domingo, 21 de setembro de 2014

Presidente de ONG denuncia petista Rui Costa

Presidente de ONG denuncia petista Rui Costa e aliados do PT por esquema de desvios milionários na Bahia

Presidente de ONG denuncia petista Rui Costa e aliados do PT por esquema de desvios milionários na Bahia
A presidente da ONG Instituto Brasil, Dalva Sele, em entrevista à Revista Veja, denunciou um esquema milionário de desvio de verbas públicas dos quais fazem parte o atual candidato do PT ao governo da Bahia, Rui Costa e outros aliados do PT.
Dalva apontou o candidato ao governo do Estado da Bahia, Rui Costa, de ter participado juntamente com mais um senador, dois deputados federais e do ex-ministro da presidenta Dilma, Afonso Florense, que chefiava a pasta de Desenvolvimento Agrário.
Na denúncia são citados o senador Walter Pinheiro que, segundo Dalva, teria recebido R$ 260 mil. São citados também o deputado federal pelo PT, Nelson Pelegrino e o atual presidente da Embratur, ex-PCdoB, Vicente Neto.

http://www.revoltabrasil.com.br/politica/5163-presidente-de-ong-denuncia-petista-rui-costa-e-aliados-do-pt-por-esquema-de-desvios-milionarios-na-bahia.html

Estou de Verde o MEU interior é VERMELHO

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sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Esse nosso Brasil é rico por natureza.....



Polícia flagra avião com R$ 500 mil e santinhos de candidato de TO
Aeronave foi flagrada durante operação da Polícia Civil de combate ao tráfico de drogas; segundo delegado, presos chegaram a admitir que dinheiro seria para a campanha de Marcelo Miranda 

Goiânia - Um bimotor transportando mais de R$ 500 mil em dinheiro e cerca de 5 quilos de santinhos (impressos) de dois candidatos às eleições no Estado do Tocantins foi flagrado pela Polícia Civil de Goiás na quinta-feira, 18, durante uma operação de combate ao tráfico de drogas. Além do dinheiro e dos impressos, o plano de voo da aeronave foi alterado, segundo a polícia, e o piloto tentou fugir, sendo impedido pelos agentes.

Os impressos têm o nome de Marcelo Miranda, ex-governador que lidera a disputa pelo cargo no Estado, mas que teve os bens indisponibilizados pela Justiça Federal esta semana. O outro político dos impressos e o candidato a deputado federal Carlos Henrique Gaguim. Ambos são candidatos pelo PMDB.

Marcelo Miranda estava em campanha em Araguaína, no interior do Tocantins, na manhã desta sexta-feira, 19. O assessor de comunicação da campanha, Melk Aquino, informou que o conselho político da chapa decidiu não falar, nem divulgar nota ou resposta, por enquanto. "Serão dadas respostas política e jurídica nos próximos dias. O que se quer é que seja apurado", afirmou.

Em entrevista à TV Anhanguera na noite de quinta, publicada pelo jornal O Popular nesta sexta, Marcelo Miranda disse que desconhecia o ocorrido. O celular de Carlos Henrique Gaguim não atendeu e ele não retornou aos recados.

Flagrante. Foram presos Douglas Marcelo Alencar, 38, apontado como o líder do grupo; Marco Antônio Jayme Roriz, 46; Lucas Marinho Araújo, 24, segurança; e o piloto da aeronave Roberto Carlos Maya Barbosa, 48. O delegado responsável pela operação Ricardo Chueire, comanda o Grupo Especial de Repressão a Narcóticos (Genarc) de Itumbiara e fez o flagrante em Piracanjuba, cidade a cerca de 85 quilômetros de Goiânia, imaginando que os envolvidos estavam transportando drogas.

Por volta de 15 horas de quinta-feira, 18, as equipes do Genarc de Itumbiara, que cobre a região de Piracanjuba, investigavam a ação de traficantes de drogas quando viram uma caminhonete Toyota Hilux chegando a uma pista de pouso da cidade e acreditaram se tratar da carga de entorpecentes. Conforme ele, com a aproximação das viaturas, o piloto, que estava com o motor ligado, "tentou decolar, mas foi perseguido, abordado e impedido pelos Policiais Civis". O bimotor prefixo PR GCM seria de um empresário tocantinense do ramo da construção civil, amigo de Marcelo Miranda.

