportunidade de corrigir injustiças que estão em vigor há longos anos. Solicitamos a sua ajuda para conseguirmos um número de assinaturas que possa representar o apoio do POVO brasileiro às Forças Armadas. Note Bem: Todos que tem um email podem assinar, (uma assinatura por email). Envie para sua lista de contatos. Obrigado!   http://www.avaaz.org/po/petition/Votacao_no_Congresso_Nacional_da_Medida_Provisoria_221501_LRM_Lei_de_Remuneracao_dos_Militares/?cUbqwdb

O Primeiro passo

MILITARES ELEITOS EM 2012:






Atualização: 18/10/2012 (19h)



PREFEITO ELEITO



Domingos Mourão - PI

Sgt Júlio César (EB) - eleito com 1.512 votos (PTB) 14



2º Sargento de Engenharia, Turma 2002/ESA, eleito prefeito em sua cidade natal.



Guajará Mirim - RO

Maj R1 Dúlcio (EB) - eleito com 7.762 votos (PT) 13



Dúlcio da Silva Mendes é Gaúcho, mas adotou Guajará Mirim-RO como sua cidade natal, tem formação em odontólogia, é escritor, artista plástico, e membro da Academia Guajaramirense de Letras.



VEREADORES ELEITOS



Anápolis - GO

Sgt Pereira Júnior (da Base) - eleito com 1.267 votos (PSL) 17001



Jataí-GO

Sgt RF (EB) Marcos Antonio (do Quartel) - reeleito com 2.386 Votos (PDT) 12555

Florianópolis - SC

Cel Paixão (Aer) - eleito com 2.393 votos (PDT) 12017



Piracicaba - SP

Cap Gomes (EB) - reeleito com 2.457 votos (PP) 11111



Caicó - RN

Sgt Alex Dantas (EB) - eleito com 1.216 votos (PSB) 40220



Santa Maria - RS

Cel RF Tavores - eleito com 1.542 votos (DEM) 25555



Ipecaetá - BA

Sgt Ademi (EB) - eleito com 319 votos (PSD) 55147



Ladário - MS

Comandante De Castro - eleito com 189 votos (PSB) 40999



Loanda - PR

Sgt Santos (EB) - eleito com 585 votos (PPS) 23300



Bituruna - PR

Sgt Leomar (EB) - eleito com 541 votos (PDT) 12345



Capela Nova - MG

ST Otacilio (EB) - eleito com 272 votos (PV) 43431



Catanhede - MA

Sgt Charles (EB) - eleito com 331 votos (PSDC) 27888



Amambai - MS

CB David Nicoline - eleito com 462 votos (PPL) 54123



Resende Costa - MG

1º Sgt RF (EB) Ângelo M. Resende (Ângelo do Mac) - eleito com 208 votos (PT) 13333



Tabatinga - AM

Sgt Edvaldo (EB) - eleito com 858 votos (PSDB) 45222

CB R1 Figueiredo (EB) - eleito com 583 votos (PSDC) 27777

Sgt R1 Josias (EB) - eleito com 512 votos (PSB) 40123

Cap R1Prof. Zilmar (EB) - eleito com 336 votos (PSB) 40000



OBS: O Sgt Edvaldo foi o mais votado em Tabatinga.



Guaxupé - MG

Sgt Kilian (EB) - eleito com 413 votos (PSDB) 45001



Pirassununga - SP

SD RF(EB) Gilberto Santa Fé - eleito com 410 votos (PDT) 12222



Senhora dos Remédios - MG

Sgt André Dornelas (EB) - eleito com 319 votos (PR) 22222



OBS: Vereador mais votado.



Cáceres - MT

CB RF Pinheiro (EB) - eleito com 693 votos (PRTB) 28190



Vila Bela da Santíssima Trindade - MT

CB Carlos (EB), (Arueira) - eleito com 221 votos (PTB) 14123



Mimoso de Goiás - GO

Sgt Henk (EB) - eleito com 133 votos (PMDB) 15555



OBS: Vereador mais votado.



Simplício Mendes - PI

Cap Everton - ativa (EB) - eleito com 319 votos (PMDB) 15622



Lagoinha do Piauí - PI

Manoel Neto (FFAA) - eleito com 109 votos (PTB) 14777



Neópolis - SE

Jose Luiz de Araujo (Zé Luiz) (FFAA) - eleito com 548 votos (PSC) 20000



Pedralva - PR

Sebastião D. de Lima (Tião Lima) (FFAA) - eleito com 170 votos (PR) 22580



Benevides - PA

Mauro Sampaio (FFAA) - eleito com 671 votos (PMDB) 15555



Vila Nova do Sul - RS

João Cavalheiro (FFAA) - eleito com 256 votos (PMDB) 15000



OBS: Vereador mais votado



Belford Roxo - RJ

Antônio R. M. Junior (Tuninho Medeiros) (FFAA) - eleito com 1.711 votos (PRTB)

28013



Uruguaiana - RS

Cap-Ten Ref (MA) Irany Fernandes - eleito com 1.426 votos (PP) 11123



Fonte: http://montedo.blogspot.com.br/



“A FARDA NÃO ABAFA O CIDADÃO NO PEITO DO SOLDADO” – Marechal Osório

sábado, 20 de outubro de 2012

Militares respondem nas urnas ao governo PETISTA.





Em Santa Maria - RS, a segunda maior guarnição militar do Brasil, o PT não conseguiu a sonhada vaga na prefeitura e somente elegeu quatro vereadores dentro do universo de 21 vagas.

Uma questão importante para os analistas políticos já que a cidade tem cerca de 196.000 eleitores e grande parte deles são militares das Forças armadas, familiares e amigos, e estes estão extremamente insatisfeitos com o governo do PT.


Na cidade de JATAÍ – GO o segundo mais votado para o cargo de vereador foi o Militar reformado MARCOS ANTONIO FERREIRA, Conhecido como Marcos Antônio do Quartel, que conseguiu a vaga com 2.386 votos.

Na cidade está situado o Batalhão de infantaria motorizado, portanto ha muitos eleitores militares, dependentes e amigos.


Em Jataí nenhum candidato do PT conseguiu ser eleito.


Em Florianópolis foi eleito o Coronel da Aeron. Ref. Waldyvio da Costa Paixão.


Fonte: http://sociedademilitar.com



General Enzo irritará Dilma se cumprir decreto que manda cassar Medalha do Pacificador de Genoíno





O julgamento do Mensalão se transforma em dor de cabeça para o Exército. Militares na reserva começam uma ativa campanha via internet para pedir ao General Enzo Peri, comandante da Força Terrestre, que promova a cassação, ex officio, da Medalha do Pacificador concedida a José Genoíno Netto (ainda assessor especial do Ministério da Defesa, pois não teve seu pedido de exoneração ratificado pela Presidenta Dilma Rousseff, apesar da condenação por corrupção ativa no STF.



