terça-feira, 2 de setembro de 2014

Se a coisa funcionasse de verdade

Se a coisa funcionasse de verdade, mais da metade do congresso iria para a cadeia no Brasil

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O último levantamento, divulgado em setembro do ano passado, mostrava que 224 congressistas respondiam a 542 acusações na mais alta corte do país.
Mas, segundo o procurador-geral da República, Rodrigo Janot Monteiro de Barros, este número hoje é ainda maior. 'É um pouco menos de 300', disse em trecho da entrevista exclusiva à Revista Congresso em Foco. Na conta do procurador-geral, entram casos novos, mas também aqueles cuja existência é mantida sob sigilo pelo STF. Ou seja, praticamente metade dos 594 parlamentares federais é alvo de inquérito ou ação penal no Supremo.
Na entrevista, uma das raras exclusivas que concedeu desde que assumiu o cargo de chefe do Ministério Público brasileiro, Janot conta que adotou uma estratégia para tentar acelerar o julgamento das acusações criminais contra deputados e senadores: recomendar o encerramento dos processos pouco consistentes para que o Supremo se concentre nos casos de fato relevantes. “Tem problemas sérios, mas tem muita porcaria”, avalia. Para ele, é preciso desafogar o Judiciário para que os casos possam ser julgados com celeridade.
POLITICOPATAS SEM CURA
A quantidade de políticos processados, porém, pode levar à impunidade. Janot faz o seguinte raciocínio: se 200 parlamentares tivessem pendências judiciais, o STF demoraria pelo menos 400 sessões plenárias para analisar o recebimento da denúncia e julgar a acusação. Em outras palavras, mais de meia década para a conclusão de todos os casos.
“Sem contar toda a tramitação do processo, produção de provas etc etc”, afirma o procurador. “O Supremo faz sessão quinta-feira para tratar de processos penais. É só fazer a conta e ver quanto tempo vai demorar isso”, avalia Janot.
MAIS DE 7 ANOS PARA JULGAR TUDO
Ou seja, desconsiderando-se os políticos com mais de um processo, os recessos do STF e a possibilidade de mais de um caso ser analisados numa mesma sessão, seriam necessários  mais de sete anos para os ministros julgarem tudo. “A falta de resultado do processo penal gera frustração, que deixa na população o sentimento de impunidade.”
AHAM, CONTE OUTRA
O procurador afirmou que a quantidade exata não poderia ser divulgada no momento. “A gente já tem uns números iniciais aí e eu não quero divulgar para não fazer uma declaração falsa”, disse. Depois da entrevista, o site Congresso em Foco pediu à assessoria da Procuradoria-Geral da República o nome dos deputados e senadores “sendo observados através de inquérito ou de processo penal”, nas palavras do procurador. Semanas depois, a assessoria informou que não possuía o levantamento com os nomes dos políticos com pendências judiciais.
Em um dos trechos da entrevista à revista, Janot ainda criticou a proibição das doações de empresas nas campanhas eleitorais. Para o procurador, ao contrário de combater a corrupção, a medida pode incentivar o caixa dois. “A gente pode caminhar para um sistema que não o exclua, um sistema misto que permite o financiamento público e privado, mas com controle mais eficaz.”(Fonte: Congresso em foco)

De sua opinião...

Aquela hora que você não é bem atendido nas SIP e OPIP.
Solicita um direito seu e leva um longo tempo aguardando a boa vontade dos funcionários.
SEGUNDO essa  PORTARIA Nº 769, DE 7 DE DEZEMBRO DE 2011 (Aprova as Instruções Gerais para a Correspondência do Exército (EB10-IG-01.001),1ª Edição, 2011 e dá outras providências.)

O tempo para tramite de documentos é o seguinte:
"III - quanto à prioridade:
a) normais – aqueles cujo estudo, solução e tramitação devem ser realizados em
até oito dias úteis;
b) urgentes (U) – aqueles cujo estudo, solução e tramitação devem ser realizados
em até quarenta e oito horas; e
c) urgentíssimos (UU) – aqueles cujo estudo, solução e tramitação devem ser
imediatos.
§ 1º A contagem do prazo tem início com o registro do documento no protocolo
geral da OM destinatária e termina no ato da expedição da resposta.
§ 2º Quando o assunto exigir maior prazo para estudo, o retardo será
devidamente justificado pelo comandante, chefe ou diretor de OM, e informado, em tempo
útil, ao órgão interessado."

