sexta-feira, 28 de agosto de 2015

PEC 249/2008

Meus amigos temos que fazer essa PEC ser votada
http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao…

Exm° Sr EDUARDO COSENTINO DA CUNHA
DD. Presidente da Câmara de Deputados Federais
Saudações!!!!!
Há exatos 07 (sete) anos vem a "família militar" lutando tenazmente para que a devida justiça seja feita e agora está em vossas sábias mãos colocar em votação a PEC 249 De 2008 que altera o inciso VIII do § 3º do art. 142 da Constituição Federal.
Ocultar mensagem original
Vossa Excelência passará para a história ao realizar esse gesto heroico de colocá-la em votação uma vez que já existe vontade política de vários setores da sociedade brasileira que deram seu voto de apoio a nossa causa.
Contamos com o vosso apoio nessa batalha pela dignidade mais justa e merecida da "família militar" que passa por momentos difíceis atualmente.
" BRASIL ACIMA DE TUDO
Att,


Carlos Roberto Romanowski
SubTen R/1
Passo Fundo/RS
Email: carlosrromanowski@yahoo.com.br
(54) 3632-3586
(54) 81214194
Cidadão Brasileiro e Eleitor Assíduo
EmentaDá nova redação ao inciso VIII do art. 142, da Constituição Federal, para fixar, em subsídios, as remunerações dos membros das Forças Armadas.

http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=392003
CAMARA.GOV.BR

terça-feira, 17 de março de 2015

31 de MARÇO

FÉRIAS DE RECRUDAS

Meus Amigos Algum esta nessa situação.´

Os FTP esperaram todos esses anos para chegar esses anos e deve ter sido nos intervalos dos cafezinhos.
Não Consigo entender os senhores agora doutores no meu caso levarem 32 anos para chegar a uma solução e me mandar procurar a justiça. É vergonhoso. Fico pensando quando ficamos fazendo aquelas químicas para trocar empenho por dinheiro vivo para fazer festa para general como se chama essa situação. Tenho essa papelada toda guardada comigo até hoje. Tenho foto de um comandante vendendo combustível para o prefeito da cidade porque o comandante da Região não ficaria para jantar s não fosse servido à francesa.
A moral da historia é que deveríamos apresentar essas falcatruas e ver no que vai dar.
Pedi reserva remunerada aos 44 anos porque o filhinho de um general passava mais tempo raspando a bunda numa sela de cavala duque cumprindo com suas obrigações como o papai era da comissão de promoção de generais o valoroso comandante nada fazia. Chegava ao cumulo de quando ele ia despachar com o comandante m e ficava do lado de fora da porta pra tira as duvidas dele para passar para o comandante vergonhoso. Tudo porque um subtenente não pode despachar com um corno de  coronel.
Esse é o nosso Exército Brasileiro forjado no buxa-quismo e não na competência.
Podemos analisar os PPTC, que consegue uma vaga somente os buchas-sacos que conseguem não por competência depois ficam ma dando tempo sem fazer sua missão e o pessoa inativos e pensionistas que pagam o pato como os que estão na ativa não estarão na reserva prevê. Uma pouca linha para algum chefe inteligente analisar o único comandante que achei que varia a diferença foi uma decepção, mas conseguiu as estrelas dele.