O Decreto nº 4.207, de 23 de abril de 2002, que regulamenta a concessão da maior honraria dada pelo Exército, é bem claro em casos como o de Genoíno. O Artigo 10 prescreve que perderá o direito ao uso da Medalha do Pacificador e será excluído da relação de agraciados o condecorado nacional ou estrangeiro que: a) tenha sido condenado pela Justiça do Brasil, em qualquer foro, por sentença transitada em julgado, por crime contra a integridade e a soberania nacionais ou atentado contra o erário, as instituições e a sociedade brasileira; c) tenha praticado atos pessoais que invalidem as razões da concessão, a critério do Comandante do Exército.



O General Enzo fica em uma encruzilhada. Se cassa a medalha de Genoíno arruma uma briga imensa com sua comandante-em-chefe Dilma Rousseff – que até agora ignora, sem confirmar no Diário Oficial, o pedido de exoneração feito publicamente por Genoíno, na semana passada. Se Enzo mantém a medalha com o condenado no Mensalão, além de ficar queimado com seus pares, acaba desrespeitando o Decreto nº 4.207, que lhe confefe poder de cassar, ex officio, a medalha do condecorado nacional que “tenha cometido atos contrários à dignidade e à honra militar, à moralidade da organização ou da sociedade civil, desde que apurados em sindicância ou inquérito”.



O claro e cristalino Decreto nº 4.207, de 23 de abril de 2002, pode ser consultado no link:



http://www.sgex.eb.mil.br/medalhas/pacificador/pdf/DecMedPac.pdf

Como os comandantes são cuidadosos quando eles não

20 de outubro de 2012Cesto sem tampa: o fantasma do 'Bilhete Único'

Recebi de um leitor do blog. Devo dizer que reconheço nessa sistemática autofágica dos altos coturnos a velha prática do cesto de caranguejos militares, aquele que não precisa de tampa.





Caríssimo Companheiro Montedo,

Antes de mais nada, gostaria de parabenizá-lo pelo belo trabalho feito a frente do Blog. Me tronei seu fã.

Infelizmente não vou me identificar por temer represálias dos meus superiores hierárquicos, a única coisa que posso dizer é que sou sargento do exército.

O motivo do meu contato é sobre a nova ordem expedida pelo Comandante do Exército e que trata sobre “Aplicabilidade da tarifa de Bilhete Único ao pagamento de Auxílio transporte”. Vou relatar o fato, talvez você não tenha pleno conhecimento:

A Diretoria da Marinha questionou, através de um processo administrativo, a possibilidade de pagamento de auxílio transporte aos militares e civis das forças armadas, com base no valor da tarifa do chamado Bilhete Único (Sistema de integração de transportes existentes nas regiões metropolitanas no Rio de Janeiro e São Paulo), alegando o disposto na Medida Provisória nº 2.165-36/2001, e citando uma Orientação Normativa do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão – MPOG, que determinou “aos dirigentes de recursos humanos dos órgãos e entidades públicas (...), a escolha do meio de transporte menos oneroso para a administração (...)”. (ON nº 04, de 8 de abril de 2011).

Por sua vez, o Excelentíssimo Sr Ministro da Defesa em 22 de Agosto de 2012, aprovou o entendimento adotado no PARECER Nº 471/2012/CONJUR-MD/CGU/AGU e determinou que a concessão do auxílio transporte deveria ser o menos oneroso para a Administração, ou seja, deveria ser “implantado” a utilização, pelos militares e civis das forças armadas, do Bilhete único.

Caro Companheiro Montedo, permita-me fazer algumas considerações:

1º ponto: Já existe uma determinação nos quartéis que, o militar que for trabalhar de carro ou carona, tenha seu vale transporte descontado, pois o referido auxílio é para a utilização em transportes públicos. Isso gera enorme desconforto na tropa, pois para que o vale não seja descontado os militares tem deixado seus veículos distantes até 1km do local de trabalho, e de lá vai andando.

2º ponto: Nosso Ministro e nossos chefes não assistem televisão? Estamos no Rio de Janeiro/São Paulo, somos caçados por bandidos, temos que esconder nossa identidade para não morrermos só por sermos militares.

3º ponto: Somos militares, só lembrando, temos hora para chegar mas não temos para sair. É a utilização do carro que permite chegarmos em casa um pouco mais cedo e principalmente com mais segurança. Utilizamos o valor do auxílio transporte, que já vem descontado de 6% do soldo, para complementar nos gastos com combustível.

4º ponto: A utilização do Auxílio Transporte não atinge os oficiais, tendo em vista o valor dos 6% de desconto, ou seja, não temos quem “brigue” por nós dentro dos quartéis com isso a única forma de “dar o grito” é de alguma forma denunciando isto.

5º ponto: Como assim onerar menos a administração? A prefeitura arca com a diferença na integração entre os transportes com a utilização do Bilhete único. Ou seja, não pode onerar a administração federal mas pode onerar a administração municipal? Onde está a coesão no assunto? E será que a assessoria jurídica que emitiu tal parecer esqueceu desse fato, ou pior, omitiu tal informação na hora de emitir sua “incontestável” decisão?

6º ponto: Sugestão: Já que a Marinha pensa em economizar, por que não dá o exemplo: os guarda marinhas em sua “viagem de ouro” recebem em dólares, e porque isso? Quem sabe receber apenas e de forma justa apenas os salários que lhes são devidos.

E o exército, uma forma de economizar é reduzir a quantidade de transferências dos oficiais, que são transferidos de dois em dois anos (já imaginou a economia?), ou ainda, porque não acabar com as diárias dos oficiais generais e oficiais em visitas a outras OM? Afinal, a passagem é paga pelo EB, a estadia é a melhor possível em Hotéis de Trânsito e também paga pelo EB, quanto a alimentação, não vou nem comentar mas também é paga pelo EB. Pra que Diárias Caríssimas para a União? E as comitivas, ás vezes, são enormes. Imagine a economia que seria feita!

O que não dá é pra obrigar os militares e funcionários civis das forças armadas a utilizar um sistema de integração de transportes públicos deficiente e principalmente que não oferece o mínimo de segurança de madrugada, à noite, nos finais de semana e etc.

7º ponto: o ministro em seu despacho decisório concluiu que, “a fim de que não haja quebra do princípio de igualdade, deverá ser estendido aos Comandos da Aeronáutica e do Exército o entendimento fixado mo citado parecer.

O ministro sabe que os intertícios de promoção entre as forças é diferente, sendo na marinha e na aeronáutica bem menor que no exército? E isso fere um dos pilares chamado hierarquia?

O ministro sabe que na aeronáutica o sargento já sai recebendo adicional de qualificação e que no exército só recebe depois so CAS (depois de 10 anos)?

