sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Qual o medo de aderir aos abaixo-assinados que seguem.

Qual o medo de aderir aos abaixo-assinados que seguem.







É uma vergonha




http://www.abaixoassinado.org/abaixoassinados/4335


http://www.abaixoassinado.org/abaixoassinados/9089


http://www.abaixoassinado.org/abaixoassinados/5866

Comissão aprova projeto que define limite para cobrança de dívida

 A Comissão de Defesa do Consumidor aprovou na quarta-feira(28) Projeto de Lei 786/11, do deputado Andre Moura (PSC-SE), que estabelece que o prazo de prescrição relativo à cobrança de dívida do consumidor tem início na data de vencimento da dívida. O projeto proíbe qualquer atualização desta data.




Atualmente, o Código de Defesa do Consumidor (CDC - Lei 8.078/90) estabelece que é proibida a manutenção do registro negativo do consumidor nos serviços de proteção ao crédito de qualquer dívida por mais de cinco anos.



O autor da proposta destaca que o código não especifica de maneira clara se a contagem do prazo de prescrição começa a valer na data de vencimento do débito ou na data em que ele é registrado nos serviços de proteção ao crédito.



Atualização mensal

O relator do projeto, deputado Deley (PSC-RJ), explica que “alguns fornecedores têm registrado mensalmente o lançamento de juros sobre o valor devido, como forma de renovar a data de inscrição da dívida e, assim, eternizar a negativação do consumidor, impedindo a prescrição de sua negativação no cadastro de proteção ao crédito”.



Segundo ele, “essa prática afronta a Constituição, uma vez que resulta em perpetuação da penalidade imposta ao consumidor”.



De acordo com o texto do projeto, o novo prazo passará a valer independentemente da data de inscrição da dívida nos serviços de proteção ao crédito.



Tramitação

O projeto, que tramita em caráter conclusivo, ainda será analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.



Íntegra da proposta:

•PL-786/2011

Fonte: Agência Câmara de Notícias

QUE PAÍS É ESSE MEU IRMÃO.....OU QUE SUPREMO É ESSE MEUS AMIGOS

Supremo suspende metade das penas impostas pelo CNJ





O STF (Supremo Tribunal Federal) suspendeu quase metade das punições aplicadas pelo CNJ (Conselho Nacional de Justiça) a juízes acusados de cometer crimes desde a criação do organismo, informa reportagem de Flávio Ferreira, publicada na Folha desta sexta-feira (a íntegra está disponível para assinantes do jornal e do UOL, empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha).



Das 33 punições impostas pelo CNJ com fundamento no poder do órgão de abrir inquérito para examinar a conduta de juízes, 15 foram suspensas por liminares concedidas por ministros do Supremo.



FHC critica corporativismo do Judiciário contra CNJ


Ministros do STF buscam acordo para limitar ação do CNJ


CNJ diz que 35 desembargadores são suspeitos de crimes


Ministro do STF diz que corregedora 'não merece excomunhão'



O poder do órgão de fiscalizar e punir magistrados está no centro da controversa que provocou uma crise no Judiciário nesta semana.



Uma ação da AMB (Associação dos Magistrados do Brasil) no Supremo quer limitar essa atribuição do conselho. A associação alega que o CNJ interfere na independência dos tribunais.
 




da Folha.com DE SÃO PAULO

Porque o aumento não sai?????

talvez seja porque por exemplo existam 311 visitas a om com diárias pagas?

talvez seja porque existam 36 adidos com 105 visitas a países com diárias e representações pagas?

talvez seja porque nossa tropa no haiti receba 130 visitas com diárias e representações (período de seis meses)?

talvez seja porque cerca de 1% do orçamento seja gasto com representações internacionais que não representam nada?

amigos, nós estamos sozinhos, nem o vale transporte recebemos mais, nem posto acima, nem anuenio, nem auxilio moradia, nem nada.

quando vamos acordar? ano que vem ela por pressão vai dar 8% (talvez), somos a classe que menos ganha, que menos reclama, será que tem alguma coisa em comum............

com uma perspectiva simples nesse ritmo ptistico de reajuste um 3º sargento em 2015 receberá 01( um ) salário mínimo.

coronel do exército ganha menos que ferramenteiro da ford, menos que analista de Venda do yoki.....................................

general não consegue abrir conta vangog no santader, porém capitão da pmdf abre com folgas................, se os dois fossem alugar um apartamento no rio de janeiro, após apresentados as rendas o general ficaria sem poder alugar.....

Realidade

Governo Paradão

Dilma Rousseff chegou à presidência da República anunciada como o suprassumo em matéria de gestão e eficiência. Uma gerentona que não deixava nada dormitar no papel e que punha tudo para funcionar. Seus primeiros nove meses no cargo desmentem categoricamente a personagem.

A petista terminou a campanha do ano passado deixando uma lista de, pelo menos, 190 compromissos pregados na parede para serem cumpridos ao longo de quatro anos, conforme compilou o jornal O Globo logo após a eleição. No ritmo atual, a presidente vai deixar o cargo devendo.

Os números da execução orçamentária ilustram o estado de virtual paralisia que acomete a máquina pública petista. Não é um fenômeno novo; a gestão Lula também foi das mais pródigas em papagaiar que fazia muito, mas realizar quase nada. Se há um consolo, Dilma, pelo menos, fala menos.

O volume de desembolsos para investimentos caiu 2,4% neste ano até julho, em comparação com igual período de 2010. Hoje, o Tesouro Nacional divulgará os resultados de agosto, mas já se dá de barato no governo que o desempenho neste exercício ficará muito aquém do desejável.

"O problema é que o governo enfrenta dificuldades para gastar. A máquina administrativa ainda está emperrada, principalmente nos ministérios afetados pela 'faxina' da presidente. Segundo fontes da área econômica, muitos ministérios têm dinheiro em caixa, mas não conseguem tocar os investimentos", sintetiza O Estado de S.Paulo.

Quem se dispuser a ir às minúcias do Orçamento Geral da União (OGU) irá se deparar com um quadro de semiestagnação. Mesmo vitrines como o Minha Casa, Minha Vida ou a instalação de Unidades de Pronto Atendimento (UPA) de saúde não conseguiram decolar na gestão Dilma.

O programa habitacional viu seu orçamento para este ano encolher, ceifado pela tesoura do ajuste fiscal: a verba caiu de R$ 12,6 bilhões para R$ 7,5 bilhões. Destes, porém, somente 0,5% foram aplicados até agora: ou seja, meros R$ 3,5 milhões, segundo reportagem publicada por O Globo no domingo a partir de levantamento feito pela Assessoria de Orçamento do DEM.

São as famílias de renda mais baixa as que mais sofrem com a má execução do programa. Para uma meta de 1,2 milhão de contratações por parte de quem ganha até três salários mínimos (R$ 1,6 mil), apenas 18.782 unidades foram contratadas até o último dia 19, informa hoje o Valor Econômico. Considerando todas as faixas de renda, cuja meta são 2 milhões de moradias, o número sobe para 261 mil, ainda muito pouco.

No caso das UPA, o OGU reserva R$ 271 milhões para serem gastos neste ano, mas até este mês só R$ 21 milhões foram executados, o que dá 7,7% da previsão orçamentária para 2011. Neste ritmo, ficará difícil cumprir a meta de instalar 500 unidades de pronto atendimento de saúde até o fim da atual gestão...

Ministérios diretamente ligados a obras de construção pesada como Transportes, Cidades e Integração Nacional não estão se saindo melhor. É também muito lento o ritmo de obras como a Transnordestina, a transposição do rio São Francisco ou, para ficar nas mais emblemáticas delas, as de mobilidade urbana nas cidades-sede da Copa de 2014.

É evidente que todo começo de governo, mesmo os de franca continuidade como o de Dilma, é problemático. Mas, no caso atual, há um misto de dificuldades naturais, incompetência explícita e clara opção política.

Brecar investimentos, ao mesmo tempo em que se aumenta a arrecadação de tributos, é a forma mais fácil de gerar caixa para superávits orçamentários, e é justamente este o caminho adotado pelo ajuste fiscal do governo Dilma. Garroteiam-se os gastos com obras e deixa-se correr frouxa a despesa com custeio da máquina, que sobe feito balão de gás hélio em dia de céu de brigadeiro.

Estima-se, segundo cálculos privados, que o país demande investimentos de R$ 350 bilhões para tornar sua infraestrutura minimamente decente até o fim desta década. A opção trilhada pela gestão Dilma onera ainda mais esta conta e posterga a conquista do objetivo. O governo petista está paradão e, quanto mais tempo perde, pior fica.

Fonte: Instituto Teotônio Vilela

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Raciocínio tão óbvio quanto interessante do deputado Jair Bolsonaro:




"Por ano cada parlamentar dispõe de R$ 12,5 milhões no orçamento. Caso tivéssemos um deputado em cada estado, por legislatura teríamos R$ 12,5 x 4 x 27 = R$ 1,35 bilhões.

No mais, mesmo que fossem 10 deputados com o mesmo ideal teríamos grande poder de veto, impedindo ou retardando o trâmite de projetos contrários aos interesses da Força ou de seus integrantes.

O Congresso pode ser adjetivado de tudo, mas tudo que acontece ou deixa de acontecer em nossas vidas passa por ele."





Abaixo, fac-símile do Secretário de Economia e Finanças do Exército, dando conta da aplicação da verba de emenda individual destinada por Bolsonaro para hospitais militares no RJ e pedindo o empenho do deputado para destinar mais recursos no orçamento de 2012.





Gostando-se ou não de Bolsonaro, o fato é que sua ideia é corretíssima: somente com uma bancada comprometida com as demandas dos militares conseguiremos mudar a atual situação de penúria em que nos encontramos, incluídos aí desde os equipamentos sucateados até os salários cada vez mais minguados.


É isso, ou continuar de pires na mão à espera das humilhantes gorjetas do Executivo.

Ricardo Montedo

Qual o medo de aderir aos abaixo-assinados




Qual o medo de aderir aos abaixo-assinados que seguem.