A esquerda armada no Brasil

A esquerda armada no Brasil se iniciou antes do golpe militar de 1964 quando o socialismo revolucionário trouxe métodos empíricos do chamado político pelos anarquistas espanhóis, portugueses e italianos, que fundaram, no início do século XX, os primeiros sindicatos do País.
Cerca de 119 pessoas foram mortas por guerrilheiros de esquerda no mesmo período.
A radicalização política na década de 1960[editar | editar código-fonte]
Mesmo tendo sido derrotados em 1935, alguns dos militantes comunistas continuavam acalentando o sonho da revolução popular e da tomada do poder pelas classes humildes e oprimidas do Brasil. Segundo alguns dos comunistas, depois da Revolução Russa e da Revolução Chinesa, o Brasil estava destinado a ser o palco da terceira grande revolução socialista do século.
Dos primeiros a chegar, com seu arroubo platino, seu inegável carisma e sua popularidade, alcançada graças a sua “Cadeia da Legalidade” em 1961, Brizola não perdeu a oportunidade para aglutinar resistência em torno de seu nome. Com planos mirabolantes, fez contatos com ex-militares cassados, sindicalistas, estudantes, comunistas, políticos, padres e freiras. Contatou, também com agentes cubanos e organizou um “livro de ouro” para financiar a derrubada do novo regime no Brasil. (Jango, Brizola, Exílio, AIDS e outras histórias de Betinho.
ogo depois do golpe militar no Brasil, em 1964, Cuba mandou pelo menos US$ 200 mil para financiar a resistência articulada no Uruguai por Leonel Brizola. Quem negociou a remessa de dinheiro foi o sociólogo Herbert de Souza, o Betinho, então dirigente da União Nacional dos Estudantes. Para não deixar pistas ele cumpriu um roteiro até Havana; embarcou em Montevidéu; trocou de avião em Buenos Aires, de lá voou para Pais; de Paris para Praga; de Praga para a Irlanda para o Canadá; e finalmente para Cuba. Só até Praga foram 26 horas de voo, lembra Betinho, portador de uma carta de Brizola para Fidel Castro, em que palavras-chave como “dinheiro” e “Fidel” foram picadas e espalhadas em suas roupas.
Brizola, para difundir seus planos, mandou imprimir em Montevidéu 10.000 exemplares do Regulamento Revolucionário, elaborado por ele, e os distribuiu em Montevidéu e, também entre simpatizantes, no Brasil. Mandava mensagens constantes, usando intermediários, como o ex-sargento da Brigada Militar Alberi Vieira dos Santos e Lúcio Soares Costa, que tinham livre trânsito na fronteira.2
Os grupos de refugiados que, naturalmente, se dividiram em três – um sindical, um militar e um terceiro liderado por Brizola -, discutiam a criação de uma frente única e exigiam ação.,
Francisco Julião e as Ligas Camponesas[editar | editar código-fonte]
Em janeiro de 1961, o dirigente das Ligas Camponesas, Francisco Julião, visitou a República Popular da China, integrando uma delegação de advogados brasileiros, entre os quais Sinval Pereira, militante do PCB, e Aguiar Dias, ministro do extinto Tribunal Federal de Recursos. Em Pequim, Julião teve um encontro reservado com dirigentes chineses que, falando em nome de Mao Tse-tung, lhe fizeram uma proposta atraente: treinar militantes das Ligas Camponesas na Academia Militar de Pequim. Julião retornou ao Brasil e iniciou os preparativos para montar o grupo. Três agentes chineses vieram ao Brasil, especialmente destacados para atender as Ligas, encontrando-se com Julião no Rio de Janeiro. Os planos, todavia, tiveram que ser suspensos por causa da crise política que se seguiu à renúncia do presidente Jânio Quadros.
Em julho de 1961 desembarcaram em Cuba treze militantes das Ligas Camponesas que receberiam adestramento militar em Cuba. Entre eles, Adalto Freire da Cruz, paraibano, membro do comitê estadual do PCB em Pernambuco, designado comandante militar do grupo; Amaro Luís de Carvalho, militante do PCB e aluno do curso Stalin; Adamastor Bonilha, militante do PCB, e Joaquim Mariano da Silva, também militante do PCB.
Carlos Marighella, em seu “Manual de Guerrilha” assim explicava como deveria ser a luta armada visando a implantação do comunismo no Brasil:
a. A exterminação física dos chefes e assistentes das forças armadas e da polícia.
b. A expropriação dos recursos do governo e daqueles que pertencem aos grandes capitalistas, latifundiários, e imperialistas, com pequenas expropriações usadas para o mantimento do guerrilheiro urbano individual e grandes expropriações para o sustento da mesma revolução.
É claro que o conflito armado do guerrilheiro urbano também tem outro objetivo. Mas aqui nos referimos aos objetivos básicos, sobre tudo às expropriações. É necessário que todo guerrilheiro urbano tenha em mente que somente poderá sobreviver se está disposto a matar os policiais e todos aqueles dedicados à repressão, e se está verdadeiramente dedicado a expropriar a riqueza dos grandes capitalistas, dos latifundiários, e dos imperialistas.
No Brasil, o número de ações violentas realizadas pelos guerrilheiros urbanos, incluindo mortes, explosões, capturas de armas, munições, e explosivos, assaltos a bancos e prisões, etc., é o suficientemente significativo como para não deixar dúvida em relação às verdadeiras intenções dos revolucionários.
A execução do espião da CIA, Charles Chandler, um membro do Exército dos EUA que veio da guerra do Vietnã para se infiltrar no movimento estudantil brasileiro, os lacaios dos militares mortos em encontros sangrentos com os guerrilheiros urbanos, todos são testemunhas do fato que estamos em uma guerra revolucionária completa e que a guerra somente pode ser livrada por meios violentos.
Esta é a razão pela qual o guerrilheiro urbano utiliza a luta e pela qual continua concentrando sua atividade no extermínio físico dos agentes da repressão, e a dedicar 24 horas do dia à expropriação dos exploradores da população.
A questão básica na preparação técnica do guerrilheiro urbano é o manejo de armas, tais como a metralhadora, o revólver automático, FAL, vários tipos de escopetas, carabinas, morteiros, bazucas, etc

segunda-feira, 16 de março de 2015

SOU BRANCO E POBRE E ESTOU....