NÃO SE PREOCUPE NÃO VAI DEIXAR DE RECEBER SEUS PROVENTOS E PENSÕES PARA DAR SUA OPINIÃO.



Participe, não basta só reclamar. A hora é essa.

FAVOR REPASSAR À TODOS OS SEUS CONTATOS MILITARES. ISSO SIM É IMPORTANTE.

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Financiadores de Marina têm acusações que vão de sonegação, trabalho escravo e assassinato

Financiadores de Marina têm acusações que vão de sonegação, trabalho escravo e assassinato

Natura, Copersucar, Banco Safra, Itau, construtora Andrade Gutierrez, Cosan Lubrificantes e Especialidades S/A, Arosuco Aromas e Sucos (Grupo Ambev), JBS S/A figuram como as maiores doadoras da campanha de Marina Silva. Entre pessoas físicas e jurídicas, se fizeram presentes na arrecadação da candidata, de acordo com a primeira parcial da prestação de contas eleitorais, divulgada quando Eduardo Campos ainda era vivo.

Neste ano, dos R$ 8,2 milhões arrecadados até agora pela campanha à presidência do então candidato Eduardo Campos, 81,5% foram provenientes de tais doadores. O percentual equivale a R$ 6,4 milhões.

O co-presidente da Natura e dono de 25% das ações da empresa, o candidato a vice-presidente pelo PV em 2010 Guilherme Leal doou R$ 11,8 milhões para toda a campanha. Até a divulgação da primeira parcial, que ocorre sempre a dois meses antes da eleição, o empresário havia fornecido R$ 6,3 milhões. Para a campanha de Campos, a doação foi significativamente menor, de apenas R$ 400 mil. O movimento contrário também é encontrado.

A empresa Copersucar, de comercialização de açúcar e etanol com proposta sustentável, destinou R$ 1 milhão logo no primeiro mês para a campanha de Campos, enquanto, para Marina, nas eleições passadas, concedeu apenas um total de R$ 250 mil.

Já a socióloga e empresária Maria Alice Setubal, uma das herdeiras do Itaú/Unibanco e amiga pessoal de Marina, também é uma doadora em comum nas campanhas. Ela doou R$ 573,3 mil em 2010. O montante foi reduzido para R$ 200 mil com Campos encabeçando a chapa.

A construtora Andrade Gutierrez foi outra que, a princípio, diminuiu as fichas na campanha de 2014. Para a possibilidade de Marina Silva presidente R$ 1 milhão foi doado durante todo o período eleitoral. Neste ano, o valor da primeira parcial já mostra doação de R$ 800 mil.

A Cosan Lubrificantes e Especialidades S/A destinou R$ 1 milhão para a campanha com o pessebista na disputa da presidência. Em 2010, empresa do mesmo grupo, Cosan S/A Industria e Comércio, somou R$ 250 mil em doações.

Quando registraram candidaturas, em respectivas épocas, Marina limitou seus gastos de campanha para presidente em R$ 90 milhões em 2010. Já Campos, quando concorrente destas eleições com Marina de vice, previu um gasto de R$ 150 milhões.

Faremos uma pequena investigação sobre estes grandes doadores da campanha de Marina Silva, encabeçada pelo discurso de "nova política". As empresas têm acusações que vão de sonegação, trabalho escravo e assassinato.

Neca Setúlbal (Itau) doou R$ 200 Mil

A sonegação fiscal é crime contra a ordem tributária definido pela Lei nº. 8.137/90. No Brasil, todos os anos, pequenos empresários, comerciantes e cidadãos comuns são processados e presos por não declarar rendimentos. Mas quando o assunto é banqueiro aí ninguém vai preso. O Itaú Unibanco, maior instituição financeira privada do país, foi autuado pela Receita Federal a pagar R$18,7 bilhões referentes a impostos, contribuições e multas que a empresa deixou de recolher na operação de fusão do Itaú com o Unibanco, em 2008.