É uma vergonha




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Entenda o porquê de Dilma querer a CPMF de volta!

Os "Mágicos"...



Leiam e observem a análise ponderada, muito bem explicada pelo Economista Waldir Serafim.





SAIBA O QUE LULA FEZ DE 2002 A 2010 COM A "DIVIDA INTERNA/EXTERNA"

DO BRASIL



Você ouve falar em DÍVIDA EXTERNA e DÍVIDA INTERNA

em jornais e TV, e não entende direito; vamos explicar a seguir:



DIVIDA EXTERNA

é uma dívida com os Bancos Mundiais, o FMI e outras Instituições,

no exterior, em moeda externa.

DIVIDA INTERNA

é uma dívida com Bancos em R$ (moeda nacional) no país.

Então, quando LULA assumiu o Brasil, em 2002, devíamos:



ü Dívida externa = 212 Bilhões

ü Dívida interna = 640 Bilhões

ü Total da Dívida = 851 Bilhões



Em 2007 Lula disse que tinha pago a dívida externa.

E é verdade, só que ele não explicou que, para pagar a dívida externa, ele aumentou a dívida interna:



Em 2007, no governo Lula:

ü Dívida Externa = 0 Bilhões

ü Dívida Interna = 1.400 Trilhão

ü Total da Dívida = 1.400 Trilhão

ou seja, a Dívida Externa foi paga, mas a dívida interna quase dobrou.

Agora, em 2010, você pode perceber que não se vê mais na TV e em jornais algo dito que seja convincente sobre a Dívida Externa

quitada.

Sabe por quê?

É que ela voltou...

Em 2010, no governo Lula:

ü Dívida Externa = 240 Bilhões

ü Dívida Interna = 1.650 Trilhão

ü Total da Dívida = 1.890 Trilhão



Detalhe:

- juros anuais do FMI 3 a 5% ;

juros no Brasil 12%

- entenderam porque "elles" se preocuparam

em pagar a dívida externa??



ou seja, no governo LULA

a dívida do Brasil aumentou em

1 Trilhão!!!



Daí é que vem o dinheiro que o Lula gastou e Dilva vem gastando no PAC,

bolsa família, bolsa educação, bolsa faculdade, bolsa cultura, bolsa para presos, dentre outras mais bolsas...

e de onde tirou 30 milhões de brasileiros da pobreza !!!

E não é com dinheiro do crescimento,

mas, sim, com dinheiro de

ENDIVIDAMENTO.



Compreenderam?

Ou ainda acham que Lula é mágico?

Ou que FHC deixou um caminhão de dólares

para Lula gastar?

Quer mais detalhes sobre dívida interna e externa do Brasil?

acesse o site:

http://www.sonoticias.com.br/opiniao/2/100677/divida-interna-perigo-a-vista


Os brasileiros vão pagar muito caro pela atitude perdulária do governo Lula,

que não está conseguindo pagar os juros dessa

"Dívida trilhardária"

tendo que engolir um "spread"(txa. juros)

muito caro para refinanciar os "papagaios",

sem deixar nenhum benefício para o povo,

mas apenas DIVIDAS A PAGAR

por todos os brasileiros,

que pagam seus impostos...!!!

A pergunta que não quer calar é:

Dilma

vai continuar esta gastança?

Leia neste link abaixo que Dilma tem o controle de 10 Bilhões arrecadados com impostos em 2011

http://estadao.br.msn.com/economia/oposi%c3%a7%c3%a3o-apoia-decis%c3%a3o-mas-diz-que-bc-perdeu-independ%c3%aancia






Para maiores esclarecimentos, leia artigo de Hélio Fernandes no site:

http://www.tribunadaimprensa.com.br/?p=6379

CADA cidadão brasileiro tem uma dívida , feita pelo Lula, de quase 1.0 MILHÃO DE REAIS.



Entenderam pq querem ressuscitar a CPMF?



Divulguem

Supremo tende a permitir que CNJ só processe juízes, se nada for feito antes pelas corregedorias dos tribunais

O espírito do velho guerreiro das causas nobres, o Marechal Massary konoku, parece que baixou ontem nos arredores do Supremo Tribunal Federal. Por isso os ministros da Corte Suprema deram uma providencial adiada na decisão sobre uma ação direta de inconstitucionalidade movida pela Associação dos Magistrados do Brasil, para reduzir os poderes de punição aplicáveis pelo Conselho Nacional de Justiça – o tal órgão de controle externo do Judiciário, na verdade, formado pelo pessoal interno deste próprio Poder.



Como é costume no Brasil, onde tudo acaba em Pizza ou Conciliação, os ministros do STF costuram um acordo com o resto da magistratura para não ser penalizado, publicamente, pelo desgaste de enfraquecer o Conselho Nacional de Justiça (que pode não ser uma Brastemp, mas pelo menos já mandou para a geladeira 49 magistrados que pisaram na toga desde 2005). Pela regra que tende a ser sacramentada pelo STF, o CNJ funcionará como uma “última instância”. Só poderá processar juízes se nada for feito antes contra os suspeitos pelas corregedorias dos tribunais.



Tudo indica que as corregedorias serão obrigadas a seguir um prazo para decidir sobre denúncias contra magistrados. Caso as corregedorias não tomem as providências previstas, aí sim, a Corregedoria do Conselho Nacional de Justiça poderá ser acionada para intervir contra o juiz ou desembargador posto em suspeição. Atualmente, 35 desembargadores são investigados pelo CNJ. Por isso, o eventual esvaziamento do Conselho representaria um retrocesso institucional e uma perigosa demonstração de que os bandidos (com ou sem toga, não importa) continuam organizando o crime no Brasil.



O mais importante da não-decisão de ontem do STF é que a reação indignada da opinião pública foi decisiva para que não fossem retirados os poderes do CNJ – que tem cumprido o papel de ouvir a sociedade nas queixas ignoradas sistematicamente pelas corregedorias corporativistas dos tribunais. O Venerável Marechal Massary konoku está rindo de olho a olho...



Vitoriosa



Embora tenha ficado queimada com a maioria dos membros mais corporativistas do Judiciário, a Corregedora Nacional de Justiça, ministra Eliana Calmon, venceu a primeira batalha contra o risco iminente que o CNJ corria de ser completamente esvaziado.



A ministra voltou a esclarecer ontem o sentido real de suas polêmicas declarações sobre os “gravíssimos problemas de infiltração de bandidos que estão escondidos atrás da toga".



Eliana Calmon deixou clara que sua intenção é proteger a magistratura dos “bandidos infiltrados”.

Por Jorge Serrão

Cordel que deixou Rede Globo e Pedro Bial indignados

BIG BROTHER BRASIL UM PROGRAMA IMBECIL.




Autor: Antonio Barreto, Cordelista natural de Santa Bárbara-BA, residente em Salvador.



Curtir o Pedro Bial

E sentir tanta alegria

É sinal de que você

O mau-gosto aprecia

Dá valor ao que é banal

É preguiçoso mental

E adora baixaria.



Há muito tempo não vejo

Um programa tão 'fuleiro'

Produzido pela Globo

Visando Ibope e dinheiro

Que além de alienar

Vai por certo atrofiar

A mente do brasileiro.



Me refiro ao brasileiro

Que está em formação

E precisa evoluir

Através da Educação

Mas se torna um refém

Iletrado, 'zé-ninguém'

Um escravo da ilusão.



Em frente à televisão

Longe da realidade

Onde a bobagem fervilha

Não sabendo essa gente

Desprovida e inocente

Desta enorme 'armadilha'.



Cuidado, Pedro Bial

Chega de esculhambação

Respeite o trabalhador

Dessa sofrida Nação

Deixe de chamar de heróis

Essas girls e esses boys

Que têm cara de bundão.



O seu pai e a sua mãe,

Querido Pedro Bial,

São verdadeiros heróis

E merecem nosso aval

Pois tiveram que lutar

Pra manter e te educar

Com esforço especial.



Muitos já se sentem mal

Com seu discurso vazio.

Pessoas inteligentes

Se enchem de calafrio

Porque quando você fala

A sua palavra é bala

A ferir o nosso brio.



Um país como Brasil

Carente de educação

Precisa de gente grande

Para dar boa lição

Mas você na rede Globo

Faz esse papel de bobo

Enganando a Nação.



Respeite, Pedro Bienal

Nosso povo brasileiro

Que acorda de madrugada

E trabalha o dia inteiro

Da muito duro, anda rouco

Paga impostos, ganha pouco:

Povo HERÓI, povo guerreiro.



Enquanto a sociedade

Neste momento atual

Se preocupa com a crise

Econômica e social



Você precisa entender

Que queremos aprender

Algo sério - não banal.



Esse programa da Globo

Vem nos mostrar sem engano

Que tudo que ali ocorre

Parece um zoológico humano

Onde impera a esperteza

A malandragem, a baixeza:

Um cenário sub-humano.



A moral e a inteligência

Não são mais valorizadas.

Os "heróis" protagonizam

Um mundo de palhaçadas

Sem critério e sem ética

Em que vaidade e estética

São muito mais que louvadas.



Não se vê força poética

Nem projeto educativo.

Um mar de vulgaridade

Já tornou-se imperativo.

O que se vê realmente

É um programa deprimente

Sem nenhum objetivo.



Talvez haja objetivo

"professor", Pedro Bial

O que vocês tão querendo

É injetar o banal

Deseducando o Brasil

Nesse Big Brother vil

De lavagem cerebral.



Isso é um desserviço

Mal exemplo à juventude

Que precisa de esperança

Educação e atitude

Porém a mediocridade

Unida à banalidade

Faz com que ninguém estude.



É grande o constrangimento

De pessoas confinadas

Num espaço luxuoso

Curtindo todas baladas:

Corpos "belos" na piscina

A gastar adrenalina:

Nesse mar de palhaçadas.



Se a intenção da Globo

É de nos "emburrecer"

Deixando o povo demente

Refém do seu poder:

Pois saiba que a exceção

(Amantes da educação)

Vai contestar a valer.