SOU BRANCO, POBRE E ESTOU PEDINDO AO POVO PARA IR NA RUA DIA 31 DE MARÇO O DIA QUE A DILMA E SEUS ASSECLAS MAS ODEIAM.


Carlos Marighella, em seu “Manual de Guerrilha” assim explicava como deveria ser a luta armada visando a implantação do comunismo no Brasil:

a. A exterminação física dos chefes e assistentes das forças armadas e da polícia.
b. A expropriação dos recursos do governo e daqueles que pertencem aos grandes capitalistas, latifundiários, e imperialistas, com pequenas expropriações usadas para o mantimento do guerrilheiro urbano individual e grandes expropriações para o sustento da mesma revolução.
É claro que o conflito armado do guerrilheiro urbano também tem outro objetivo. Mas aqui nos referimos aos objetivos básicos, sobre tudo às expropriações. É necessário que todo guerrilheiro urbano tenha em mente que somente poderá sobreviver se está disposto a matar os policiais e todos aqueles dedicados à repressão, e se está verdadeiramente dedicado a expropriar a riqueza dos grandes capitalistas, dos latifundiários, e dos imperialistas.
No Brasil, o número de ações violentas realizadas pelos guerrilheiros urbanos, incluindo mortes, explosões, capturas de armas, munições, e explosivos, assaltos a bancos e prisões, etc., é o suficientemente significativo como para não deixar dúvida em relação às verdadeiras intenções dos revolucionários.
A execução do espião da CIA, Charles Chandler, um membro do Exército dos EUA que veio da guerra do Vietnã para se infiltrar no movimento estudantil brasileiro, os lacaios dos militares mortos em encontros sangrentos com os guerrilheiros urbanos, todos são testemunhas do fato que estamos em uma guerra revolucionária completa e que a guerra somente pode ser livrada por meios violentos.
Esta é a razão pela qual o guerrilheiro urbano utiliza a luta e pela qual continua concentrando sua atividade no extermínio físico dos agentes da repressão, e a dedicar 24 horas do dia à expropriação dos exploradores da população.
A questão básica na preparação técnica do guerrilheiro urbano é o manejo de armas, tais como a metralhadora, o revólver automático, FAL, vários tipos de escopetas, carabinas, morteiros, bazucas, etc.


VEJA O QUE NOS ESPERA E JÁ ESTA OCORRENDO. UM DIA DESSES UMA SENHORA ME PERGUNTOU O EXÉRCITO ESTA PREPARADO PARA NOS DEFENDER. RESPONDE ACHO QUE NEM ELE SABE PORQUE VIVE EM OUTRO MUNDO A BASE DE AR CONDICIONADO.

A esquerda armada no Brasil se iniciou antes do golpe militar de 1964 quando o socialismo revolucionário trouxe métodos empíricos do chamado político pelos anarquistas espanhóis, portugueses e italianos, que fundaram, no início do século XX, os primeiros sindicatos do País.
Cerca de 119 pessoas foram mortas por guerrilheiros de esquerda no mesmo período.
A radicalização política na década de 1960[editar | editar código-fonte]
Mesmo tendo sido derrotados em 1935, alguns dos militantes comunistas continuavam acalentando o sonho da revolução popular e da tomada do poder pelas classes humildes e oprimidas do Brasil. Segundo alguns dos comunistas, depois da Revolução Russa e da Revolução Chinesa, o Brasil estava destinado a ser o palco da terceira grande revolução socialista do século.
Dos primeiros a chegar, com seu arroubo platino, seu inegável carisma e sua popularidade, alcançada graças a sua “Cadeia da Legalidade” em 1961, Brizola não perdeu a oportunidade para aglutinar resistência em torno de seu nome. Com planos mirabolantes, fez contatos com ex-militares cassados, sindicalistas, estudantes, comunistas, políticos, padres e freiras. Contatou, também com agentes cubanos e organizou um “livro de ouro” para financiar a derrubada do novo regime no Brasil. (Jango, Brizola, Exílio, AIDS e outras histórias de Betinho.
ogo depois do golpe militar no Brasil, em 1964, Cuba mandou pelo menos US$ 200 mil para financiar a resistência articulada no Uruguai por Leonel Brizola. Quem negociou a remessa de dinheiro foi o sociólogo Herbert de Souza, o Betinho, então dirigente da União Nacional dos Estudantes. Para não deixar pistas ele cumpriu um roteiro até Havana; embarcou em Montevidéu; trocou de avião em Buenos Aires, de lá voou para Pais; de Paris para Praga; de Praga para a Irlanda para o Canadá; e finalmente para Cuba. Só até Praga foram 26 horas de voo, lembra Betinho, portador de uma carta de Brizola para Fidel Castro, em que palavras-chave como “dinheiro” e “Fidel” foram picadas e espalhadas em suas roupas.
Brizola, para difundir seus planos, mandou imprimir em Montevidéu 10.000 exemplares do Regulamento Revolucionário, elaborado por ele, e os distribuiu em Montevidéu e, também entre simpatizantes, no Brasil. Mandava mensagens constantes, usando intermediários, como o ex-sargento da Brigada Militar Alberi Vieira dos Santos e Lúcio Soares Costa, que tinham livre trânsito na fronteira.2