Leal (Natura) doou R$ 400 Mil

A Natura, de Guiherme Leal, que foi o vice da chapa de Marina Silva à Presidência em 2010, foi autuada pela Receita Federal, com a exigência de pagamento de diferenças de R$ 627,8 milhões, por impostos alegadamente não recolhidos por uma controlada.

A Arosuco (Ambev) doou R$ 1,5 Mi

Ela pertence à Ambev do homem mais rico do Brasil, Jorge Paulo Lemann. Ele comprou a sorveteria Diletto de Verônica Serra, filha de José Serra, por 17 vezes o faturamento de uma sorveteria sem lucratividade estimada. Ele também foi investigado por um buraco de US$ 200 milhões nas contas do Banco Garantia.

JBS doou R$ 1 Mi

O dono da JBS, Joesley Batista, também um dos homens mais ricos do Brasil, é acusado de sonegação fiscal e empréstimos cruzados. Além disso, a Polícia Federal o investiga por evasão de divisas e de financiar "caixa 2" de campanha político-partidária.

Copersucar doou R$ 1 Mi

Já os proprietários da Copersucar são a família Atalla do falecido empresário Jorge Wolney Atalla, um dos financiadores da Operação Bandeirantes, organismo repressivo que torturou e assassinou estudantes, líderes sindicais e vários oposicionistas ou suspeitos de fazerem oposição ao regime militar em sua fase mais dura, nos anos 60 e 70.

Cosan doou R$ 1 Mi

O nosso campeão do crime é o dono da Cosan, Rubens Ometto Silveira Mello, a segundo empresário mais rico do mundo em "energia verde". Ele é acusado de fazer parte de um cartel para aumentar o preço de combustíveis. Além disso, ele está em outro inquérito por crime ambiental e contra o patrimônio genético. Por fim, ele é acusado de ter 28 ESCRAVOS em sua fazenda no Pará.

Banco Safra doou R$ 1 Mi

Uma das empresas investigadas na compra do jato Cessna Citation 560 XLS, que caiu matando o candidato a presidente pelo PSB, Eduardo Campos, e outras seis pessoas, a Bandeirantes Companhia de Pneus Ltda. A Bandeirantes foi criada em 2004, em Jaboatão dos Guararapes (PE) e funciona em um galpão de médio porte. A Policia Federal localizou uma movimentação de importação financiada registrada pelo Banco Central, em dezembro de 2010, de US$ 1,4 milhão, via banco Ilhas Cayman e Banco Safra.

http://www.jornali9.com.br/noticias/denuncia/financiadores-de-marina-tem-acusacoes-que-vao-de-sonegacao-a-assassinato?fb_action_ids=755698777828084&fb_action_types=og.comments