Então porque falar em principio de igualdade? Que igualdade é essa que Sá vale na hora de onerar o militar?

Caríssimo Companheiro Montedo, não deixe de denunciar estes problemas da tropa. E este problema está inquietando demais o baixo escalão. Não queremos ser obrigados a utilizar cartão de integração e perder o direito de escolha. Quero poder ir trabalhar de carro e não ter meu vale transporte calculado em cima de integração de Bilhete Único e muito menos tê-lo descontado. Para o militar, o trajeto casa-trabalho-casa, se faz muitas vezes no escuro, numa cidade violentíssima como Rio de Janeiro/São Paulo. Diversos militares moram em comunidades ou próximo a elas, e no carro está a opção mais segura de ida e volta para junto de sua família.

Agradeço a atenção dispensada

Sgt .......... e Família

Fontes “Bibliográficas”:

- Despacho Decisório Nº 37/MD, de 22 de Agosto de 2012.

- Processo MD Nº 61001.007225/2012-13

- DIEX Nº 74-Asse1/SSEF/SEF – CIRCULAR

comentários de um anônimo em um blog de assuntos militares em respostaa alfinetadas de um suposto oficial


O indivíduo que acha que as Praças são rebeldes e frustradasgratuitamente realmente tem uma visão muito curta do que acontece aoseu redor. É um indivíduo desconectado da realidade que o cerca.Senhores Oficias, as Praças não são frustradas, nós estamos é de sacocheio de sermos babás dos Senhores, de sermos diminuídas e tratadascomo indivíduos de segunda categoria.Senhor Oficial, olhe a vila de PNR da sua guarnição! A que grupopertencem as maiores, melhor localizadas (menos isolada e melhoratendidas por comércio e transporte público) e mais conservadas casase apartamentos (PNR)? Senhor Oficial, quem é promovido mais depressae, logo, recebe mais aumentos remuneratórios através de promoção aolongo da carreira (menor tempo de interstício)? Senhor Oficial, quemcome a melhor comida no quartel? Senhor Oficial quem leva 10 anos paraganhar estabilidade no serviço público? Então não achem que as Praçassão frustradas não, olhe à sua volta, quem carrega a porra do quartelnas costas ? A nossa postura de REVOLTA é uma simples REAÇÃO à AÇÃOdos Senhores. Porra, vcs não conseguem nem achar sozinhos onde fica aporra da resma de papel na própria seção? Vcs que não atendem nem aporra do telefone que vcs fazem questão que fique próximo a vcs paranão terem que se levantar da cadeira quando quiserem fazer ligações!Vcs nem se levantam da cadeira para pegar o documento que vcs mesmosmandam imprimir na impressora da própria seção.Não me venham com o discurso de UNIÃO porque a rotina, a realidade nacaserna é de tratamento diferenciado (melhor aos oficias e pior àsPraças), portanto como falar em unir grupos tão desiguais? Paracomeçarmos uma UNIÃO os Senhores deveriam primeiro eliminar asdiferenças imperiais e babacas como a que existe lá no Hospital NavalMarcílio Dias, em que existe calçada para circulação de Oficial ecalçada para circulação de Praça... estacionamento para Oficial eestacionamento de Praça... elevador de Oficial e elevador de Praça...banheiro de oficial e banheiro de Praça – porra, até para cagar emijar há diferença, como se a Praça tivesse algum tipo de doençacontagiosa ou tivesse menor grau de higiene - talheres bonitos e bemlimpos para o Oficial e bandejão engordurado para o Soldado... Seráque na Guerra existirá diferença no enfrentamento do inimigo: oficialirá combater os inimigos portadores de pistolas e espadas e as Praçasenfrentarão todo o resto? É por estas e outras babaquices que nósvemos nos Senhores pessoas fracas e incoerentes que precisam destasfirulas e cerimoniais para parecerem superiores, quando na verdadedeveriam ser superiores nas atitudes, na capacidade de trabalho, naboa razão ao dar ordens e na capacidade de liderança, que por sinal éuma qualidade em falta nas Forças Armadas. Até hoje não vi um Oficiallíder, só chefes intelectualmente fracos e preguiçosos!A postura ignóbil que muitos dos Senhores adotam hoje é que provocam anossa REação, que sob o ponto de vista dos Senhores é definida como"indisciplina" ! Aliás, na cabeça dos Senhores, Forças Armadasresumem-se a HIERARQUIA e DISCIPLINA. Saibam Senhores, que novocabulário português também existem as palavras e expressões: RETIDÃODE CARÁTER, HONRADEZ, BOM SENSO, EQUIDADE, RAZOABILIDADE, SENSO DEJUSTIÇA, DIGNIDADE, HONESTIDADE, RESPEITO, FRATERNIDADE,RESPONSABILIDADE, LIDERANÇA e muitas outras que os Senhores deveriamconsiderar fazer parte do vosso dia a dia. No Exército de hoje, depaz, a maioria dos Senhores - existem poucas exceções - são merosassinadores de papel, desculpem-me a sinceridade! Os Senhores dependemmuito mais de nós do que o contrário !



quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Esta faltando coragem ou..................





 Condecorados que desonram as Condecorações Militares



No recente escândalo do Mensalão, atualmente sendo julgado no Supremo Tribunal Federal, já foram condenados algumas pessoas agraciadas com Condecorações Militares, de acordo com critérios conhecidos somente por seus proponentes, já que não há registro sabido de que hajam prestado relevantes serviços ao Exército. Pelo contrário, a atuação de pelo menos dois desses sujeitos no Congresso Nacional sempre foi de acentuado revanchismo contra a caserna, devido ao período de governo militar que se seguiu à Contrarevolução de 1964.

São eles:

João Paulo Cunha - Medalha do Pacificador em 2003; e Grande Oficial da OMM em 11 Fev 2005;

José Dirceu de Oliveira e Silva - Grande Oficial da OMM em 25 Mar 2003;

José Genoino Neto - Medalha do Pacificador em 2003;

Valdemar Costa Neto - Medalha do Pacificador em 1993, Comendador da OMM em 29 Mar 1995, e Grande Oficial da OMM em 25 Mar 2003;

O Comandante do Exército tem a obrigação legal e moral de propor ao Conselho da OMM a exclusão desses condenados; e de cassar, ex officio, as Medalhas do Pacificador a eles concedidas.