Os grupos de refugiados que, naturalmente, se dividiram em três – um sindical, um militar e um terceiro liderado por Brizola -, discutiam a criação de uma frente única e exigiam ação.,
Francisco Julião e as Ligas Camponesas[editar | editar código-fonte]
Em janeiro de 1961, o dirigente das Ligas Camponesas, Francisco Julião, visitou a República Popular da China, integrando uma delegação de advogados brasileiros, entre os quais Sinval Pereira, militante do PCB, e Aguiar Dias, ministro do extinto Tribunal Federal de Recursos. Em Pequim, Julião teve um encontro reservado com dirigentes chineses que, falando em nome de Mao Tse-tung, lhe fizeram uma proposta atraente: treinar militantes das Ligas Camponesas na Academia Militar de Pequim. Julião retornou ao Brasil e iniciou os preparativos para montar o grupo. Três agentes chineses vieram ao Brasil, especialmente destacados para atender as Ligas, encontrando-se com Julião no Rio de Janeiro. Os planos, todavia, tiveram que ser suspensos por causa da crise política que se seguiu à renúncia do presidente Jânio Quadros.
Em julho de 1961 desembarcaram em Cuba treze militantes das Ligas Camponesas que receberiam adestramento militar em Cuba. Entre eles, Adalto Freire da Cruz, paraibano, membro do comitê estadual do PCB em Pernambuco, designado comandante militar do grupo; Amaro Luís de Carvalho, militante do PCB e aluno do curso Stalin; Adamastor Bonilha, militante do PCB, e Joaquim Mariano da Silva, também militante do PCB.
Carlos Marighella, em seu “Manual de Guerrilha” assim explicava como deveria ser a luta armada visando a implantação do comunismo no Brasil:


a. A exterminação física dos chefes e assistentes das forças armadas e da polícia.
b. A expropriação dos recursos do governo e daqueles que pertencem aos grandes capitalistas, latifundiários, e imperialistas, com pequenas expropriações usadas para o mantimento do guerrilheiro urbano individual e grandes expropriações para o sustento da mesma revolução.
É claro que o conflito armado do guerrilheiro urbano também tem outro objetivo. Mas aqui nos referimos aos objetivos básicos, sobre tudo às expropriações. É necessário que todo guerrilheiro urbano tenha em mente que somente poderá sobreviver se está disposto a matar os policiais e todos aqueles dedicados à repressão, e se está verdadeiramente dedicado a expropriar a riqueza dos grandes capitalistas, dos latifundiários, e dos imperialistas.
No Brasil, o número de ações violentas realizadas pelos guerrilheiros urbanos, incluindo mortes, explosões, capturas de armas, munições, e explosivos, assaltos a bancos e prisões, etc., é o suficientemente significativo como para não deixar dúvida em relação às verdadeiras intenções dos revolucionários.
A execução do espião da CIA, Charles Chandler, um membro do Exército dos EUA que veio da guerra do Vietnã para se infiltrar no movimento estudantil brasileiro, os lacaios dos militares mortos em encontros sangrentos com os guerrilheiros urbanos, todos são testemunhas do fato que estamos em uma guerra revolucionária completa e que a guerra somente pode ser livrada por meios violentos.
Esta é a razão pela qual o guerrilheiro urbano utiliza a luta e pela qual continua concentrando sua atividade no extermínio físico dos agentes da repressão, e a dedicar 24 horas do dia à expropriação dos exploradores da população.
A questão básica na preparação técnica do guerrilheiro urbano é o manejo de armas, tais como a metralhadora, o revólver automático, FAL, vários tipos de escopetas, carabinas, morteiros, bazucas, etc.
ASSASSINATO DE BOILESEN

A) Henning Albert Boilesen era um empresário dinamarquês, presidente da Ultragás. Foi morto numa ação praticada em pela ALN em conjunto com o MRT - Movimento Revolucionário Tiradentes.