O Imposto sobre grandes FORTUNAS, não sairá do papel NUNCA 

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

SALVE O BRASIL, EXORCIZANDO O PT DO GOVERN

SALVE O BRASIL, EXORCIZANDO O PT DO GOVERNO - ART 13 Doc. 75 2014


Estamos há mais de dez  anos sob  administração do PT,  dos partidos a ele
coligados e podemos  assegurar que perdemos mais uma década no nosso
desenvolvimento político, econômico, social,  técnico científico, além de
termos perdido também o nosso poder de competitividade entre os países do
mundo.
O PT recebeu o governo das mãos do PSDB com o país saneado economicamente,
com várias reformas estruturais realizadas, as instituições democráticas
republicanas fortalecidas, tudo pronto para darmos um novo salto na busca
de nossos destinos no concerto das nações do mundo, como havíamos feito,
magistralmente, na segunda metade do século passado, no período chamado  de
o “milagre brasileiro”.
Nesses anos o PT e seus Coligados conseguiram implantar o caos em todas as
atividades vitais  do país, fragilizaram-nas  pela corrupção, suborno e
subversão de valores, destroçaram  as principais Instituições da República,
avacalharam a instituição família, generalizaram o desrespeito a lei e a
impunidade agora institucionalizada nos 39 Ministérios e pela maioria dos
23 mil funcionários comissionados, usados para “aparelhar” o Estado,
visando a conquista de mentes doentes, locados nos pontos chaves da
administração do país a fim de assegurar a manutenção no poder desses
fanáticos ideólogos, na defesa de interesses inconfessáveis e na preparação
da implantação de uma República Socialista, onde a “nomenclatura”
substituirá as Instituições da República Federativa do Brasil: o
Legislativo, o Executivo e  o Judiciário, interdependentes, harmônicos e
autônomos, entre si. A conjuntura é altamente preocupante, nas áreas
econômicas, políticas, sociais,  técnico científica e militares. Podemos
afirmar que a situação é caótica. 
Já escrevemos 12 artigos intitulados:    VAMOS MUDAR E EXORCIZAR DO  PODER O
PT E OS MAUS POLÍTICOS, EM OUTUBRO”. Estamos dando continuidade,
convencidos de que os grande parte dos atuais políticos e os partidos 
precisam ser substituídos  a fim de que o país possa fazer as reformas
indispensáveis e inadiáveis,  a  começar pela reforma política, mãe de
todas as demais. Enquanto essa reforma não chega vamos deixar os partidos
de lado ( que só defendem interesses próprios e inconfessáveis)  e votar em
homens que representem as nossas comunidades, tais como: a castrense ( 10
milhões); a dos aposentados ( 15 milhões); da saúde( 15 milhões); a
ruralista (25 milhões); a religiosa cristã ( 25 milhões); a do magistério(
15 milhões); etc.. Depois da eleição vamos lutar pela redução dos 37
partidos  para , no máximo, cinco.
Essas comunidades precisam arregimentar-se para escolherem representantes
patriotas que coloquem os interesses do país em primeiro plano, a fim de
realizarem a reforma política que antecipará as demais reformas. No plano
federal, parte  da nossa comunidade está indicando Aécio para Presidente, 
Carlos Jereissati para senador. No plano estadual, cada um vote com sua
consciência, não esquecendo  que nossa luta de 23 anos de luta foi contra o
comunismo, contra a corrupção, pelo desenvolvimento do Brasil e pela
democracia, objetivo maior da contra-revolução de 1964, que salvou o Brasil
da desgraça de um esquerdismo criminoso e já abandonado pelo mundo.
Aqui não há espírito de corpo, nem amizade. O que está em jogo é bem do
Brasil. Não podemos deixar de votar, nem anular o nosso voto, pois assim
estaremos beneficiando os maus brasileiros. Veja a história:
Nas últimas eleições Dilma teve 55.752.529, Serra teve 43.711,388, votos
nulos 2.452.597, abstenções 29.197.152. Assim 75.361.137 eleitores não
votaram na Dilma, mas ela venceu, graças aos votos nulos e as abstenções.
Brasileiros! Pelo Brasil não deixe de votar, mesmo que esteja desobrigado,
pois não votando você está beneficiando QUEM LEVOU O BRASIL PARA DESGRAÇA.
O QUE ESTÁ EM JOGO É O BRASIL E O BEM ESTAR DE NOSSA FAMÍLIA.

Fortaleza, 19 de agosto de 2014

www.fortalweb.com.br/grupoguararapes

domingo, 31 de agosto de 2014

Muitos políticos vendo que não serão reeleitos já começam a lançar seus sucessores .

Muitos políticos vendo que não serão reeleitos já começam a lançar seus sucessores .

Em qualquer carreira, é comum que (bons) profissionais leguem prestígio a seus herdeiros. Na política, contudo, essa lógica causa apreensão. Políticos têm a missão de zelar pelo bem público. Quando seus laços familiares se sobrepõem ao compromisso com o eleitor, a democracia sai enfraquecida. Mesmo que seja permitido aos caciques transmitir aos filhos seu capital político, a perpetuação dessas "dinastias" pode debilitar a saúde do regime democrático.