A você, Pedro Bial

Um mercador da ilusão

Junto a poderosa Globo

Que conduz nossa Nação

Eu lhe peço esse favor:

Reflita no seu labor

E escute seu coração.



E vocês caros irmãos

Que estão nessa cegueira

Não façam mais ligações

Apoiando essa besteira.

Não deem sua grana à Globo

Isso é papel de bobo:

Fujam dessa baboseira.



E quando chegar ao fim

Desse Big Brother vil

Que em nada contribui

Para o povo varonil

Ninguém vai sentir saudade:

Quem lucra é a sociedade

Do nosso querido Brasil.



E saiba, caro leitor

Que nós somos os culpados



Porque sai do nosso bolso

Esses milhões desejados

Que são ligações diárias

Bastante desnecessárias

Pra esses desocupados.



A loja do BBB

Vendendo só porcaria

Enganando muita gente

Que logo se contagia

Com tanta futilidade

Um mar de vulgaridade

Que nunca terá valia.



Chega de vulgaridade

E apelo sexual.

Não somos só futebol,

baixaria e carnaval.

Queremos Educação

E também evolução

No mundo espiritual.



Cadê a cidadania

Dos nossos educadores

Dos alunos, dos políticos

Poetas, trabalhadores?

Seremos sempre enganados

e vamos ficar calados

diante de enganadores?



Barreto termina assim

Alertando ao Bial:

Reveja logo esse equívoco

Reaja à força do mal.

Eleve o seu coração

Tomando uma decisão

Ou então: siga, animal.



FIM

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Desembargadores, Juízes e Políticos - como funciona a troca de favores

NÃO TEM JEITO. A DESCARAÇÃO ESTÁ ENTRANHADA EM TODO O PODER!!!!



Entrevista direta no fígado: esta Ministra deveria ser cogitada para ir para o Supremo. Vejam sua franqueza e coragem



A ministra Eliana Calmon, a corregedora do CNJ: "Eu sou uma rebelde que fala"

A corte dos padrinhos

A nova corregedora do Conselho Nacional de Justiça diz que é comum a troca de favores entre magistrados e políticos



Em entrevista a VEJA, Eliana Calmon mostra o porquê de sua fama.

Ela diz que o Judiciário está contaminado pela politicagem miúda, o que faz com que juízes produzam decisões sob medida para atender aos interesses dos políticos, que, por sua vez, são os patrocinadores das indicações dos ministros.


Por que nos últimos anos pipocaram tantas denúncias de corrupção no Judiciário?

Durante anos, ninguém tomou conta dos juízes, pouco se fiscalizou. A corrupção começa embaixo. Não é incomum um desembargador corrupto usar o juiz de primeira instância como escudo para suas ações. Ele telefona para o juiz e lhe pede uma liminar, um habeas corpus ou uma sentença. Os juízes que se sujeitam a isso são candidatos naturais a futuras promoções. Os que se negam a fazer esse tipo de coisa, os corretos, ficam onde estão.

A senhora quer dizer que a ascensão funcional na magistratura depende dessa troca de favores?

O ideal seria que as promoções acontecessem por mérito. Hoje é a política que define o preenchimento de vagas nos tribunais superiores, por exemplo. Os piores magistrados terminam sendo os mais louvados. O ignorante, o despreparado, não cria problema com ninguém porque sabe que num embate ele levará a pior. Esse chegará ao topo do Judiciário.

Esse problema atinge também os tribunais superiores, onde as nomeações são feitas pelo presidente da República?


Estamos falando de outra questão muito séria. É como o braço político se infiltra no Poder Judiciário. Recentemente, para atender a um pedido político, o STJ chegou à conclusão de que denúncia anônima não pode ser considerada pelo tribunal.


A tese que a senhora critica foi usada pelo ministro Cesar Asfor Rocha para trancar a Operação Castelo de Areia, que investigou pagamentos da empreiteira Camargo Corrêa a vários políticos.


É uma tese equivocada, que serve muito bem a interesses políticos. O STJ chegou à conclusão de que denúncia anônima não pode ser considerada pelo tribunal. De fato, uma simples carta apócrifa não deve ser considerada. Mas, se a Polícia Federal recebe a denúncia, investiga e vê que é verdadeira, e a investigação chega ao tribunal com todas as provas, você vai desconsiderar? Tem cabimento isso? Não tem. A denúncia anônima só vale quando o denunciado é um traficante? Há uma mistura e uma intimidade indecente com o poder.

Existe essa relação de subserviência da Justiça ao mundo da política?

Para ascender na carreira, o juiz precisa dos políticos. Nos tribunais superiores, o critério é única e exclusivamente político.


Mas a senhora, como todos os demais ministros, chegou ao STJ por meio desse mecanismo.


Certa vez me perguntaram se eu tinha padrinhos políticos. Eu disse: “Claro, se não tivesse, não estaria aqui”. Eu sou fruto de um sistema. Para entrar num tribunal como o STJ, seu nome tem de primeiro passar pelo crivo dos ministros, depois do presidente da República e ainda do Senado. O ministro escolhido sai devendo a todo mundo.

No caso da senhora, alguém já tentou cobrar a fatura depois?

Nunca. Eles têm medo desse meu jeito. Eu não sou a única rebelde nesse sistema, mas sou uma rebelde que fala. Há colegas que, quando chegam para montar o gabinete, não têm o direito de escolher um assessor sequer, porque já está tudo preenchido por indicação política.


Há um assunto tabu na Justiça que é a atuação de advogados que também são filhos ou parentes de ministros. Como a senhora observa essa prática?


Infelizmente, é uma realidade, que inclusive já denunciei no STJ. Mas a gente sabe que continua e não tem regra para coibir. É um problema muito sério. Eles vendem a imagem dos ministros. Dizem que têm trânsito na corte e exibem isso a seus clientes.

E como resolver esse problema?

Não há lei que resolva isso. É falta de caráter. Esses filhos de ministros tinham de ter estofo moral para saber disso. Normalmente, eles nem sequer fazem uma sustentação oral no tribunal. De modo geral, eles não botam procuração nos autos, não escrevem. Na hora do julgamento, aparecem para entregar memoriais que eles nem sequer escreveram. Quase sempre é só lobby.

Como corregedora, o que a senhora pretende fazer?

Nós, magistrados, temos tendência a ficar prepotentes e vaidosos. Isso faz com que o juiz se ache um super-homem decidindo a vida alheia. Nossa roupa tem renda, botão, cinturão, fivela, uma mangona, uma camisa por dentro com gola de ponta virada. Não pode. Essas togas, essas vestes talares, essa prática de entrar em fila indiana, tudo isso faz com que a gente fique cada vez mais inflado. Precisamos ter cuidado para ter práticas de humildade dentro do Judiciário. É preciso acabar com essa doença que é a “juizite”.

Qual o medo de aderir aos abaixo-assinados

Qual o medo de aderir aos abaixo-assinados que seguem. É uma vergonha.




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PANELAÇO NO BANDEIRÃO

POR QUE OS MILITARES FICARAM FORA DA LOA (LEI


ORÇAMENTÁRIA ANUAL) PARA 2012?


PORQUE O GOVERNO QUE AÍ ESTÁ:


- NÃO TEM COMPROMISSO COM OS MILITARES DAS FORÇAS ARMADAS;


- SÓ ENTENDE UM TIPO DE DIÁLOGO: PRESSÃO DAS MASSAS;


- ATENDE AOS ESTUDANTES DA UNE, AS MARGARIDAS, O MST, OS MOVIMENTOS


SINDICAIS SUSTENTADOS PELO PRÓPRIO GOVERNO COM NOSSOS IMPOSTOS;


OS MILITARES DAS FORÇAS ARMADAS NÃO FORAM CONTEMPLADOS NA LOA/2012


E NEM VÃO RECEBER NENHUM TIPO AUMENTO EM 2013. O PAGAMENTO DOS


28,86% NÃO FOI AUTORIZADO PELO GOVERNO. ESSA É A REALIDADE. TUDO O


QUE ESTÃO DIVULGANDO NA INTERNET É “MENTIRA”. A Lei n° 12.465, de 12 de


agosto de 2011, ESTÁ POSTA PRA ENGANAR. NÃO HOUVE RESERVA


ORÇAMENTÁRIA PARA ESSE FIM. ACORDA MINHA GENTE!


NÃO TEMOS NINGUÉM PRA LUTAR POR NÓS, SENÃO NÓS MESMOS. MINISTRO DA


DEFESA E COMANDANTES MILITARES NÃO MOVERÃO UMA PALHA.


CHEGOU A HORA DE LUTAR. CHEGOU A SUA VEZ DE DIZER BASTA A TUDO ISSO,


PORQUE SENÃO A HISTÓRIA SE REPETIRÁ EM 2013 ATÉ O MILITAR NÃO TER MAIS


PRA ONDE CORRER E NEM MARGEM NO CONTRACHEQUE PARA FAZER


EMPRÉSTIMOS. VOCÊ VAI FICAR AI PARADO? INERTE? ESPERANDO QUE MEIA


DÚZIA DE PESSOAS FAÇA O SEU PAPEL? LEMBRE-SE: SUA SOBREVIVÊNCIA OU


PARTE DELA VEM DESTE SALÁRIO... LUTE POR SUA MELHORA.


ESTAMOS CONVIDANDO VOCÊ MILITAR DA RESERVA, PENSIONISTAS, ESPOSAS,


FILHOS, FAMILIARES, AMIGOS E SIMPATIZANTES A NOSSA CAUSA PARA SE FAZER


PRESENTE MOSTRANDO A SUA INDIGNAÇÃO. PROTESTE!!!


BANDEIRÃO DATA: O2 DE OUTUBRO ÀS 08H LOCAL: NA PRAÇA DOS TRÊS PODERES / BRASÍLIA /


DF.


MOVIMENTO CONTRA A CORRUPÇÃO DATA 12 DE OUTUBRO, A PARTIR DAS 10H, COM


CONCENTRAÇÃO EM FRENTE AO MUSEU NACIONAL DE BRASÍLIA.