MR-8 - Movimento Revolucionário 8 de Outubro

O grupo começou a nascer em 1966 como “DI da Guanabara”, ou seja, Dissidência da Guanabara do PCB. Contrário à aliança com a burguesia brasileira, defendida pelo partido, a organização via os estudantes como “vanguarda tática”, que não deveria nem substituir os operários na condução da luta pelo socialismo nem esperá-los para poder fazer alguma coisa. A partir de 1969, o acirramento da repressão levou à militarização de sua estrutura e à execução de operações armadas, como o sequestro do embaixador americano Charles Elbrick, realizado conjuntamente com a ALN em setembro daquele ano. Em 1971, o MR-8 passou a debater a necessidade de se manter ou não as ações armadas, gerando um racha na organização. O grupo remanescente definiu uma linha de autocrítica da fase anterior e lançou um projeto de reunificação dos comunistas brasileiros. No entanto, em 1976, o MR-8 aprovou uma resolução política que assumia novamente a defesa de um caminho insurrecional ao socialismo. Por volta de 1978, porém, oMR-8 promoveu nova reviravolta em sua linha política, dando cada vez mais peso às lutas democráticas. A data 8 de outubro homenageia Che Guevara.
O sequestro surgiu de uma idéia audaciosa do jornalista-guerrilheiro Franklin Martins: "por que não fazemos o contrário, em vez de uma ação para libertar o Vladimir, nós capturamos o embaixador e trocamos?

Acima uma cena do filme: O que é isso companheiro?
Tarde de 4 de setembro de 1969, uma tarde comum na rua Marques, Rio de Janeiro. O carro da embaixada americana, um Cadillacpreto, entra na rua. Tudo vai acontecer muito rápido. Um fusca vermelho bloqueia a passagem. O Cadillac pára. Dois homens entram pela porta de trás e dominam o embaixador enquanto um terceiro empurra o motorista para a direita. O fusca arranca e o Cadillacsegue atrás. A 2 quilômetros espera-os uma Kombi, onde embarcam todos, menos o motorista da embaixada. A Kombi segue para um cativeiro na rua Barão de Petrópolis. O jornalista e futuro deputado Fernado Gabeira narra em livro que desceu correndo as escadas, abriu a porta da garagem, a Kombi entrou, ele fechou rápido. Ao ver Charles Burke Elbrick, encostou na parede e disse: "Meu Deus, sequestramos o embaixador dos Estados Unidos!"

À esquerda o embaixador americano Charles Elbrick, no centro comício-relâmpago de Flanklin Martins no movimento estudantil e a direita uma foto do jornalista na época. Flanklin Martins foi jornalista da rede Globo e hoje é ministro do governo Lula.

Presos políticos libertados em troca do embaixador americano
Com o intuito de romper a censura dos meios de comunicação o guerrilheiros obrigaram os militares a ler um manifesto em rede nacional de rádio e televisão: "Este não é um incidente isolado, se soma a inúmeros atos revolucionários" e que Elbrick representa "os interesses do imperialismo, que, aliado aos grandes patrões, aos grandes patrões, aos grandes fazendeiros e aos grandes banqueiros nacionais, mantêm o regime de opressão e exploração"; disseram que soltariam Charles Elbrick caso os 15 prisioneiros políticos fossem libertados e levados a um país segur. A ditadura teria 48 horas para responder, senõa, o embaixador seria assassinado. O manifesto concluia: "Quem prosseguir torturando, espancando e matando ponha as barbas de molho. Agora é olho por olho, dente por dente."