Leia : http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/de-pai-para-filho

Então que comece a limpeza :

Apoiadores do PT 13: 


RENOVAÇÃO TOTAL SEM PAI, SEM FILHO, SEM MULHER, SEM TIO, ETC...... VALORIZE TEU VOTO

Jefferson Gomes Nogueira:
"A precarização salarial das Forças Armadas brasileiras"



Sociólogo e mestre em História Jefferson Gomes NogueiraÉ recorrente o envio de tropas do Exército, da Marinha e da Aeronáutica em apoio aos estados brasileiros para as mais diversas demandas. Depois da atuação das Forças Armadas antes, durante e depois da fatídica Copa das Copas, em que centenas de militares ficaram meses longe de seus familiares para garantir o sucesso daquele evento, necessário se faz colocar na agenda dos presidenciáveis a questão da defasagem salarial que vitima essa categoria social há anos.
Numa comparação rápida no portal da transparência do governo federal pode-se constatar a disparidade salarial existente entre o Ministério da Defesa e outros órgãos de segurança pública do País, sejam eles estaduais ou federais.
Assistimos, nos últimos meses que antecederam a Copa, ao emprego do Exército e da Marinha no estado do Rio de Janeiro, em Salvador e em Pernambuco, em missões que caberiam, à luz da Constituição Federal, a outros órgãos de segurança pública. 
O emprego das Forças Armadas no combate ao tráfico de drogas deveria se restringir a vigilância de nossa extensa faixa de fronteiras; entretanto, essas tropas federais vêm sendo constantemente utilizadas em ações de apoio às operações policiais contra o crime organizado e o tráfico de drogas no meio urbano, missão que foge a sua especificidade operacional e constitucional, haja vista que são ações de natureza policial. 
Não obstante ao fato de que, na estrita Garantia da Lei e da Ordem, podem as Forças Armadas ser empregadas após o pedido dos governadores à Presidência da República, o fato é que em muitos desses casos essa missão caberia à Força de Segurança Nacional, criada justamente com essa finalidade. Essa força especializada composta por policiais civis e militares, por peritos criminais e por bombeiros militares das diversas unidades da federação trabalha atrelada à Secretaria de Segurança Pública do Ministério da Justiça.
Além dessas missões de intervenção direta no combate à criminalidade, as Forças Armadas atuam nos lugares mais longínquos do País não só na missão de segurança das fronteiras nacionais, mas, sobretudo, na estabilidade social daquelas localidades. Seu emprego vai desde a construção/reconstrução e manutenção das vias de acesso (estradas e pontes), passando pela assistência médica/odontológica às populações locais, até ao apoio à educação básica.
Desnecessário se faz, nesse pequeno artigo, ressaltar o importante papel das Forças Armadas na missão de paz no Haiti, que já dura mais de uma década e que já custou a vida de dezenas de militares brasileiros.  
Dessa forma, é imprescindível que a defasagem salarial das Forças Armadas entre nos debates dessa campanha presidencial, haja vista que aquela instituição está diretamente envolvida nas questões inerentes à segurança pública, em que, historicamente, assistimos, por ocasião das diversas greves das Polícias Militares Estaduais, à imediata e pronta intervenção das Forças Armadas na garantia da segurança pública em diversos estados. 
A questão crucial é que as Forças Armadas são impedidas, por dispositivo legal, de fazer greve e reivindicar seus direitos. Esse fato as deixam numa situação paradoxal, pois, enquanto as forças auxiliares exercem seu justo direito de lutar por suas demandas mais prementes, os militares das Forças Armadas veem, silenciosamente, seus salários e seus direitos sendo usurpados significativamente. 
De todas as instituições imbuídas constitucionalmente de garantir a paz social e a segurança pública, as Forças Armadas são as mais defasadas, seja em termos de progressão na carreira, seja na questão de moradia ou em questões salariais. 
A Medida Provisória nº 2.215-10, de 31 de agosto de 2001, que trata da remuneração dos militares das Forças Armadas e que suprimiu diversos direitos da categoria, tramita no Congresso Nacional há mais de uma década, demonstrando o total descaso pela categoria. “Ou se revoga toda a MP, com os efeitos maléficos que eles trouxeram, ou então se discute as emendas que apresentamos.
Do jeito que está não podemos mais ficar. É preciso que o Executivo entenda que precisa remunerar os militares dignamente”, defendeu Ivone Luzardo, presidente da União Nacional das Esposas dos Militares e Pensionistas, Unemfa, durante reunião entre o presidente do Senado, Renan Calheiros, e dezenas de representantes de associações dos mais diversos setores da Marinha, Exército e Aeronáutica, ocorrida em 13 de maio deste ano. De acordo com os representantes dos militares, mais de oito milhões de pessoas dependem da votação da MP 2215/2001.
Para uma instituição que figura em segundo lugar no quesito credibilidade e confiança da população brasileira, sua situação salarial está longe de corresponder a tamanho grau de responsabilidade e prestígio.  
Sociólogo e mestre em História Jefferson Gomes Nogueira
http://www.correiodoestado.com.br/opiniao/jefferson-gomes-nogueira-a-precarizacao-salarial-das-forcas-armadas-br/226003/
Temos que perguntar ao Aécio o qual a ideia dele em relação a MP 2215/2000, presente do Fernando Henrique.