“SE NÃO HOUVESSE TANTA CORRUPÇÃO, TANTO DESVIO DE DINHEIRO PÚBLICO, COM CERTEZA, O


SALÁRIO DOS MILITARES ESTARIA A ALTURA DA DEDICAÇÃO EXCLUSIVA À PÁTRIA” (Ivone Luzardo)


UNEMFA Presidente: Ivone Luzardo


WWW.unemfa.blogspot.com


APOIO: CONFAMIL – Campello; FAMIL- Cantídio; AMARP Genivaldo; APRAFA Jair, AMIRFA-Baraúna
 

terça-feira, 27 de setembro de 2011

AUMENTO, REAJUSTE, REPOSIÇÃO SALARIAL MILITARES

SERÁ QUE A CULPA PELOS SALÁRIOS BAIXOS É EXCLUSIVAMENTE DOS COMANDANTES?





SERÁ QUE A CULPA PELO MISERÊ EM QUE VIVEM OS MILITARES É DOS POLÍTICOS?






SERÁ QUE A CULPA PELA FALTA DE PERSPECTIVA É DOS GENERAIS?






SERÁ MESMO






POIS BEM, VAMOS VER






O QUE VOCÊ PRAÇA FAZ PARA QUE TUDO ISSO SEJA DIFERENTE?






UM DOS MAIORES SINAIS DE FRAQUEZA DOS INÚTEIS É PROCURAR UM CULPADO PARA SAUS DESGRAÇAS






VAMOS FAZER O SEGUINTE






VOCÊ ESTA PUTINHO E QUER TUDO MUDE






QUARTA 7 DE SETEMBRO, INVENTE UMA DESCULPA E NÃO VÁ DESFILAR






NÃO ADIANTA BATER DE FRENTE COM O SISTEMA, ELE É MILENAR E NÃO VAI MUDAR






SE VOCÊ SIMPLISMENTE ESCANCARAR O VERBO E FALAR QUE NÃO VAI SERÁ PRESO E ISSO NÃO É BIZÚ






MAS VOCÊ PODE DRIBLAR O SISTEMA






QUER MUDANÇAS?






TOME UMA ATITUDE, SEJA ELA QUAL FOR






ESTOU LANÇANDO A CAMPANHA






" VOU DA O GOLPE NO 7 DE SETEMBRO"






SE VOCÊ AINDA NÃO FAZ NADA DAS DUAS UMA:






- OU AINDA TA BOM, OU OS MILITARES SÃO UM BANDO DE ACOMODADOS E ALIENADOS.






http://www.abaixoassinado.org/abaixoassinados/4335

http://www.abaixoassinado.org/abaixoassinados/9089


http://www.abaixoassinado.org/abaixoassinados/5866

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Anulação de provas no STJ exige explicação

Ou somos nós um rebanho de cidadãos, que existe apenas para pagar as contas de governantes que se comportam como donos do poder que é nosso?



No Brasil, o poço das iniquidades na administração pública parece não ter fundo. Vejam a anulação das provas que instruem o processo contra Fernando Sarney e associados, levantadas pela Polícia Federal na Operação Boi Barrica. Aconteceu algo semelhante em outras operações, mas nesta as alegações para livrar o réu principal, filho do presidente do Senado, ex-presidente da República e tido por inimputável por seu aliado Luiz Inácio Lula da Silva, alcançaram o inimginável, por obra da corte que reuniria a fina flor da magistratura do país, o Superior Tribunal de Justiça. Nele estão, em princípio, os juízes que se destacaram na prestação jurisdicional nos Estados. Acima dele tem apenas o Supremo Tribunal Federal, na interpretação da Constituição.



Deixemos de lado, prezados leitores, aspectos estranhos do processo, como a inédita celeridade do relator na elaboração do relato, e fiquemos com os argumentos divulgados que justificariam a anulação das provas. Um, a ilegalidade das gravações de diálogos telefônicos promovidas pela PF na fase de apuração do caso. Como se informou que as escutas tinham autorização judicial, como negar ou mutilar o seu conteúdo? Aliás, o Estadão foi impedido, pelo mesmo STJ, de publicar este conteúdo. Terá havido exorbitância, talvez, o que os delegados negam? Pior do que isto, porém, é a invalidação do relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), ligado ao Ministério da Fazenda, que detectou movimentações financeiras atípicas do acusado em 2006; ou seja, dinheiro sem origem. Depois desta decisão, o que mais falta acontecer no Judiciário?

Erico Valduga

Elefantes Presos a Pés de Alfaces

“A Nação que confia mais nos seus direitos do que em seus soldados, engana a si mesma e cava sua ruína.” (Rui Barbosa)


Elefantes Presos a Pés de Alfaces

Congresso Nacional e STF Ensinam General a ter VEZ...



ENSINAMENTO Nº 1


Quando a presidente, movida por denúncias inquestionáveis, começou a demitir ministros da base aliada, usando o linguajar peculiar, os mensalões, mandaram o recado: “pare de demitir nossos indicados, ou TRANCAREMOS a pauta de votação com matérias de interesse do governo. A presidente se recolheu à sua insignificância, deixando os larápios continuar a pilhagem.

A característica do atual congresso nacional: Dossiês, Chantagens, Propinas, etc. etc. etc.


ENSINAMENTO Nº 2


Quando os Ministros do STF perceberam que a presidente não atendeu solicitação daquela Corte, de incluir na LDO 2012, reposição nos subsídios, deixaram claro: presidente Dilma, só existe duas opções: concessão do reajuste ou MANDADO DE SEGURANÇA. Mandado de Segurança impetrado por quem Julga, é certeza de vitória. A presidente mais uma vez cedeu, tamanho da despesa: OITO BILHÕES DE REAIS!!!

A característica do atual STF: Dois pesos, duas medidas. Para corrigir os seus subsídios, ameaçam com Mandado de Segurança. Quando impetramos Mandado de Segurança, tergiversam-no com a SÚMULA 339.


CAOS...


As Forças Armadas estão com os piores soldos, desde o governo Castelo Branco. Por dez janeiros a Constituição está sendo desrespeitada. O Ministro da Defesa, alienígena como sempre, não nos representa. Os Comandantes das Forças, não cumprem aprendizado de todas as Escolas que freqüentaram: "Ensinam nas escolas militares que o militar zela pelas condições de vida digna dos seus comandados,tanto quanto pela manutenção da disciplina e dos deveres castrenses.

Com os canais de comando MUDOS, jamais teremos revisões anuais em janeiro, conforme preceitua a Constituição. O Comandante da Força TERGIVERSA se afirmar: Não sou Ministro da Defesa, sem levar em conta que, sendo ou não ministro, a atitude deve ser a mesma. Reparar as perdas dos soldos, em cumprimento à Constituição. "A subordinação silenciosa das Forças Armadas, é um crime de lesa pátria".

FRACASSO...

Abandonadas pelos que juraram cumprir e fazer cumprir a Constituição, a Família Militar, impelida pela brutal necessidade, tem se manifestado de forma pacífica através as “Esposas de Militares”. Só conseguiram esmolas e humilhações. Manifestações pacíficas não é o linguajar certo para sensibilizar terroristas.


OPÇÕES...


Aos comandantes militares ficam as opções: ou seguem os exemplos do Congresso Nacional e do STF, ou em breve, convencidas de que não têm VOZ nem VEZ, as famílias dos militares estarão com as mãos estendidas nos sinais de transito, em busca de complemento às necessidades básicas, que a Pátria AMADA denega suprir.

Ao General pode-se admitir não ter VOZ, como sói acontecer nesta ditadura Ptista. Agora VEZ, o General a detém ao seu arbítrio.


CONDUTA...


Não somos chantagistas, nem mensaleiros, tampouco temos o martelo da Lei. Nossa arma: simplesmente nos recolhermos aos quartéis - PRONTIDÃO! Clubes Militares em assembléia permanente. General faça valer vossa VEZ! O resto...

Esta língua a presidente entende, escuta, atende. Pago para ver um não...

Com 135% na Mão! Nada de reboar o Canhão...

Se a idéia não vingar...

Que humilhação! O mundo vai afirmar: o Brasil é uma republiqueta dos bananas!

Não creio que cheguemos a tão degradante estágio, lembremos: somos elefantes amarrados a pés de alface...


Note Bem - pé de alface = Constituição Federal, só respeitada pelas FFAA.

Forças Armadas cumpra a Constituição, Salve a Nação.

E viva Honduras! Que ignorou as pressões dos Grandes, em cumprimento à Constituição.


AS FORÇAS ARMADAS TÊM O DEVER SAGRADO DE IMPEDIR,

A QUALQUER CUSTO, A IMPLANTAÇÃO DO COMUNISMO NO BRASIL.


Atenção: Toda família brasileira teve, tem ou terá um membro servindo às Forças Armadas. Nossos Equipamentos Bélicos estão sucateados, velhos, defasados. Os salários dos militares estão com defasagem de 135%.Nosso País precisa estar preparado para defender nossas riquezas.Pense nisso! Divulgue! Emails, Face book, YouTube...

Todo brasileiro que tenha recursos para isso está autorizado e solicitado desde já a reproduzir este aviso e fazê-lo publicar no órgão de mídia de sua preferência, assim como a divulgá-lo por quaisquer outros meios ao seu alcance. Preservado o Teor e a Fonte. “


BABEL


( Heroes Del Silencio )


Alguien jodió las calles con prohibiciones

de quien iba a entrar
quién separó los colores, fabricó las casillas
que has de ocupar
Babel dividió el planeta
encerró en sus mazmorras el nervio del sur
aquél que cerró las puertas
levantando muros que no saltes tú
Alguien tomó en sus manos las manos de todos
confirmó su ley
¿quién enseño la doctrina sabiduríarnque no nos quita la sed?
Babel plantó banderas
cantó los himnos en distintos lenguas
aquel que nos da tabaco , divino apio
que nos entretenga
Babel olvidó que el hombre es el lobo
del hombre que le va a devorar
y ya no espera otra cosa
que te vaya con otra para no regresar
Babel olvidó que el hombre es el lobo
del hombre que le va a devorar
y ya no espera otra cosa
que te vaya con otra para no regresar

domingo, 25 de setembro de 2011

MENSAGEM AOS COMANDANTES DAS FORÇAS ARMADAS

Como os comandantes das Forças Armadas podem ainda aceitar conviver com um poder público que os tratam como uma escória de nossa pátria? – Falta de vergonha, cumplicidade, subordinação a corruptos e prevaricadores, omissão, covardia ou suborno?