E, aproveitando o ensejo, mandar verificar a situação processual de outros nomes que destoam na relação de agraciados com honrarias militares. Por exemplo:

- Geddel Quadros Vieira Lima, cujo "prontuário" pode ser lido em Aveloz - Medalha do Pacificador em 2009, e Comendador da OMM em 30 Mar 2000;

- Genebaldo de Souza Correia (um dos "anões do orçamento") - Comendador da OMM em 31 Jul 1991, e Grande Oficial da OMM em 02 Ago 1993;

- José Roberto Arruda - Comendador da OMM em 10 Abr 2001;

- Paulo Salim Maluf - Grande Oficial da OMM em 18 Ago 1980;

- Roberto Jefferson Monteiro Francisco - Medalha do Pacificador em 1995 e Comendador da OMM em 31 Mar 1997;

- Severino José Cavalcanti Ferreira - Medalha do Pacificador em 1998; Comendador da OMM em 30 Mar 2000, e Grande Oficial da OMM em 22 Mar 2005;

E sendo muito otimista, poderia ser feita uma revisão para responsabilizar, pelo menos moralmente, os responsáveis pela indicação desses agraciados que deslustram as Condecorações recebidas, ao mesmo tempo em que se recomende maior cuidado quanto aos aspectos éticos dessas indicações. Afinal, não pode ser considerado minimamente correta a indicação, para essas honrarias, de pessoas que mancham o nome do Exército, enquanto que a grande maioria dos militares cumprem 30, 35 anos de dedicação, servidão mesmo, em prol da Instituição sem sequer sonharem com a chance de serem agraciados com alguma Condecoração a não ser a Medalha de Tempo de Serviço ou a de Tempo de Tropa, concedidas não por indicação mas unica e exclusivamente por seus méritos.

Resta saber se haverá coragem moral para a execução das providências necessárias para essa limpeza moral na lista dos agraciados com Condecorações Militares.

Ou se será providenciada uma mudança urgente na legislação.

Ou se a legislação vigente será simplesmente "esquecida" e a vida seguirá seu rumo com medalhas criadas para enaltecer virtudes militares sendo distribuídas sem critério algum à cumpanherada do (des)governo, enquanto os verdadeiros militares, os que não possuem acesso aos gabinetes palacianos, tem seu merecimento solenemente ignorado.

Já não basta a humilhação imposta por meio dos vencimentos abastardados, os militares que honram sua farda e seus valores tem que conviver com canalhas elevados ao patamar de credores de homenagem especial do Exército Brasileiro.

http://mujahdincucaracha.blogspot.com.br/



sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Votação no Congresso Nacional da Medida Provisória 2215/01, LRM (Lei de Remuneração dos Militares).

Falta pouco para sete mil adesões. Venha fazer tua parte.

http://www.avaaz.org/po/petition/Votacao_no_Congresso_Nacional_da_Medida_Provisoria_221501_LRM_Lei_de_Remuneracao_dos_Militares/?cUbqwdb

Regras para o cadastro positivo PROTESTE comemora que tenha sido mantida a responsabilidade objetiva, garantida pelo CDC.





Está assegurada no cadastro positivo a responsabilidade objetiva prevista no Código de Defesa do Consumidor (CDC), e da qual as empresas tentaram se livrar colocando de contrabando na Medida Provisória nº 563/201, um dispositivo que mudava o previsto na lei nº 12.414/2011.



Foi vetado no último dia 18, pela Presidente da República, Dilma Rousseff, o Projeto de Lei de Conversão (PLV) nº 18, que previa em seu artigo 72, a exclusão da responsabilidade objetiva e solidária do consulente (fornecedor de crédito que consulta os dados do consumidor antes de lhe conceder financiamento) do banco de dados, por eventuais danos materiais e morais causados ao consumidor.



A PROTESTE Associação de Consumidores avalia importante a medida, pois o consulente (quem vai consultar o cadastro) não pode se livrar da responsabilidade e se gerar dano terá que indenizar o consumidor.



A regulamentação da Lei nº 12.414/2011 do cadastro positivo é importante para garantir que os dados do consumidor sejam utilizados de forma responsável. O consumidor que aderir ao cadastro permitirá o monitoramento de toda sua vida financeira pelo birô de crédito. É preciso cautela porque o mau uso desses dados podem gerar danos.



A consulta ao banco de dados pelo fornecedor de crédito somente pode ser feita quando o consumidor mantém ou tem a intenção de manter relação creditícia com o fornecedor. Qualquer outra razão para a consulta gera danos à privacidade do consumidor e merece indenização.



O Cadastro positivo foi alardeado pelo sistema financeiro como fundamental para os juros caírem, mas recentemente vimos que eles caíram, mesmo antes da regulamentação do cadastro. O temor da PROTESTE é que o mercado comece a condicionar a liberação de crédito à inclusão no cadastro positivo, que é opcional. O consumidor pode ser bom pagador, mas não querer ter seu nome em cadastro.



O veto ao artigo 72 do PLV 18 foi assim justificado: “a retirada do consulente da cadeia solidária de responsabilidade do cadastro positivo fragiliza a proteção do consumidor vítima de eventuais danos patrimoniais ou morais.”



Aqueles que quiserem ingressar no cadastro positivo devem fazer um pedido formal, ou haver previsão em cláusula à parte em um contrato de financiamento ou compra a prazo, por exemplo. E a consulta aos dados deve ser facilitada a qualquer tempo, com livre acesso de todo cidadão às suas próprias informações. Os bancos de dados terão registradas as informações sobre o histórico de pagamentos do consumidor (pessoa física ou jurídica).



O consumidor poderá solicitar impugnação de qualquer informação "erroneamente anotada" sobre ele e ter, em até sete dias, sua correção ou cancelamento e comunicação aos demais bancos de dados. E poderá cancelar seu cadastro.



As informações incluídas no cadastro devem ser objetivas, claras, verdadeiras e de fácil compreensão, “necessárias para avaliar a situação econômica do cadastrado”.



O compartilhamento de informações entre os bancos de dados só será permitido se for autorizado pelo cadastrado em documento específico ou cláusula à parte de um contrato de compra.



Os gestores dos bancos de dados serão obrigados a fornecer ao cadastrado todas as informações que houver no cadastro.



O cadastrado terá direito de saber quais os bancos de dados que compartilharam seus arquivos e quem consultou as informações.



O prazo de permanência das informações nos bancos de dados é de 15 anos.



O texto proíbe a anotação de informação considerada excessiva, que não tenha relação com a análise de risco de crédito ao consumidor. Não é permitido que haja no cadastro informações sobre origem étnica, sexual, sobre saúde ou convicções políticas e religiosas.



O banco de dados, a fonte e o consulente são responsáveis objetiva e solidariamente pelos danos materiais e morais que causarem ao cadastrado.



Fonte: Proteste.org.br - 21/09/2012

Empréstimo consignado está na mira do Procon



por Eduardo Santana O Procon-PR (Coordenadoria Estadual de Proteção e Defesa do Consumidor) tem apertado o cerco contra as instituições financeiras que ofertam crédito consignado. O órgão aderiu à ação nacional que visa alertar o consumidor sobre o empréstimo oferecido em geral a servidores públicos e aposentados, com parcelas descontadas em folha de pagamento ou do benefício.