OS QUINZE LIBERTADOS

SOMENTE A NATA SE TIVE-SEM MATADOS NÃO ESTARÍAMOS PASSADO POR ISSO NOVAMENTE

José Ibrahim, líder do movimento operário paulista, um dos quinze presos políticos trocados pelo embaixador americano, estava no presídio Tiradentes. Ao ouvir seu nome, sentiu felicidade e medo: se algo desse errado os quinze ficariam em perigo. Agnaldo Pacheco, da Aliança Libertadora Nacional, ALN; Flávio Tavares, jornalista gaúcho, coordenador do Movimento Nacionalista Revolucionário, MNR; Gregório Bezerra, líder sindical (morto em 1983); Ivens Marchetti, da Dissidência de Niterói (morto em 2002 de câncer); João Leonardo da Rocha, da ALN (morto pela polícia em 1974); José Dirceu, líder estudantil preso em Ibiúna; Luís Travassos, ex-presidente da UNE (morto em acidente de carro no Rio em 1982); Maria Augusta Carneiro Ribeiro, unica mulher da Dissidência Guanabara, a DI-GB, presa em Ibiúna; Mário Zanconato, fundador da corrente Revolucionária, ligada à ALN; Onofre Pinto, fundador da VPR, Vanguarda Popular Revolucionária (morto em emboscada em 1974, no Paraná); Ricardo Vilas, da DI-GB;Ricardo Zarattini, do movimento operário; Rolando Frati, comunista de São Paulo; Vladimir Palmeira, líder estudantil que comandou a Passeata dos 100.000.
Carlos Lamarca traidor, desetor e assassino de seus proprios companheiros de varda que estavam dormindo para roupar munição e armamento

Carlos Lamarca Capitão do Exército Brasileiro, DESERTOU MATOU E ROUBOU ARMAS DO EXÉRCITO, em 1969 tornando-se um dos comandantes da Vanguarda Popular Revolucionária (VPR), organização da guerrilha armada de extrema-esquerda que combatia o regime. Elevado à condição de ícone revolucionário do socialismo e da esquerda brasileira,1 foi condenado pelo regime militar como traidor e desertor e considerado seu principal inimigo.2 Caçado pelas forças de segurança por todo o país, ele comandou diversos assaltos a bancos, montou um foco guerrilheiro na região do Vale do Ribeira, sul do estado deSão Paulo e liderou o grupo que sequestrou o embaixador suíço Giovanni Bucher no Rio de Janeiro, em 1970, em troca da libertação de 70 presos políticos.
Perseguido por mais de dois anos pelos militares, foi localizado e morto no interior da Bahia em 17 de setembro de 1971. Trinta e seis anos após sua morte, a Comissão de Anistia do Ministério da Justiça, sob supervisão do Ministro da Justiça Tarso Genro, dedicou sua sessão inaugural a promovê-lo a coronel do Exército e a reconhecer a condição de perseguidos políticos de sua viúva e filhos.
Em 1970 os guerrilheiros se inspiram no bem sucedido sequestro do embaixador americano e fazem novos sequestros para libertar os companheiros que estavam sendo torturados nos quartéis.
sequestro do embaixador japonês - Okuchi                SEQUESTRO DO EMBAIXADOR JAPONÊS
No início de 1970. A VPR começa a treinar para a guerrilha rural, no Vale do Ribeira. O dirigente do grupo, Mário Japa, sofre um acidente. ele é socorrido pela polícia que encontra com ele armas e documentos compremetedores. Preso, Chizuo Ozava, o Mário Japa, poderia dizer onde era o campo de treino. Com ajuda do MRT, Movimento Revolucionário Tiradentes, e da Rede, Resistência Democrática, a VPR planeja osequestro do cônsul japonês. No dia 11 de março, Okuchi deixa o consulado as 18 horas e vai para casa, na rua Piauí, Higienópolis. Na esquina da lagoa com a Bahia, o motorista freia para não bater no fusca azul que lhe corta a frente. Reclama de "barbeiragem" sem ver o rapaz que segurava uma metralhadora . Em segundos, três homens levam o cônsul para outro fusca, vermelho. No banco de trás vendado, cabeça no colo de um sequestrador, segue para casa de um sequestrador, em Indianópolis. 12 de março. Jornais estampam a exigência: a libertação de cinco presos e asilo no México. Damáris Lucena, com seus três filhos pequenos, encabeçada a lista. É viúva de Antônio Lucena, morto a tiros dias antes por militares que invadiram a sua casa e executaram o marido na frente dela e das crianças. Os outros quatro: Otávio Ângelo, dirigente da ALN; madre Maurina, religiosa torturada pelo delegado Fleury;Diógenes Carvalho de Oliveira, da VPR; e Chizuo Ozava. A caçada aos guerrilheiros seria implacável: dos quinze participantes do sequestro, prenderam oito e, dos oito, mataram cinco na tortura.
sequestro do embaixador alemão - Von Holleben                       SEQUESTRO DO EMBAIXADOR ALEMÃO
No dia 11 de junho de 1970, às 17h45, o rádio da Kombi estaciona numa ruela de Santa Teresa, Rio, transmitia Inglaterra versus Tchecoslováquia, nas oitavas de final da Copa do Mundo no México, chave do Brasil. Tocava um jingle: "Noventa milhões em ação/ Pra frente Brasil/ Saaalve a seleção..." O Mercedes do embaixador alemão Von Holleben passará por perto. A ação se dará em três tempos: uma caminhonete abalroa o Mercedes; o embaixador é levado num Opala até a Kombi; a Kombi leva Von Holleben, dentro de um caixote, até o esconderijo. Vale a libertação de 40 presos políticos, levados à Argélia. A segurança Von Holleben limitava-se a dois agentes federais. A camionete abalroou o Mercedes e, sob uma rajada de submetralhadora, a escolta se rendeu gritando: "Chega! Chega!" o guarda-costas tenta sacar a arma e um tiro o abate. Von Holleben, que deitou no chão do carro, é levado até a Kombi e, enfiado num caixote, desembarca numa casa do subúrbio. Uma gentil militante recebeu Von Holleben com chá e salgadinhos e o calmante Valium. A cordialidade inclui o domínio do inglês de um sequestrador, Alfredo Sirikis que narrou o episódio no livro Os Carbonários. Um sequestrador, Eduardo Leite. o Bacuri, entrou no quarto sem capuz. Holleben voltou-se para Sirkis, irritado: "Nada de rostos, por favor!". A exigência poupou o embaixador do aborrecimento de reconhecer sequestradores. Na despedida, observou: "Pensei que vocês fossem mais organizados!".