Diante da avacalhação moral e jurídica em que está afundado o Brasil tenho me perguntado o que está acontecendo com as Forças Armadas, que antes de se sentirem obrigatoriamente subordinadas a traidores de nossa pátria, têm a pétrea responsabilidade de não permitir a desagregação das relações sociais que implique na quebra do mínimo respeito pelos princípios de ordenamento social, econômico e legal que estão claramente definidos na Constituição.

Será que a aparente e mentirosa estabilidade econômica, fundada no endividamento irresponsável dos cidadãos assim como, e principalmente, do Estado, estabilidade pregada pelas vozes de ignorantes, cúmplices ou canalhas esclarecidos, justifica permitir a transformação do país em um

Paraíso de Patifes, melhor dizendo, em um futuro falido Paraíso de Patifes, com um incontrolável
aumento da dívida interna e um crescente e criminoso esfacelamento jurídico tomando conta das relações público-privadas?

Muito oportuno um documento escrito pela Juíza Dra. Marli de Nogueira que está sendo divulgado na internet e que examina alguns aspectos da trajetória das Forças Armadas em um período recente de nossa história e como tem sido tratada durante a Fraude da Abertura Democrática.

Como cidadão, que aos sessenta anos trabalha mais de 10 horas por dia para ter uma vida honesta e digna, e que hoje tem orgulho do papel dos militares na luta contra a canalha do comunismo genocida, pergunto aos comandantes militares: o que aconteceu com a Instituição que, atendendo ao pedido da sociedade, evitou em 1964 uma catástrofe comunista e social no país, mas atualmente permite, em silêncio, que a sociedade seja empurrada para o desfiladeiro da degeneração moral quase que incontrolável provocado principalmente pelo apodrecimento dos Poderes da República?

- Se acovardaram diante da horda de meliantes nascida no submundo comuno-sindical, e diante de que tipo de armas isso pode acontecer?

- Acham que não têm mais responsabilidades com o país, mesmo diante da transformação do poder público em um covil de negociações espúrias controlado por corruptos e prevaricadores?

- Aceitam passivamente o funcionamento de uma Justiça seletiva e relativista para tratar dos crimes dos apadrinhados pela Máfia do Poder Público que domina o país, com seus Tribunais Superiores se apresentando muitas vezes como lacaios de interesses econômicos e sociais inconfessáveis ou criminosos?-

Corromperam-se de forma semelhante aos milhares de esclarecidos canalhas subornados pelo submundo da corrupção que controla o poder público?

- Mudaram de lado e agora acham que o petismo é a ideologia a ser respeitado mesmo sabendo que seus fundamentos são quase literalmente iguais ao decálogo de Lênin?

- Aceitam de bom grado o esfacelamento moral, material e operacional de seus comandados e de seus instrumentos do exercício de uma nobre missão e profissão, que é defender nossa integridade territorial, econômica e social, enfim, nossa Pátria?

- Aceitam calados que as Casernas sobrevivam à mingua de recursos até para alimentar adequadamente seus soldados, enquanto bilhões escorregam impunimente pelos ralos da patifaria da corrupção, do vergonhoso superfaturamento de obras públicas, e da sistemática, redundante e reincidente prevaricação como norma de comportamento, quase sempre impunes?

Não importa a escolha dentre os aspectos acima enumerados, pois todos são gravíssimos, denunciando uma postura lesa-pátria daqueles que deveriam defender o país do apodrecimento de sua integridade moral e de suas relações sociais com seu sangue, assim como fizeram durante o Regime Militar para combater a ameaça terrorista comunista.

É importante não confundir tropa com comandante, pois a sociedade tem demonstrado o respeito que ainda mantém pelos militares, já começando a ficar muito claro que as bases econômicas e sociais, grandiosamente construídas pelo Regime Militar, foram e estão sendo todas destruídas ao longo da Fraude da Abertura Democrática, com os canalhas começando a se assustar com o cada vez maior reconhecimento da sociedade pela gestão do país durante o Regime Militar, comparativamente à construção de um Paraíso de Patifes pelos desgovernos civis, sendo esse o principal motivo da sistemática perseguição às Forças Armadas através de posturas irresponsáveis motivadas pelo petismo, uma desgraça de ideologia fascista que procura, a qualquer preço, diminuir a reconhecida grandeza das Forças Armadas do país na sua luta contra o comunismo genocida.

Quem tem consciência crítica, mesmo que esteja sendo subornado, sabe perfeitamente que, comparativamente, o país perdeu e muito com a inoportuna e antecipada entrega do poder aos civis. Transformar o país em um Paraíso de Patifes não era o objetivo da Abertura Democrática. Durante o regime militar quando canalhas corruptos se atreveriam a desafiar a autoridade de um presidente? Durante o Regime Militar quantos comandantes ficaram milionários àsemelhança dos corruptos e prevaricadores cúmplices das Oligarquias e das Burguesias de Ladrões que se organizaram durante a Fraude da Abertura Democrática?

– Até agora ninguém apontou nenhum e, durante o Regime Militar, quem se atrevesse, independente de patente, a praticar atos de corrupção ou prevaricação, iria parar em um presídio militar sem dó nem piedade.

Uma presidente que não respeita as Forças Armadas também não merece o seu respeito, pois enquanto destila uma inconsequente e irresponsável hipocrisia no trato da malha de corruptos do Ministério dos Transportes, sabemos que foi cúmplice por omissão ou participação direta na disseminação do vírus da corrupção durante o desgoverno do seu antecessor e padrinho político.

A mentira marqueteira da faxina é uma agressão, mesmo para quem tem “cérebro” de ameba com dois neurônios tico e teco, pois a mesma presidente que se finge de durona foi uma ativa participante de tudo o que está errado no poder público central, que foi meticulosamente forjado durante sua passagem pela Casa Civil sem o seu claro ou público questionamento.

Vamos lembrar, resumidamente, com alguns dados retirados de um oportuno artigo de Rodrigo Constantino como foram exercidos, durante o desgoverno anterior, alguns dos papéis desempenhados pela atual presidente enquanto esteve na Casa Civil do seu padrinho político:

- foi uma ministra poderosa durante o escândalo do mensalão que, provavelmente, não via nem ouvia nada, apesar das canalhices acontecerem em gabinetes vizinhos, ou no seu próprio, durante sua gestão na Casa Civil;

- alçou, mais tarde, ao elevado posto de ministra-chefe da Casa Civil sua aliada próxima, Erenice Guerra que caiu envolta em escândalos de corrupção e nepotismo e, mesmo assim, teve o prestígio de comparecer à posse da presidente como convidada especial da própria, demonstrando que o jogo do poder presidencial não tem fronteiras morais;

- foi cúmplice de Lula, que foi cúmplice de Delúbio soares e José Dirceu, tudo vinho apodrecido da mesma pipa e

- até hoje não deu explicações sobre o destino dos US$ 2,6 milhões roubados do cofre de Adhemar de Barros pelo grupo guerrilheiro VAR-Palmares do qual fazia parte.

Obrigado Rodrigo por refrescar a memória curta de uma sociedade que se apresenta com um índice de estupidez cada vez mais profundo, com boa parte de sua classe média sendo quase convencida de que a presidente não está enganando todo mundo com sua aparente revolta com a malha da corrupção e sua faxina de mentirinha em que ninguém vai preso ou paga a conta dos roubos praticados.

A presidente precisa, por lealdade ao seu padrinho – e profunda deslealdade à nossa pátria e aos que voltaram na sua candidatura – proteger da Justiça a hedionda herança de corrupção e prevaricação permitida por seu antecessor, o responsável direto pela sua subida ao poder em um vergonhoso estelionato eleitoral, durante o qual que frequentou palanques para a inauguração de pedras fundamentais que nunca deixaram de serem pedras, obras inacabadas, obras feitas a toque de caixa para ganhar votos, e obras que já ruíram no mar da patifaria do superfaturamento calhorda e da realização de estruturas incompetentes e desonestas.

Os comandantes militares não precisam dar um Golpe de Estado para tirar o país das trevas das trilhas da degeneração abertas pelo PT.

Basta demonstrar para a sociedade que não estão pactuando com uma traição lesa-pátria que, de tão grave, justificaria em tempos “menos democráticos” a deportação ou o fuzilamento de no mínimo quarenta e um meliantes mentores e executores da destruição do país.

Essa demonstração deve ser feita com a recusa dos comandantes das Forças Armadas em se postarem dentro e junto de um poder público marcado por quase diárias denúncias de corrupção. Devem se recolher aos quartéis e cumprirem com suas obrigações profissionais, mas exigindo do desgoverno Dilma a paralização imediata e sem negociação do esfacelamento financeiro, material e moral das Forças Armadas, pois isso representa uma agressão primária e direta a segurança externa e interna do país e nenhum presidente pode dispor desse poder, mesmo que seja eleito pelo voto direto em estelionatos eleitorais.

Será que o desgoverno Dilma iria invadir os quartéis com as “Forças Especiais” das Policia Federal, da Polícia Civil e da Polícia Militar para prender seus comandantes?

– Não. Ela ainda tem algum juízo.

Não adianta comprar aviões ou construir submarinos quando nas Casernas falta até comida para uma correta alimentação de nossos soldados.

Quem discute hoje a segurança interna e externa do país? – As Forças Armadas?

– Não e, no máximo, podem dar alguns pitacos para os ouvidos vazios de podres Poderes da República Fascistas.

Com a criminosa Fraude da Abertura Democrática, o poder público, durante os desgovernos civis, tem sido cada vez mais desqualificado pelos seus atos ou omissões como o mais corrupto de nossa história.