A modalidade é uma das campeãs de reclamações no órgão. Só no primeiro semestre deste ano, foram registradas 2.182 queixas contra bancos e instituições financeiras. De acordo com a coordenadora do Procon-PR, Claudia Silvano, um dos focos da ação é coibir a ação dos chamados “pastinhas”, que são promotores de crédito terceirizados que vendem empréstimo consignado. “Como há a portabilidade financeira, esses representantes de pequenos bancos e financeiras oferecem a troca da prestação por outra de mesmo valor e dinheiro na conta corrente. Mas não revelam que isso se trata da contratação de um novo financiamento”, diz a coordenadora.



Claudia conta que o principal alvo dos “pastinhas” são em geral pessoas simples com baixo grau de instrução e aposentados já muito idosos. “Essas pessoas são fáceis de ludibriar. E sempre há problemas nesses processos porque os bancos não querem perder o cliente e atrapalham o procedimento. O que queremos é que, ao invés do ‘pastinha’ trazer esse imbróglio pro Procon, que o aposentado ou beneficiário venha até nós para podermos explicar realmente as condições do negócio”, afirma.



Aposentado é alvo fácil



Os alvos preferidos dos vendedores de crédito das instituições financeiras são os aposentados. Por terem renda fixa, as parcelas do empréstimo são descontadas diretamente na fonte e o índice de inadimplência é zero. De acordo com a Associação dos Aposentados e Pensionistas do Paraná (Apospar), esses fatores, aliados à falta de informação por parte dos aposentados, criam o cenário perfeito para a venda de empréstimos consignados em condições controversas.



“A grande maioria dos aposentados não tem o acesso pleno à informação sobre esses empréstimos e por isso acaba cedendo às investidas dos bancos, que têm um padrão de venda agressivo, quase que forçando a pessoas a aceitar o empréstimo. Nunca explicam devidamente as condições, valor dos juros e como aquela parcela pode afetar na vida de um aposentado”, afirma Joscy Antônio Silva, vice-presidente da Apospar. Segundo ele, a compra de dívidas é outro grande problema enfrentado pelos aposentados. “Os bancos disputam as dívidas e, nesse processo de portabilidade, um pensionista ou aposentado pode pagar mais do que deve porque pode pagar parcelas a mais só pra pagar os juros”, cita.



Apesar dos problemas, ele considera o empréstimo consignado um benefício importante para aposentados e pensionistas. “É preciso haver mais informações por parte do INSS, campanhas explicando o empréstimo e mais fiscalização nos bancos e instituições financeiras”, cobra. A Arpor oferece assessoria jurídica para auxiliar os aposentados e pensionistas em empréstimos.



Fonte: parana-online.com.br - 24/09/2012

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Serra, pare de falar com o PT e comece a falar com o eleitor.



PARA OS PAULISTAS

Serra, manda o PT falar com a tua mão!



José Serra, o PT não vai votar em você. Muito menos a Folha de São Paulo. Menos ainda o Gilberto Dimenstein. Esta falsa polêmica de que determinados assuntos não devem ser tratados em campanha eleitoral tem que acabar. O eleitor não quer discutir metrô, escola, corredor de ônibus, bilhete e o escambau. Isso todos os prefeitos farão, uns mais, outros menos. O eleitor está pronto para discutir valores, ética, liberdade, democracia. Por que o Mensalão não deve ser pauta, se o PT roubou cofres públicos para comprar dois mandatos de Lula e hoje, de posse da máquina, continua comprando partidos com ministérios, cargos e emendas parlamentares? Tem cabimento a Presidente da República deixar Brasilia para atender a pedido do Lula e passar quatro horas negociando prefeituras Brasil à fora, montando um balcão de compra e venda em alguma sala escura de hotel? E qual é o problema de você, José Serra, botar a cara na TV e perguntar se a sociedade paulistana quer ou não quer discutir orientação sexual dos seus filhos? Se ela concorda com esta verdadeira invasão de privacidade que eles estão propondo? Se concorda com a política do PT e com o Kit Gay criado pelo Haddad? Mostre os filmes daquela campanha para a sociedade paulistana. Bota na TV. Discute o tema. É hora de mostrar quem é o PT. É hora de abrir os olhos do país, que acompanha de perto a eleição paulistana, para os métodos e para as baixarias do partido do Mensalão. Por fim, quem pode impedir você, José Serra, de ter ao seu lado as igrejas, defendendo valores, ética, moral? Melhor igrejas do que os bancos laranja do Mensalão, as empreiteiras e as empresas de fachada que sustentam as campanhas da esquerda. Aqui vai o alerta! José Serra, faça uma campanha dentro dos manuais de marketing eleitoral, com vacinas, livros brancos, livros negros e outras merdas que não funcionam mais e perca a eleição. Chame o povo paulistano para discutir valores, vida, visão de mundo e você vai sair vencedor.

Coturno noturno

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Comunicado FAM-Poupex - MUITO IMPORTANTE

Comunicado FAM-Poupex



Encaminho aos Companheiros militares ativos, inativos para conhecimento. Conforme informações do gerente da POUPEX estaremos recebendo o Novo Termo de Adesão pelo correio. Mas para isso acontecer temos que nos pronunciar até 31/12/2012. Olho Vivo!!!!!!!!


FAM - Fundo de

Apoio à Moradia

Senhor (a) Segurado (a),

O FAM foi concebido com a premissa de garantir segurança à família do participante, aliando dois

produtos, ou seja, a formação de poupança e um seguro de vida, sem onerar em demasia o orçamento

familiar. Por isso, tornou-se um produto consagrado pelo público da FHE.

Nesses 25 anos, manteve-se estável, inclusive nos períodos de inflação elevada e dos diversos planos

econômicos, quando a FHE, como estipulante das apólices e mediante negociação com as seguradoras

participantes, preservou, nas melhores condições, o interesse do grupo segurado.

Ao longo desses anos, por meio do FAM, mais de 32.000 beneficiários foram indenizados. Só no último

período de vigência, foram pagos mais de R$ 200.000.000,00 em indenizações.

Conforme explicitado no Manual do Participante, que segue os normativos emanados pelo Conselho

Nacional de Seguros Privados – CNSP e pela Superintendência de Seguros Privados – SUSEP, há

previsão de revisão anual, em setembro, das condições das apólices estipuladas pela FHE.

Em análises realizadas quando da expectativa de renovação das apólices, constatou-se a necessidade

da correção do prêmio para assegurar o equilíbrio financeiro-atuarial do seguro e, por conseguinte, a

sustentabilidade do Seguro de Vida em Grupo vinculado ao FAM.

Após sucessivas reuniões de trabalho, a FHE recebeu, da seguradora líder (Bradesco Vida e

Previdência), comunicado informando que, caso não fosse aplicado reajuste no prêmio, o equilíbrio

financeiro-atuarial das apólices estaria comprometido e, consequentemente, elas não seriam renovadas

por novo período nas mesmas condições anteriores.