70 presos políticos libertados - sequestro embaixador suiço



SEQUESTRO DE AVIÃO
Apesar dos riscos muitos exilados que estavam no Chile queriam voltar para o Brasil. Mesmo que fosse para viver na clandestinidade. Alguns militantes eram destacados para tratar das viagens, uma ação de altíssimo risco. James Allen da Luzcuidou da viagem de volta de muitos compatriotas. No dia primeiro de janeiro de 1970 tratou de uma missão temerária. Desviar um avião para Cuba para por em local seguro seis militantes, inclusive ele. Era um avião que partia de Montevidéu para o Rio. O avião partiria para o Rio levando dezessete passageiros, seis deles eram militantes da VPR. Inclusive uma mãe atrapalhada com seus dois filhos pequenos. Obrigaram o comandante a mudar o destino para o aeroporto José Martí, Havana. 
O avião deixou o solo uruguaio e James Allen entra na cabine da tripulação para anunciar o sequestro. Ele lê no microfone um manifesto e anuncia o novo destino do avião. Sem autonomia de vôo o avião precisaria fazer quatro escalas. A mais tensa foi na capital do Peru. Durou 27 horas, o impasse, aeroporto tomado por militares armados e tanques de guerra. Foram longas negociações. Os militares diziam que não havia condilões técnicas para o avião chegar em Cuba. O governo peruano ofereceu asilo para a guerrilheira Marília e seus filhos. Isso não foi aceito pois os guerrilheiros sabiam que assim que saíssem do aeroporto iam ser executados sem contemplação. Com a inesperada solidariedade da tripulação três dias depois todos chegaram salvos em Cuba. Pelo enorme risco deste tipo de ação, os guerrilheiros evitaram nosvos sequestros de avião. Além de Marília e as duas crianças apenas dois sequestradores sobreviveram até a anistia em 1979. Os outros morreram nas perseguições e James Allen continua desaparecido até hoje.

AP - Ação Popular
A criação da organização, em meados de 1962, coroou a evolução em direção à esquerda que setores da Ação Católica já vinham vivendo há algum tempo. Mas foi somente em 1965 que a AP buscou definições políticas mais consistentes, culminando numa resolução que apontava claramente a utilização do pensamento marxista como método de análise e, em seguida, da luta armada como caminho necessário para a revolução. Entre 1966 e 1967, lideranças maoístas conquistaram hegemonia na organização e introduziram mudanças bruscas, causando afastamentos, especialmente dos militantes cristãos. Em 1968, a AP se aliou ao PCdoB e passou a defender o mesmo caminho estratégico do “cerco das cidades pelo campo”. Em 1972, um debate sobre a incorporação da organização ao partido provocou mais uma cisão em que a maioria dos quadros ingressou no PCdoB. Os que permaneceram na AP passaram à formação de uma aliança com a Polop e o MR-8, constituindo uma Tendência Proletária, que, no entanto, se romperia algum tempo depois. Entre 1973 e 1974, a AP foi duramente atingida pela ação dos DOI-Codi, que aprisionaram e executaram, sob torturas, importantes dirigentes como Paulo Stuart Wright e Honestino Guimarães, ex-presidente da UNE.
Atentado no Aeroporto de Guararapes - AP Ação Popular