Enquanto em outros países os soldados são tratados como heróis, no Brasil, além de não terem a menor consideração por parte do poder público petista, os soldados são tratados pela sociedade dos patriotas mortos como parte da escória da sociedade, o que não é compartilhado pelos cidadãos comuns dignos e honestos, que reconhecem cada vez mais nas Casernas símbolos de honra, dignidade e respeito, tendo de forma crescente saudades do tempo em que se podia sair de casa e voltar sem o relevante risco de ser assaltado ou morto, e do tempo em que o Poder Público servia aos contribuintes e não, mpreferencialmente, às quadrilhas de corruptos e prevaricadores.

No Brasil bandido na cadeia ganha mais – sem trabalhar – dinheiro preso do que um soldado a serviço da pátria.

A esquerda fétida tomou o poder no país e demonstrou, como em todos os países onde governou, que é uma xyzwhijp de ideologia assassina, corrupta e prevaricadora.

Fonte: ( http://liciomaciel.wordpress.com/2011/07/25/forcas-armadas-do-brasil/ )

DOMÍNIO SARNEY: O Estadão vai à guerra

Sob um silêncio constrangedor de seus pares, o Estadão prossegue em rota de colisão com o Judiciário. Depois de duas reportagens claramente indignadas contra a decisão do Superior Tribunal de Justiça que anulou provas obtidas através de telefonemas gravados, no processo que envolve o empresário Fernando Sarney, o jornal paulista volta, sozinho, ao campo de batalha para expor o que pode ser um esquema de tráfico de influência na Justiça.

Nesta quarta-feira, 21, reportagem que ocupa a manchete do jornal informa que, para anular as provas contra o filho do senador José Sarney, a 6ª Turma do STJ bateu recordes de eficiência e celeridade.

O ponto central da reportagem leva a conclusões perigosas. Ao observar que, ao contrário de outros processos, o STF funcionou como uma instituição extremamente rápida e eficiente, o Estadão está afirmando, sem meias palavras, que os desembargadores demonstraram um empenho muito maior em livrar Fernando Sarney do que é o comum de sua rotina.

No caso Satiagraha, a anulação de provas levou um ano e oito meses e o relator estudou o processo por dois meses antes de apresentar seu parecer. No processo gerado pela chamada Operação Castelo de Areia, a anulação das provas demorou 2 anos e a relatoria demorou oito meses. Para chegar à conclusão de que as provas contra o filho de Sarney não são válidas, a Justiça levou apenas nove meses, o processo foi relatado em seis dias e dois juizes foram convocados para completar o quórum.

A reportagem informa ainda que um dos juizes convocados para completar a votação teve sua aprovação no Senado Federal acelerada pelo próprio presidente da Casa, José Sarney. Fontes consultadas pelo jornal indicam que o procedimento do STF não é comum.

Além disso, o Estadão afirma que a decisão de anular as provas contra Fernando Sarney foi tomada sem levar em conta um parecer do Ministério Público Federal e decisões de juizes de primeira instância, que haviam aceitado como prova o relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) – que viu indícios de crime em três movimentações financeiras, no total de R$ 2 milhões, feitas pelo empresário e sua mulher.

O Estadão decidiu, claramente, abrir guerra contra certos setores do Judiciário. Os outros jornais fingem que não aconteceu nada.

***

OBSERVATÓRIO DA IMPRENSA


Por Luciano Martins Costa em 21/09/2011

sábado, 24 de setembro de 2011

O Expurgo da Caserna

O Expurgo da Caserna


Durante o período no qual o Brasil foi governado por Presidentes militares muitos erros e acertos foram cometidos. Três erros, entretanto, foram decisivos para a derrota estratégica que sofreram não só os cidadãos fardados, mas toda a força conservadora no país.

O primeiro deles foi a negativa do Marechal Castelo Branco em utilizar-se de uma estrutura similar ao DIP, da era Vargas, de maneira que pudesse combater a propaganda subversiva. O presidente não queria ter sua imagem atrelada à censura de Getúlio. O resultado foi a progressiva infiltração de idéias revolucionárias dentro da produção jornalística, cultural e artística.

O segundo erro foi o afastamento de Carlos Lacerda da cena política do país. Conservador de atuação política destacada, seu afastamento praticamente preparou o terreno para a tomada do poder pela esquerda, que os próprios militares haviam combatido (com massivo apoio popular), anos depois. O governo preocupou-se no combate à guerrilha e à subversão, mas esqueceu-se do front cultural e político. O resultado foi uma fragorosa derrota estratégica. Militarmente, comunistas, socialistas e a esquerda em geral foram derrotados. Politicamente, venceram. Assim, tal como os EUA no Vietnã, todas as batalhas foram vencidas, mas a guerra foi perdida.

O terceiro erro foi a estratégia do silêncio. Ao optarem pelo ostracismo, os militares facilitaram sobremaneira o trabalho de reescritura da história por parte dos então derrotados. Isto possibilitou às forças de esquerda a conquista do apoio popular e a substituição progressiva de valores tradicionais (chamados burgueses) por seu novo código de ética e moral (chamado de valores do povo), mesmo que esta nova escala de valores fosse inteiramente contrária ao que a população efetivamente pensava.

A soma destes três erros decretou a derrota do movimento de 31 de Março de 1964. Na verdade, a data marca apenas a troca de estratégia por parte da esquerda de tomar o poder. Da utilização da força para a conquista cultural e moral do país. Esta nova postura não foi percebida por nossos chefes militares a tempo, inclusive modificando algumas políticas externas do país, como a sua aproximação com a antiga URSS e o apoio ao movimento socialista em Angola. Os vermelhos chegaram de roldão ao poder, aparelharam o Estado e compraram mentes e corações com tolas idéias de igualdade ou com o vil metal.

A Comissão da Verdade, cujo representante dos militares será José Genoíno, é de fundamental importância para a comprovação de inúmeras declarações feitas por diversos integrantes do governo-Estado petista de que o Exército de hoje é diferente do Exército de ontem. O silêncio catacúmbico que reverbera nos quartéis a este respeito não deixa maiores dúvidas.

Os agentes do Estado que atuaram contra sequestradores, terroristas, estupradores, assassinos e assaltantes serão caçados, punidos, e presos. E os militares de hoje permanecerão em silêncio... Premonição? Mãe Dinah? Búzios? Não. Basta olharmos ao nosso redor para vermos o que aconteceu aos nossos hermanos uruguaios e argentinos. Oficiais e praças presos, acusados de atentado aos direitos humanos por terem lutado contra os criminosos que queriam mergulhar seus países na ditadura proletária. A carta dos militares argentinos presos (presos políticos) nos dá uma amostra do que está por vir. Nela, verificamos que a estratégia esquerdista é a mesma: de que o Exército Argentino de hoje é diferente do de ontem, afirmativa que os autores repudiam sob o argumento de que lá (tal como cá) o Exército é um só. Mas lá o "Exército de hoje" também se calou.

Sob a manta evasiva da disciplina, nada pode ser dito nem falado (sob pena de se quebrar um dos pilares do Exército). Sob este "respaldo" é que se guiam para calarem-se diante de uma situação que pode colocar na cadeia pessoas como o coronel Brilhante Ustra e ao mesmo tempo dar vencimento de general à família de Carlos Lamarca, sujeito que julgou e matou um tenente da Força Pública de São Paulo a coronhadas dentre outros crimes.

A Comissão da Verdade não é nada mais que um tribunal revolucionário aos moldes da VAR Palmares, MR-8, Vanguarda Popular Revolucionária e outros movimentos e organizações terroristas que julgavam e sentenciavam qualquer cidadão à revelia de qualquer instituto legal ou moral. Seu surgimento possui um único propósito: queimar os arquivos ainda vivos daqueles anos e garantir aos vitoriosos terroristas de ontem cada vez mais indenizações, à custa do bolso e do dinheiro do desmemoriado e explorado povo brasileiro.

Enquanto este verdadeiro ataque ao cerne do Exército é realizado, a preocupação maior dos militares é com os seus vencimentos, com os aumentos que não chegam jamais. É claro que esta é uma preocupação de extrema importância, mas muito mais urgente é o desmonte histórico que está se desenhando em nosso Exército e, por extensão às Forças Armadas. Por dinheiro, vende-se a própria alma, entrega-se ao carrasco amigos e companheiros de outrora.

O Exército de hoje é o mesmo de ontem e será o mesmo Exército de amanhã. Infelizmente, não é o que a conjuntura atual nos mostra. Desenha-se um verdadeiro expurgo da caserna.

Fonte: Lenilton Morato

MANIFESTO À NAÇÃO - Academia Brasileira de Defesa

ACADEMIA BRASILEIRA DE DEFESA


Pro Patria


MANIFESTO À NAÇÃO






ATUAIS AMEAÇAS AO ESTADO BRASILEIRO



7 de setembro de 1822.


Nesse dia, com o Grito do Ipiranga, a Nação Brasileira ganhou identidade, independência, soberania e liberdade. Hoje, corremos grande risco de perdê-las.

CONSIDERAÇÕES ESPECIAIS


Enfrenta a Nação Brasileira, neste instante, uma fase de perigoso retrocesso político, moral e intelectual, gerada por acidentes históricos, de caráter eleitoral, que submeteram o País ao poder de interesses políticos, conduzidos por lideranças contrárias aos valores tradicionais da sociedade brasileira.

Há mais de duas décadas, o que, a princípio, vinha sendo anunciado como “consolidação da democracia” pelas “predestinadas” figuras de líderes populistas foi-se tornando visível, pela concretização das intenções que moviam tal “consolidação democrática”, frustrando a expectativa da sociedade, por natureza, complacente.

Pequenos deslizes de natureza política deram lugar a comprovados e, portanto, deploráveis casos de corrupção aos olhos perplexos da Nação que esperava, inversamente, uma mudança drástica de comportamento político, ou seja, a valorização da competência, da responsabilidade, da justiça e da honestidade no trato da coisa pública.