Com a preocupante perspectiva da não renovação do seguro, a FHE envidou todos os esforços na

busca de opções que permitissem a continuidade do programa de seguros, com medidas que fossem o

menos impactante possível para o grupo segurado.

Nesse contexto, é muito importante que o segurado compreenda a imperiosa necessidade de que

sejam revistos os valores dos prêmios desse seguro, tudo de forma a preservar a manutenção das

garantias vigentes.

Isto posto, comunicamos que, a partir de 25 de setembro próximo, as atuais apólices de seguro de

pessoas vinculadas ao FAM não serão renovadas pela seguradora líder e as respectivas coberturas serão

encerradas, o que não significará contudo prejuízo para V.Exa./V.Sa.

Para que não haja interrupção das coberturas, será constituída nova apólice de seguro, com vigência de

dez anos, nas seguintes condições:

a) a nova apólice será garantida por um pool de seguradoras composto pelas seguintes

cosseguradoras: Allianz Seguros S.A., Bradesco Vida e Previdência S.A., Companhia de Seguros

Aliança do Brasil e como Seguradora Líder a MAPFRE, pertencente ao Grupo Segurador Banco do

Brasil e MAPFRE;

b) as coberturas atuais serão mantidas;

c) o valor nominal do capital segurado será mantido, desde que observados os reajustes do valor do

prêmio previstos na nova apólice;

d) a nova apólice passará a vigorar a partir de 25 de setembro de 2012, com os mesmos valores de

prêmio e de capital segurado;

e) há previsão de reajuste dos prêmios de 10 % (dez por cento) em março de 2013 e de 10% (dez por

cento) em setembro de 2013, de forma a manter seu equilíbrio financeiro-atuarial;

COMUNICADO IMPORTANTE

FAM - Fundo de

Apoio à Moradia

f) as condições da apólice serão avaliadas anualmente, procedendo-se aos reajustes, desde que

necessários, sempre em setembro e nunca superiores a 10% (dez por cento), de forma a mantê-la

saudável ;

g) não haverá necessidade de preenchimento de nova declaração pessoal de saúde, sendo

considerada a anterior para todos os efeitos; e

h) o período de participação na apólice anterior será considerado para todos os fins legais.

Para que V.Exa./V.Sa. seja incluído na nova apólice estipulada pela FHE, deverá se manifestar

formalmente, até o dia 31/12/2012, por meio do preenchimento e da assinatura do Termo de Adesão

Individual Simplificado anexo, também disponível na internet e nos Pontos de Atendimento

da Instituição. Após o recebimento do Termo de Adesão, até 31/12/2012, a MAPFRE emitirá certificado

individual do seguro, comprovando a sua inclusão na nova apólice.

Para possibilitar ao segurado tempo hábil de resposta, não haverá interrupção da cobertura até

31/12/2012, desde que V.Exa./V.Sa. se manifeste, até a referida data, pela inclusão na apólice, motivo

pelo qual os descontos dos prêmios serão mantidos.

Caso até 31/12/2012 não haja manifestação ou se essa for negativa, fica V.Exa./V.Sa. cientificada

de que a sua inclusão não será efetivada, sendo conveniente lembrar o encerramento das atuais

apólices em 24/09/2012.

Na hipótese da não adesão à nova apólice, o valor dos prêmios descontados entre setembro e

dezembro 2012 serão prontamente devolvidos, com as atualizações legais.

Não será demasiado lembrar que o FAM continuará a ter a melhor relação Prêmio/Capital Segurado do

mercado e a contar com a segurança da FHE.

Contamos com a compreensão e a colaboração de todos para que a segurança e a tranquilidade

proporcionadas aos nossos familiares continuem pelo período de vigência da apólice. A FHE está à

disposição para prestar os esclarecimentos necessários por meio de seus canais de atendimento, no 0800

613040, pelo endereço eletrônico e nos Pontos de Atendimento.

www.fhe.org.br

www.fhe.org.br

Gen Ex R/1 Eron Carlos Marques

PRESIDENTE DA FHE

Brasília, 21 de setembro de 2012.

Votação no Congresso Nacional da Medida Provisória 2215/01, LRM (Lei de Remuneração dos Militares).


Por que isto é importante


A votação da Medida Provisória 2215/01, (Lei de Remuneração dos Militares), é de suma importância para os militares, pois será a oportunidade de corrigir injustiças que estão em vigor há longos anos. Solicitamos a sua ajuda para conseguirmos um número de assinaturas que possa representar o apoio do POVO brasileiro às Forças Armadas. Note Bem: Todos que tem um email podem assinar, (uma assinatura por email). Envie para sua lista de contatos. Obrigado!
http://www.avaaz.org/po/petition/Votacao_no_Congresso_Nacional_da_Medida_Provisoria_221501_LRM_Lei_de_Remuneracao_dos_Militares/?cUbqwdb


Esta esperando o quê??????
..Após condenação, Genoino deixa cargo na Defesa e se diz indignado


Reuters – 1 hora 26 minutos atrás....Email

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Ex-presidente do Partido dos Trabalhadores, José Genoino na CPI do mensalão em 2005 em BrasíliaSÃO PAULO, 10 Out (Reuters) - O ex-presidente do PT José Genoino anunciou nesta quarta-feira que deixa o cargo de assessor que ocupa no Ministério da Defesa após sua condenação na ação penal do chamado mensalão no Supremo Tribunal Federal. Genoino declarou-se indignado com a decisão do Supremo e disse ser vítima de "injustiça monumental".

Em carta aberta lida a jornalistas na sede do PT em, São Paulo, Genoino também disse que se dá ao direito de discutir "aberta e democraticamente" a decisão de sete ministros do STF que o consideraram culpado de corrupção ativa no julgamento do mensalão.

"Retiro-me do governo com a consciência dos inocentes. Não me envergonho de nada. Continuarei a lutar com todas as minhas forças por um Brasil melhor, mais justo e soberano, como sempre fiz", disse o ex-dirigente petista em sua carta.

"A Corte errou. A Corte foi, sobretudo, injusta. Condenou um inocente. Condenou-me sem provas", afirmou. Genoino, que além de presidente do PT foi deputado federal por São Paulo, disse ainda que o julgamento do mensalão "transformou ficção em realidade".

Disse também que ele acontece "matematicamente" ao mesmo tempo que as eleições municipais e que é parte de uma "campanha de ódio" contra o PT.

"Esse julgamento ocorre em meio a uma diuturna e sistemática campanha de ódio contra o meu partido e contra um projeto político exitoso, que incomoda setores reacionários incrustados em parcelas dos meios de comunicação, do sistema de Justiça e das forças políticas que nunca aceitaram a nossa vitória", disse.