Atentado cometido pela Ação Popular no Aeroporto de Guararapes, Recife, em 25 de julho de 1966
Costa Silva ainda candidato a presidência deveria pousar na manha de 25 de julho de 1966 no Aeroporto Guararapes em Recife. Mas o auto-falante avisa que o avião sofreu uma pane e ele está vindo de carro. O dono de uma banca de jornais pede a um guarda-civil que leve ao balcão de achados e perdidos a maleta que alguém esqueceu. Dez para as nove o guarda dá alguns passos e a maleta explode: continha uma bomba acionada por controle remoto. Morrem uma almirante da reserva e um jornalista; treze pessoas ficam feridas. O secretário de Segurança Pública perde quatro dedos da mão e o guarda civil teve a perna amputada. Este atentado marcou a estréia dos atentados de esquerda, em consequencia cresceria a perseguição indiscriminada a todos quantos discordassem dos rumos que o país tomava.
O político José Serra, durante um breve período, participou da AP até se exilar no Chile e depois nos EUA. Veja que é, no mínimo, estranha a história de José Serra no exílio  (Não nega que esse porco cospe nas aeronave da Força Aérea Brasileira, Brilhante educação)

VOCÊ JÁ OUVIU UM CRIMINOSO INOCENTE É O CASO DESSA 

Logo após o assalto a casa do governador ela e suas amigas foram para o salão de beleza arrumar as unha e cabelos os homens para o bar tomar umas que outras.

Sobre o assunto de tortura não tem testemunha nenhuma nem sequelas. Uma pergunta ela foi presa pelo crime de roubo???  somente no brasil temos uma presidente ladrona é por isso nosso patrimônio esta sendo todo roupado.

ACORDA POCO BRASILEIRO SE NÃO SERA TARDE DEMAIS.

E COMO DAR A CHAVA DO GALINHEIRO A RAPOSA. VOCÊS JÁ NOTARAM QUE NÃO TEM MAIS PT POBRE. LULA MILIONÁRIO
                                                LULINHA MULTIMILIONÁRIO.
                                                DILMA MILIONÁRIA (FALIU UMA LOJINHA DE 1,99)
                                                FILHA MILIONÁRIA
                                                      O PINÓQUIO DA DILMA O CARDOSO MILIONÁRIO

SABE MAIS QUANTOS MILIONÁRIOS TEM POR AI COM O TEU , O MEU O NOSSO DINHEIRO ISSO TEM QUE PARRAR.

VAMOS PARA RUA DIA 31 DE MARÇO O DIA QUE A DILMA MAIS DETESTA 
  
CONFIRMA TUA PRESENÇA NA TUA CIDADE PELO E-MAIL  robertomil1960@hotmail.com

Abraço a todos.

SENHOR DEPUTADO EDUARDO CUNHA O QUE MUDOU EM SUA OPINIÃO???



SENHOR DEPUTADO O QUE MUDOU EM SUA OPINIÃO. 
TALVEZ A LISTA DO JANOT???

Cunha diz que vai arquivar pedidos de impeachment contra Dilma.

 O POVO TEM  SINDO ENGANADO DIUTURNAMENTE, NÃO CONSEGUIMOS COMPRAR UMA CASA E NEM PAGAR UMA FACULDADE PARA NOSSOS FILHOS, PORQUE ESSES SAFADOS NOS ROUPAM TUDO QUE TEMOS ATÉ NOSSOS SONHOS. CHEGA VAMOS PARA RUA ATÉ O FIM.

REPASSEM.

AMANHÃ SERA OUTRO DIA DE PARALISAÇÃO




Cunha diz que vai arquivar pedidos de impeachment contra Dilma

Foto de Carlos Roberto Romanowski.
Foto de Carlos Roberto Romanowski.
PESSOAL TEMOS QUE REPETIR ESSA PASSEADA NO DIA 31 DE MAR.
O DIA QUE A DILMA ODEIA.
ESPERAMOS VOCÊS EM TODO BRASIL. VENHA PRA RUA.
ONDE ESTA O EXÉRCITO DO LULA E DO MADURO DUAS PIADAS. VEM, VEM, VEM