A quantidade e a dimensão dos desvios administrativos foram-se agigantando de tal modo, que poucas palavras já não são suficientes para defini-los.

Resolveu, então, a Academia Brasileira de Defesa (ABD), por intermédio de seus membros, fazer um levantamento das distorções de propósitos da tão propalada “consolidação democrática”, que estão pondo em risco a segurança e, em razão desse risco, a própria integridade do Estado Brasileiro.

A enumeração dos principais tópicos que se referem a essas distorções desnuda os inúmeros perigos que rondam, ameaçadoramente, a soberania, a moral e o próprio Estado de Direito em nosso País. Arbitrou-se a ABD apresentar tais ameaças, agrupadas em títulos que, tradicionalmente, compõem o conjunto do Poder Nacional de um Estado.


EXPRESSÃO POLÍTICA


ABSOLUTISMO DO PODER POLÍTICO

- Nepotismo explícito e exagerado “aparelhamento” político e ideológico dos quadros públicos com a multiplicação de órgãos de governo, ocupados por militantes dos partidos vitoriosos e dos demais partidos coligados, mormente os cargos de nível ministerial. Não se levando em conta a meritocracia, é pertinente a afirmação de que a maioria desses ocupantes não apresenta a qualificação indispensável ao desempenho de suas funções.

- Falência da imagem da “oposição” no legislativo federal, caracterizando a figura do “partido único”.

- Ausência de independência do Judiciário em relação ao Executivo.

- Ostensiva cooptação eleitoral por meio de distribuição de demagógicas benesses financeiras com o dinheiro público (“bolsa-família”, UNE, indenizações políticas, MST, etc.).


CORRUPÇÃO PANDÊMICA E IMPUNIDADE


- Desonestidade e total irresponsabilidade com o dinheiro público, nos Poderes da República – Executivo, Legislativo e Judiciário, nos níveis administrativos federal, estadual e municipal

-, como também nas empres aspúblicas, nos fundos de pensão e nos partidos políticos, em tal dimensão, que inviabilizam qualquer tipo de empreendimento público, considerados os valores dos ilícitos cobrados, que variam de 4% a 50%.

- Crescente evasão financeira em decorrência da desonestidade habitual na gestão das responsabilidades públicas, o que, por sua vez, concorre para que sejam pagos, pela sociedade brasileira, os maiores impostos do mundo em relação aos de outros países.

- Ausência de sanções político-criminais como penas de reclusão, multas e a devolução dos recursos desviados dos cofres públicos, devido às espúrias “blindagens” decorrentes do corporativismo e dos alinhamentos político-

- ideológicos. A demissão e o afastamento da função são as únicas sanções,eventualmente adotadas, quando deveriam ser somente o início do processo punitivo.


ABUSO DA PRÁTICA DA “DIPLOMACIA PRESIDENCIAL”

- Desvirtuamento da tradicional e respeitada diplomacia do Itamaraty pela intromissão direta e indevida, do Presidente, em ações diplomáticas ex cutivas, quase sempre, desprezando o assessoramento dos quadros profissionais do Serviço Diplomático.


TIBIEZA E INCOMPETÊNCIA NAS RELAÇÕES INTERNACIONAIS

- Pusilanimidade dos governos, ao cederem às pressões internacionais de toda ordem, devido ao alinhamento ideológico, razão da excessiva condescendência com governos de esquerda, no continente americano e no mundo (Cuba, Venezuela, Bolívia, Equador, Peru, Irã, etc.). Movidos, também, por fatores presumíveis, deixam-se, contraditoriamente, persuadir, pelos governos que a estes países se opõem. Constata-se um jogo político de dupla face, nocivo aos interesses brasileiros.

- Sem nenhum indício de planejamento e consenso diplomático, visando a uma sólida defesa da posição geopolítica conquistada pelo Brasil no cenário internacional, tornou-se uma constante, no campo político das decisões, sobreporem os interesses estrangeiros aos interesses brasileiros. Fica, assim, constatada a Diplomacia da Generosidade.

- Alguns exemplos dessa prática no continente sul-americano são a entrega, indiferente e leniente, da refinaria da Petrobras para a Bolívia; a revisão prática do Tratado de Itaipu, com concessões que ultrapassam os limites da justeza do Acordo, como o aumento de preço da energia fornecida pelo Paraguai; os financiamentos favorecidos a Cuba; a passividade em face dos abusos de Rafael Correa (Equador) contra a Odebrecht; etc.


SOBERANIA E INTEGRIDADE NACIONAIS

- Agravos à soberania nacional pela subordinação da política governamental a ditames provindos de fontes externas de poder – Estados estrangeiros, agentes econômicos e movimentos conservacionistas e ambientalistas – que visam, também, a dificultar o desenvolvimento do País. Apoiada por ONG de inspiração forânea, esta diversidade de agentes dispõe de total liberdade de ação em território brasileiro, fato inadmissível em nações mais desenvolvidas.

- Perigo de perda de território e de “balcanização” do País, com fatos concretos de absurdas cessões de propriedade, nas regiões desenvolvidasdo País, para pretensos grupos quilombolas, e, nas demarcações de extensas reservas indígenas, na Amazônia, em áreas fartas de recursos estratégicos, raros e de valor inestimável, incluindo, nessa alienação fundiária, as terras da União previstas na CF-88 (Art. 20, § 2.º e Emenda Constitucional n.º. 23/1999), como “faixa exclusiva de fronteira”.

- A criminosa adesão à Declaração dos Direitos dos Povos Indígenas, abrindo caminho para perigosas reivindicações de independência política das terras que ocupam, com o apoio de algumas instituições religiosas a serviço de outros governos.

- Tais ações, conduzidas por organismos internacionais, por ONG de atividades duvidosas, resultam da antipatriótica condescendência que tem marcado as frágeis políticas de governo, contrariando os legítimos interesses brasileiros e motivando o surgimento de perigosos sentimentos divisionistas.

- Além disso, a maneira como vem sendo formulada e implementada a política indigenista, a reboque de pressões externas e de acordos espúrios firmados por nossa diplomacia, gera conflitos perturbadores na atividade econômica, desestabiliza a Federação e fragiliza a plena soberania brasileira sobre seu território.


EXPRESSÃO ECONÔMICA




INSEGURA ADMINISTRAÇÃO CENTRAL DA ECONOMIA



- Inexistência de um plano nacional de desenvolvimento, com ausência de política econômica definida e a consequente falta de estratégias e diretrizes correlatas, vinculadas a orçamentos e programas, bem como de definição de responsabilidades pelo seu cumprimento.

- Desnacionalização da economia por meio da troca por “moeda de papel” de ativos e bens nacionais, incluindo a absorção ou a perda de controle acionário de empresas para entidades alienígenas não residentes, algumas estatais.


DEPENDÊNCIA ECONÔMICA


- Declínio da participação industrial na formação do PIB nacional, devido ao elevado custo de produção (Custo Brasil); favorecimento das importações; pauta de exportações alicerçada em “commodities” e não em produtos industrializados; perda da competitividade; excesso de “consumismo”; contrabando e pirataria.


DESCONTROLE FINANCEIRO


- “Bolha” de crédito com estímulo à entrada de capital especulativo e com elevadas taxas de juros (a maior do mundo).

- Valorização excessiva do mercado imobiliário das grandes cidades, com grave risco de falências em bloco, após a copa do Mundo e as Olimpíadas.

- Crescimento dos índices inflacionários bem acima dos limites estabelecidos.


INFRAESTRUTURA LOGÍSTICA



- Marinha Mercante inexistente, fato que atenta contra a soberania e a segurança nacionais, tendo em vista que cerca de 90% do comércio exterior do País transita pelo mar. Quase a totalidade dos navios petroleiros da FRONAPE são licenciados com terceiras bandeiras, e oficiais da Marinha Mercante estão a serviço dos navios da TRANSPETRO.

- Sistema rodoviário falido, apesar dos bilhões de reais do orçamento do DNIT, solapados pela desídia e pela corrupção dos administradores encarregados dos diferentes modais.

- Crescente demanda por transporte (terrestre, aquático e aéreo), tanto nas áreas urbanas quanto interurbanas, poderá levar o País, em curto e médio prazos, a um grave estrangulamento logístico de consequências imprevisíveis.

- Oferta de energia elétrica já abaixo da necessidade, sem previsão de implantação de novas fontes de fornecimento, devido à incompetência governamental de gerenciar as obras em andamento.


VULNERABILIDADE DA PRODUÇÃO PETROLÍFERA


- A exploração do petróleo offshore, em especial a do “pré-sal”, carece, totalmente, de proteção contra ataques terroristas e de terceiras potências, cujas agressões, se efetivadas, poderão paralisar a produção nacional.


EXPRESSÃO PSICOSSOCIAL




ENFRAQUECIMENTO DA DECADÊNCIA MORAL


- Destruição do núcleo familiar e distorção do seu tradicional conceito, com efeitos nehttp://www.militar.com.br/modules.php?name=BlogMilitar&file=add1fastos na manutenção dos valores cristãos, transmitidos às crianças no lar e que se solidificavam na escola para toda a vida. Nesse “moderno” ambiente familiar, talvez não haja mais lugar para o mandamento cristão – Honrar Pai e Mãe.


- Degradação da moral e da ética, com incentivo à aceitação de relacionamentos homossexuais, por meio da distribuição pelo governo, nas escolas do primeiro grau, de kits com material para conhecimento dessa prática, sob a denominação de “estímulo ao conhecimento da diversidade sexual”.



REVISIONISMO HISTÓRICO E DIVISIONISMO RACIAL



- Perda do respeito aos pais, às instituições, ao patrimônio público, aos feitos e vultos históricos e aos símbolos da nacionalidade, mediante a prática de verdadeiro revisionismo histórico. A História do Brasil tem sido escrita, segundo a visão marxista de seus autores e, assim, vem sendo transmitida às gerações atuais de estudantes.

- Mais de quinhentos anos da história do País têm sido, simplesmente, reduzidos ao conflito entre opressores e oprimidos, pobres e ricos, brancos e negros, elite européia e índios espoliados. Perdem-se, pois, os fundamentos da própria nacionalidade.