"Nessas condições, como ter um julgamento justo e isento?", questionou.

Genoino elaborou a carta em conjunto com seu advogado Luiz Fernando Pacheco na manhã desta quarta. Segundo Pacheco, o ex-deputado considerou ser necessário manifestar sua indignação com a decisão e decidiu deixar o cargo na Defesa para não constranger o governo da presidente Dilma Rousseff.

O ex-presidente petista contou com a solidariedade de membros do diretório nacional do partido, que garantiram apoio total ao colega.

Denunciado em 2005 pelo ex-deputado federal Roberto Jefferson (PTB), o mensalão foi, segundo o STF, um esquema de desvio de recursos públicos para a compra de apoio político ao governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no Congresso.

Genoino era presidente do PT à época do escândalo e, segundo a denúncia do Ministério Público Federal (MPF) representaria o então ministro-chefe da Casa Civil, José Dirceu, nas negociações para compra de apoio político. Ele também assinou empréstimos que o STF considerou ilegais.

Além de Genoino, Dirceu e o ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares foram condenados pela maioria dos ministros do STF.

(Por Eduardo Simões; Reportagem adicional de Ana Flor, em Brasília)


comento:

Interessante que o PT não colocou a culpa na Burguesia como era sua marca registrada. Porque será?



O imposto dos senadores não pode ser pago por nós!



É uma vergonha.........



https://secure.avaaz.org/po/petition/O_imposto_dos_senadores_nao_pode_ser_pago_por_nos/?beiwmcb&v=18576




Por que isto é importante

É ultrajante! Os Senadores querem que o cidadão brasileiro comum pague as dívidas de imposto pessoais deles. Vamos nos mobilizar contra este abuso absurdo de seus cargos públicos!



Como Presidente da OAB-RJ (Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional do Rio de Janeiro), fiquei indignado ao descobrir pelos jornais que os Senadores, além de receber 14º e 15º salários – o que já é completamente fora de propósito- não pagaram imposto de renda sobre esses salários entre 2007 e 2011. E quando a Receita Federal descobriu, o Senado decidiu que essa dívida seria paga com dinheiro público! Mas tenho certeza de que se nos unirmos em uma enorme mobilização nacional o Senado voltará atrás nessa decisão absurda.



Junte-se a nós nessa grande corrente para barrar essa manobra lamentável.

sábado, 6 de outubro de 2012

Marcos Valério soltará semana que vem bomba que compromete ainda mais a cúpula petista com Mensalão?


A ilha da fantasia cercada e refém de políticos corruptos - como a ironia política costuma definir Brasília - tem uma previsão de tempo tempestuosa para a cúpula dos mensaleiros. Semana que vem, revoltado com a enorme chance de ser condenado a muitos anos de prisao, o publicitário Marcos Valério deve vazar informações bombásticas que podem agravar ainda mais a situação daqueles que realmente comandaram o Mensalão – incluindo quem sequer figurou como réu na Ação Penal 470. Era o boato que circulava ontem no Senado, cuja versão desta sexta à tarde adverte que Valério só abrirá o bico se Dirceu for inocentado.



Ontem, ficou claro que José Dirceu de Oliveira e Silva tem tudo para ser condenado, junto com os companheiros José Genoíno e Delúbio Soares, pelo crime de corrupção ativa no esquema do Mensalão. A maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal tende a derrubar a tática defensiva petista de jogar apenas sobre Delúbio toda a responsabilidade sobre a gestão de recursos financeiros para a compra de votos de parlamentares. Por enquanto, Delúbio perde por quatro votos, e Dirceu e Genoíno, por 3 a 1. Outros seis ministros votam a partir de terça-feira, na pós-ressaca eleitoral de domingo. Segunda é folga no STF.



Quem saiu ontem tanto ou mais derrotado que os defensores petistas foi o ministro Ricardo Lewandowski. Como de costume, e acabou se contradizendo, tentando desmoronar a tese da compra de votos, já sacramentada pela maioria do STF, incluindo ele mesmo. O revisor também fracassou na pregação da inocência de Dirceu e Genoíno, alegando falta de provas para incriminá-los. Lewandowski se desgastou ao sustentar a tese lulista de que o “mensalão não existiu”. Pior ficou perante os colegas quando votou que o Ministério Público não apresentou nada além de “ilações” sem eco nos autos.



Os ministros Rosa Weber e Luiz Fux, em votos técnicos, implodiram a revisão mal feita de Lewandowski sobre o pedido condenatório do relator Joaquim Barbosa. Rosa e Fux pediram a condenação de Dirceu e José Genoino. Rosa mandou muito bem: "O ordinário se presume, só o extraordinário se prova". Fux frisou que que “a prova nem sempre é direta”: “Nós juízes nos valemos de regras de experiência. Será que nestas condições seria possível não saber? Isso o Supremo Tribunal de Portugal afirma que pode ser considerado prova aquele juízo de referência razoável”.



Rosa Weber e Luiz Fux também deixaram claro que não dá para acreditar na tese de que Delúbio Soares fizesse tudo sozinho, que montasse um esquema para comprar parlamentares sem o conhecimento da cúpula petista. Rosa foi direta e objetiva, ao lembrar que “sem corruptor não há corrompido”. Contrariando totalmente Lewandowski, a ministra ressaltou que o plenário do STF reconheceu o repasse de vantagens indevidas a parlamentares da base aliada do governo Lula e também reconheceu a ocorrência de crime de corrupção passiva. Assim, ela sacramentou não só a cristalina existência do Mensalão, como a culpa conjunta de Dirceu, Delúbio e Genoíno.



Só faltou citar o verdadeiro chefão...



Rosa Weber desmoronou facilmente a falaciosa tese de que Delúbio Soares praticou sozinho e por conta própria o crime de corrupção ativa com o repasse de dinheiro a parlamentares da base aliada do governo Lula:



“Com relação especificamente a Dirceu e Genoíno, digo eu, definida a responsabilidade de Delúbio pelos crimes de corrupção ativa, resta saber se os demais também teriam responsabilidade. A partir do momento que ele (Delúbio) assumiu a responsabilidade, negou o envolvimento de qualquer outra pessoa do PT. Segundo ele, por conta própria teria resolvido obter empréstimos junto às empresas de Marcos Valério. Nem Genoíno nem Dirceu saberiam do que ele estava fazendo. Com todo o respeito, não é possível acreditar que Delúbio sozinho teria comprometido o PT com dívidas de R$ 55 milhões e teria repassado aos partidos da base aliada. Quando os repasses foram acordados, seria então de se concluir que Delúbio seria o principal artífice dela e que ele teria de fato uma mente privilegiada, até me lembrei de um poema lindo, O homem só, mas não consigo acreditar nisso. Seria ainda ignorar que os valores repassados teriam origem remota de crime de peculato e financeiro”.