Não reeleja nenhum deles ....


Não reeleja nenhum deles. Esse é nosso recado.


FOMOS NOVAMENTE ENGANADOS......SO MESMO AQUI NO BRASIL..................


IMPOSTO DE RENDA
CONGRESSO NÃO VOTA MP QUE REAJUSTA IR E MEDIDA PERDE VALIDADE
REAJUSTE DA TABELA DO IR FOI ANUNCIADO PELA PRESIDENTA DILMA NO DIA DO TRABALHADOR
Publicado: 30 de agosto de 2014 às 9:15
Imposto de RendaO reajuste da tabela do Imposto de Renda (IR), prometido pelo governo para o ano que vem, depende agora da edição de uma nova medida provisória (MP) ou do envio ao Congresso de um projeto de lei com pedido de urgência constitucional para ser apreciado pela Câmara e pelo Senado antes do final deste ano. Isso porque perdeu a validade ontem (29), sem ser votada pelo Congresso, a MP 644/14, que previa reajuste de 4,5% na tabela do IR a partir de janeiro de 2015.
Outra alternativa para o reajuste da tabela do Imposto de Renda, de acordo com a Secretaria-Geral da Mesa da Câmara, é a apresentação de uma emenda por algum parlamentar reajustando a tabela do IR. A emenda só pode ser apresentada a uma medida provisória que tenha correlação com a questão de impostos.
O reajuste da tabela do Imposto de Renda foi anunciado pela presidenta Dilma Rousseff por ocasião do Dia do Trabalhador e, posteriormente, foi encaminhado pelo governo ao Congresso a MP reajustando a tabela do IR. Pela MP, a faixa de isenção do IR passaria de R$ 1.787,77 para R$ 1.868,22. A alíquota de 7,5% seria paga por trabalhadores que ganham de R$ 1.868,23 a R$ 2.799,86; a de 15%, pelos que recebem entre  R$ 2.799,87 e R$ 3.733,19; a de 22% por trabalhadores que ganham de  R$ 3.733,19 a  4.664,68 e a alíquota de 27,5% seria paga pelos que ganham acima de R$ 4.664,68.
A MP não chegou a ser apreciada e votada pela Câmara dos Deputados em função das convenções partidárias, dos jogos da Copa do Mundo, do recesso branco no Parlamento nos meses de agosto e setembro em função do período pré-eleitoral e também pela falta de entendimento para a apreciação da proposição.
Segundo o secretário-geral da Mesa da Câmara, Mozart Vianna, se houver interesse, o governo poderá editar uma nova Medida Provisória reajustando a tabela do Imposto de Renda de Pessoa Física, desde que não seja igual a que perdeu a sua validade. Ele informou que o governo poderá, por exemplo, editar nova MP com um percentual diferente do da anterior ou com um artigo novo.