SOCIEDADE POR



- Estímulo ao divisionismo étnico com a implantação das “cotas raciais”.

- Ódio racial – veneno diariamente inoculado.

- O histórico orgulho brasileiro da miscigenação exemplar e pacífica cai, agora, por terra, com a introdução das cotas raciais para quase todas as atividades da sociedade, onde se reuniu, de um lado, os brancos e, do outro, os pardos ou não brancos (nestes, incluídos os negros, mulatos, índios, mamelucos, amarelos e outros).


BAIXO NÍVEL DO SISTEMA EDUCACIONAL



- Precariedade do ensino, tanto intelectual quanto comportamental; seu uso como instrumento de doutrinação político-partidária e não como fator de desenvolvimento individual e social. Não sem razão, o Brasil de hoje encontra-se nas últimas posições no Programa Internacional de Avaliação de Alunos (PISA).

- Uso da Pedagogia e da Sociolingüística para fins de doutrinação da juventude, com deturpação das regras gramaticais e redacionais, negando-lhe, assim, a cognição, a fim de conduzi-la a um patamar cultural propício à sua dominação pelo Estado.



EXPRESSÃO MILITAR




FORÇAS ARMADAS DESATUALIZADAS E DESPREPARADAS


- Incapacidade de manter o respeito internacional, de garantir a soberania do País e de responder, à altura, a eventuais ameaças externas, além de comprometer a integridade nacional, não despertando a confiança da comunidade mundial para aceitar o Brasil como membro permanente do Conselho de Segurança da ONU.

- Essa mesma comunidade mundial, por sua vez, exerce influência no governo brasileiro para que mantenha as Forças Armadas defasadas e impotentes para reagir, caso se concretize qualquer ameaça à integridade territorial. As peças do jogo de xadrez político são unicamente mexidas pelos “parceiros” de além-fronteiras.


- Dotações orçamentárias insuficientes que, ainda, sofrem severos contingenciamentos rotineiros, que impedem o reaparelhamento e o preparo dos meios militares com qualidade e quantidade adequadas, cenário agravado por uma humilhante política de achatamento salarial da tropa (o mais baixo nível de remuneração do serviço público federal).

- Uso do argumento de “índole pacífica do povo brasileiro” para justificar a criminosa desatenção contra eventuais aventuras belicistas de gananciosos agentes externos, ávidos de usufruir dos bens de seu imenso e rico território. Acresce-se a este primário argumento outro de maior peso e que se evidencia, a cada dia: os países que detêm riquezas minerais e hídricas, mas inexistentes, ou em fase de esgotamento, nos demais países, vêm sofrendo investidas políticas dessas nações belicistas, no sentido de manterem improdutivo o seu parque de material de defesa e desaparelhadas as suas Forças Armadas. Se a beligerância não é própria do brasileiro, tem sido a característica de dominação de outros povos.

- Esquecem-se esses que – “Entre nações não existe amizade, mas, sim, interesses”, e que “uma nação pode permanecer 100 anos sem ter uma guerra, porém, não poderá passar nem um minuto sequer sem estar para ela preparada”.

Tentativa de romper a harmonia das Forças Armadas com a quebra da hierarquia e da disciplina, pela submissão das punições disciplinares à apreciação judicial e pela criação artificial de divisões entre ativos e inativos e entre oficiais e praças.

- Imposição da admissibilidade de costumes, práticas e características individuais incompatíveis com os requisitos indispensáveis ao bom desempenho das atividades castrenses.

- Condescendência, no mínimo, ingênua dos chefes militares pela aceitação silenciosa de um comportamento gramscista, que lhes impõe idéias antagônicas às tradições militares, sob a roupagem camuflada do “politicamente correto”. Tal condescendência muito afetará o ensino militar brasileiro, que deixará de ser “autóctone” para assimilar conceitos perniciosos que serão transferidos aos alunos dos colégios e das escolas militares e à própria Nação.

- No campo interno, ressalta o revanchismo político e a subversão ideológica, praticados por elementos ligados ao partido governista, sistematicamente, direcionados contra as Forças Armadas, como instrumento de sua desagregação na sociedade, funcionando como traição ao País, com feições de um pouco inteligente suicídio nacional EXPRESSÃO CIENTÍFICO-TECNOLÓGICA FORMAÇÃO PROFISSIONAL

- Educação não comprometida com a formação de mão de obra qualificada nem com o desenvolvimento técnico-científico, gerando um elevado número de analfabetos funcionais (20,3%), tornando o País um eterno dependente e importador de tecnologia avançada.

- Regras excessivamente castradoras das Universidades brasileiras, impostas pelo governo federal, que dificultam a formação de doutores e lhes limitam as ações, o que praticamente inviabiliza a pesquisa séria e torna quase impossível a criação e o registro de patentes nacionais.



SISTEMA BRASILEIRO DE INTELIGÊNCIA (SISBIN)


- Vulnerabilidade a ataques cibernéticos contra os sistemas informatizados do País – governamentais, econômicos, políticos, militares, técnico-científicos, de segurança pública, etc., sem a respectiva capacidade tecnológica necessária para se contrapor a tais ações.

- Impossibilidade de o Estado atuar na produção e na difusão de conhecimentos indispensáveis ao processo decisório governamental, devido às limitações impostas pela própria legislação que o regulamenta.


CONCLUSÃO


Este documento caracteriza DESESPERADA denúncia ao povo brasileiro, visando a alertá-lo sobre os perigos que estão levando o País a uma situação de instabilidade institucional como, também, de grave vulnerabilidade estratégica.

No âmbito interno, foi atingido o grau mais elevado de corrupção e de descontrole do poder público, levando a sociedade brasileira a perder a confiança nas instituições maiores e ter dúvidas quanto à efetiva vigência do Estado de Direito, em nosso Território. Os poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, sistematicamente, assumem posições que depõem contra a seriedade no desempenho de suas responsabilidades funcionais.

No campo internacional, o planeta demonstra perigosa fragilidade de coesão em consequência da insegurança econômica coletiva, que não poupa, nem mesmo, as outrora inexpugnáveis nações. Evidencia-se, ainda, a instabilidade política epidêmica, com foco no Oriente Médio, acompanhada de decorrentes lutas fratricidas.

Assim, a crise do sistema financeiro internacional e a possibilidade de eclosão de vários conflitos políticos regionais, em face da atual insegurança institucional do Estado Brasileiro, poderão estimular o recrudescimento da cobiça externa, no sentido de a cúpula do “governo mundial” aproveitar a oportunidade da convulsão doméstica, para antecipar a execução de seus eternos planos de dominação.

É, pois, fundamental e urgente, que providências objetivas sejam ultimadas para interromper o perigoso ciclo descendente na vida nacional. Três medidas simultâneas, de caráter emergencial, destacam-se como prioritárias para o Brasil, neste momento:

- Limpeza orgânica do tecido, em franca decomposição, do Estado Brasileiro, com a punição dos corruptos e irresponsáveis do poder público, e a adoção de comportamento restritivo e vigilante que atue nos pontos críticos desse verdadeiro caos social.

- Elaboração de objetivo programa de reequipamento militar, de modo a conferir, em prazos curtos, real efeito dissuasório para as Forças Armadas, no contexto internacional.

- Atitude enérgica do Povo Brasileiro para protestar, por meio de manifestações coletivas e contínuas a se realizarem em todos os pontos do País, a fim de exigir das autoridades governamentais a correção de todas as ameaças ao Estado Democrático de Direito, denunciadas neste documento.

Rio de Janeiro, 7 de setembro de 2011

Ivan Frota

Presidente

Fonte: http://www.caer.org.br/wptxt/man_nac.pdf

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Com 2 deputados comissão aprova 118 projetos em 3 minutos

Com 2 deputados, comissão aprova 118 projetos em 3 minutos






Um parlamentar presidia e outro estava no plenário da CCJ da Câmara.



‘Sessão é válida’, disse deputado César Colnago (PSDB-ES).

















Do G1, com informações do Jornal Nacional











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Uma sessão da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados nesta quinta (22) tinha um parlamentar presidindo e um assistindo. Na sessão, foram aprovados mais de cem projetos em três minutos.







A sessão foi registrada pelo celular do jornalista Evandro Éboli, do jornal “O Globo”. O segundo vice-presidente da comissão, deputado César Colnago (PSDB-ES) , anunciou: “Havendo número regimental, declaro aberta a reunião ordinária da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania”. Mas no plenário estava somente o deputado Luiz Couto, do PT.







“Não havendo quem queira discutir, em votação. Os deputados que forem pela aprovação permaneçam como se encontram. Aprovado”, afirmou Colnago.



Em 3 minutos e 11 segundos, os dois deputados aprovaram 118 projetos sobre acordos internacionais, concessão de serviços de radiodifusão e a regulamentação da profissão de cabeleireiro.


No fim da sessão, o deputado César Conalgo brincou. "Depois dizem que a oposição não ajuda."

Entre titulares e suplentes, a CCJ tem 122 deputados. É a comissão mais prestigiada da Câmara – decide se os projetos de lei obedecem a Constituição e as demais leis do país. Pela CCJ, passam todas as propostas sobre direitos humanos, garantias fundamentais e organização dos poderes.


César Colnago disse que 35 deputados assinaram a lista de presença e depois foram embora. “A sessão é válida porque ela tá dentro do script do regimento, mas com certeza isso não contribui para o debate e principalmente para as decisões, muitas vezes importantíssimas, que a CCJ toma”, afirmou Colnago.


O cientista político Otaciano Nogueira vê o caso como um exemplo da falta de compromisso dos deputados. “Realmente soa como deboche, como desprezo pela opinião pública, como uma afronta. E isso não desqualifica só quem pratica esse ato, desqualifica toda a instituição”, declarou

E O PROJETO DE LEI 2215/2001 FAZ DEZ ANOS E NADA, QUE VERGONHA ESSE CONGRESSO NACIONAL....HEITA BRASILZINHO VIU!!

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