Rosa destacou que tudo denunciado pelo Ministério Público se encaixou como um quebra-cabeça:



“O restante das provas: as declarações incriminatórias de Jefferson e os vários indícios da ligação de Dirceu com Valério, ilustrado com os favores prestados à ex-esposa de Dirceu, com a viagem de Valério para a obtenção de recursos ilegais, fecha o quebra-cabeças. Para mim, existe prova, acima de qualquer dúvida razoável, de que Delúbio não pode ser responsabilizado sozinho. E considero a responsabilidade de Dirceu, devendo responder por nove crimes de corrupção ativa”.



Razões de culpa



Luiz Fux votou que é absolutamente impossível dissociar o apoio político do financeiro:



“Então, evidentemente que esse apoio financeiro veio em função de um apoio político. Então, há vários elementos aqui arrolados que me carreiam a paz necessária para também julgar procedente a acusação em relação ao réu José Genoíno”.



Também ratificou a tese de Dirceu como articulador político:



”Em relação ao primeiro denunciado, José Dirceu, conclui que efetivamente ele é responsável pelo crime de corrupção ativa. O elemento mais tênue das provas que se têm aqui são as regras da experiência comum, no sentido de que, pelas reuniões a que compareceu, pelos depoimentos prestados, evidentemente que este denunciado figura como articulador político desse caso penal, até pela sua posição de proeminência no partido e de destaque no governo”.



Outros que dançaram



Seguindo o revisor Lewandowski, Rosa Weber e Fux pediram a condenação de Delúbio Soares, Marcos Valério, Ramon Hollerbach, Cristiano Paz e Simone Vasconcelos por corrupção ativa.



Absolvido pelo revisor, Rogério Tolentino foi condenado pelos ministros Rosa e Fux.



Anderson Adauto e Geiza Dias foram absolvidos pelos quatro ministros que votaram até ontem.



A insustentável defesa do revisor



Lewandowski se queimou com os colegas ao defender a tese lulista de que o mensalão não existiu:



“Corroborando as conclusões, também colho dos autos que alegada compra de votos não teria existido. Vários deputados afirmaram que nunca ouviram falar neste esquema chamado mensalão e se manifestaram no sentido contrário ao que diz o MP. Essas votações foram feitas publicamente”.



Gilmar Mendes e Marco Aurelio não aguentaram e questionaram a contradição do relator.



Fogo contra fogo



O ministro Marco Aurélio ironizou Lewandowski com uma pergunta sobre a autonomia de Delúbio para decidir sozinho sobre a corrupção a parlamentares:



— Vossa excelência imagina que um tesoureiro de um partido político teria essa autonomia?



— Ao contrário do que já foi dito, eu não acredito em Papai Noel, mas disse que é possível que eles tenham cooperado a mando de alguém, mas este alguém precisa ser identificado — respondeu Lewandowski.



Mello provou novamente:



— Esse alguém não estaria denunciado no processo?



— Não, não é isso (...) Insisto que a lista de projetos de lei, data vênia, apresenta sabor lotérico da legada prática dos delitos da denuncia. Vou adiante dizendo que não há prova absoluta e digo mais: a tese da compra de votos é tão frágil como podem ser vislumbradas.







Gente Inocente



Logo no começo de seu longo voto, que tomou uma tarde inteira, Lewandowski já indicava que tentaria aliviar a barra de Dirceu e Genoíno, filosofando:



“Reafirmo minha fé e convicção em princípios fundamentais, o qual o ônus da prova compete exclusivamente ao MP a acusação e o respeito à ampla defesa do contraditório e o princípio fundamental da dignidade da pessoa humana, subscrita sob a égide da ONU, e a crença que o processo penal moderno desde o advento do Iluminismo, constituiu o marco civilizatório importantíssimo, um instrumento de defesa do cidadão contra o arbítrio do Estado”.



O ápice foi quando pregou que não há provas objetivas contra Dirceu:



“São ilações que não encontram eco nos autos. Não há uma prova documental, nenhuma prova pericial que comprove tal fato, muito embora o processo tenha se arrastado por sete longos anos. O que existe são testemunhos. Muitos deles, senão a maioria, desmentidos cabalmente diante de um magistrado. Tudo aqui contra o réu se baseia em ouvir dizer, em reuniões das quais ele teria supostamente participado. Esta é a prova contra o réu José Dirceu”.



Como publicamos ontem no twitter, só faltou Lewandowski lançar a candidatura de José Dirceu à sucessão de Bento 16, com direito ainda a beatificação...



Perguntinha sem resposta até agora



Dirceu, Delúbio e Genoíno agiram sozinhos na prática de corrupção ativa?



Ou havia um chefão acima deles?



Eis a misteriosa pergunta que, pelo menos no julgamento desta Ação Penal 470, tem tudo para não ser respondida com a devida clareza...



Denunciando o chefão



Confira no YouTube a entrevista da correspondente do The Brazilian Post, Marta Serrat, com a empresária Ana Prudente, que teve a coragem de protocolar um pedido de impeachment contra o ex-presidente Luiz Inácio Lulla da Silva, quando o esquema do Mensalão foi descoberto em Brasília.



Não deixe de ver e compartilhar este vídeo, pois o Brasil precisa de bons exemplos para que juntos, possamos mudar muitas coisas neste país de corruPTos...



http://www.youtube.com/watch?v=N8R_rkqvzVs&feature=youtu.be



A ação contra Lula, providencialmente negada naqueles tempos pelo mesmo STF que agora pune rigorosamente os mensaleiros, foi montada pelo advogado Luciano Blandy.



Nova versão da piada



Para quem gosta de brincar com 140 caracteres no twitter, eis a nova versão da piadinha já reproduzida aqui neste Alerta Total:



“Twittada pornopolítica: Ele: "Quero casar com você. Sou deputado petista há 10 anos e honesto". Ela: "Sou prostituta há 20 anos e virgem".



Uma dupla assim é para viver, feliz para sempre, contando mentiras-verdadeiras...



Vida que segue... Ave atque Vale! Fiquem com Deus.



O Alerta Total tem a missão de praticar um Jornalismo Independente, analítico e provocador de novos valores humanos, pela análise política e estratégica, com conhecimento criativo, informação fidedigna e verdade objetiva.



Jorge Serrão é Jornalista, Radialista, Publicitário e Professor. Editor-chefe do blog e podcast Alerta Total: www.alertatotal.net. Especialista em Política, Economia, Administração Pública e Assuntos Estratégicos.



A transcrição ou copia dos textos publicados neste blog é livre. Em nome da ética democrática, solicitamos que a origem e a data original da publicação sejam identificadas. Nada custa um aviso sobre a livre publicação, para nosso simples conhecimento.



© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 5 de Outubro de 2012.