Crime eleitoral. Segundo Chueire, foram encontrados no interior do avião, R$ 504 mil em maços ainda com os invólucros da Caixa Econômica Federal. "Havia também farta quantidade de santinhos que nem contamos, pesamos, para ter noção", disse. O dinheiro teria sido sacado em uma agência da própria Piracanjuba, cidade que não constava no plano de voo da aeronave, relatou o delegado. Conforme ele, o avião seguiria para Palmas com o dinheiro e o material publicitário apreendido.

"Assim que fizemos o flagrante, eles (os presos) confirmaram que o dinheiro era para a campanha eleitoral (de Miranda), mas na presença do advogado eles prestaram depoimento formalmente negando isto", informou Chueire. No depoimento, os envolvidos (menos o piloto), afirmaram que o dinheiro era de um empréstimo feito em Brasília, usando a conta do segurança Lucas emprestada. Já a polícia investiga se o "laranja" do esquema foi o segurança, que seria natural de Piracanjuba, e cuja conta bancária para a transação suspeita teria sido usada para movimentar o volume encontrado e outras quantias.

O delegado ainda não sabe por quanto tempo o grupo ficará detido. Segundo ele, a Procuradoria Eleitoral do Ministério Público Federal do Tocantins já foi comunicada dos "fortes indícios de crime eleitoral" e receberá cópias dos procedimentos instaurados em Goiás. "Não estamos investigando crime eleitoral aqui, isto cabe a eles (MPF-TO)", reforçou. A reportagem não conseguiu contato com o advogado dos presos que foram autuados por enquanto por lavagem de dinheiro, associação criminosa e crime tributário.

Crises. Pesquisa recente, realizada pela TV Anhanguera, aponta que Marcelo Miranda tem 48% das intenções de voto no Tocantins, contra 33% do segundo colocado, Sandoval Cardoso (SD), sinalizando chances de vitória no primeiro turno.

Miranda, que já foi governador do Tocantins por dois mandatos, foi cassado em 2009 pelo Tribunal Superior Eleitoral acusado de, nas eleições de 2006, ter feito compra de voto, abuso de poder e uso indevido dos meios de comunicação, ficando inelegível por oito anos.

Ocorre que a inelegibilidade do candidato ao governo vence em 1º de outubro, às vésperas da eleição do dia 5.

Agravando ainda mais a situação, a Justiça Federal, a pedido do MPF-TO, decretou a indisponibilidade dos bens de Miranda esta semana. O motivo é a suspeita de desvio de mais de R$ 20 milhões em supostos esquemas em um dos governos dele. Durante a prisão em flagrante em Piracanjuba, a situação da indisponibilidade dos bens do candidato teria até sido relatada aos policiais como motivo para o levantamento do dinheiro que foi flagrado no avião, o que foi negado em depoimento depois.
http://estadao.br.msn.com/ultimas-noticias/eleicoes/story.aspx?cp-documentid=265260286 

Pensão de militar morto será dividida entre esposa e companheira

Pensão de militar morto será dividida entre esposa e companheira

Previdenciário   |   Publicação em 18.09.14

A 3ª Turma do TRF da 4ª Região negou recurso da União e manteve sentença que determinou a divisão da pensão entre a esposa e a companheira de um militar da Marinha ainda casado legalmente, mas que estava separado de fato quando faleceu.
A companheira ajuizou ação em 2008 e teve reconhecido seu direito à pensão pela 1ª Vara Federal de Rio Grande (RS). A decisão levou a Advocacia-Geral da União a apelar no tribunal alegando ausência de provas da união estável.
Para a relatora do processo, desembargadora federal Marga Barth Tessler,"ainda que o segundo relacionamento tivesse um curto período, entre os anos de 1997 e 1998, ficou clara a intenção do militar de iniciar uma nova família". Para a relatora, "são fatores que reforçam esse entendimento a existência de um filho do casal e de uma ação de divórcio entre o falecido e a esposa".
O acórdão conclui que "o fato de o ex-militar falecido, apesar de separado de fato, ao tempo do seu óbito ainda permanecer formalmente casado com sua anterior esposa - a qual permanece sendo beneficiária - em nada afeta o reconhecimento da união estável havida entre o mesmo e a autora, para efeitos de partição da pensão.
A companheira deverá receber a pensão retroativa a maio de 2003, com juros e correção monetária. Apesar de o óbito ter ocorrido em 1998, as parcelas anteriores estão prescritas. (Proc. nº 5007627-72.2011.404.7101).