segunda-feira, 2 de julho de 2012

Reposição Salarial

E agora Presidenta?



A máquina pública federal está parando por falta de manutenção em seus salários.

A greve geral já bate às portas palacianas, isso tudo num ano eleitoral, o que pode resultar no fracasso dos candidatos do PT e afins.

Com uma política assistencial eleitoreira que busca a perpetuação no poder, o Governo encontra-se num beco quase sem saída.

A intransigência e a arrogância presidencial está chegando ao ápice, pois não aceita conversa sobre o assunto.

O achatamento salarial imposto nos últimos anos a "algumas" categorias de funcionários públicos federais, chegou ao limite; a Presidenta manda recado pelas suas "capacitadas ministras" que não há diálogo sobre reposição salarial, em vista da crise econômica mundial; o que vai de encontro ao posicionamento oficial de que a crise não afetaria o país, somente preocuparia.

O estranho a se considerar é que para um governo que "doa" valores milionários desmedidamente, incluindo a outros países, esse discurso de não ter de onde tirar não encontra fundamento. A arrecadação fiscal é a prova.

Nos últimos tempos as Forças Armadas são chamadas para conter brechas abertas, só que agora vai faltar militar, pois eles não podem substituir:

1º) os Professores Federais;

2º) os Auditores Fiscais da Receita Federal;

3º) os Agentes da Polícia Federal;

4º) o Departamento Nacional de Produção Mineral;

5º) A Agência de Aviação Civil;

6º) A Agência de Vigilância Sanitária;

7º) Agência de Energia Elétrica;
8º) e outras tantas, num total de 22 categorias de servidores federais...


Assim, ao votar, pense muito bem em quem!

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