quinta-feira, 24 de julho de 2014

"Acorda Brasil"



Esse é um País do 3º Mundo que caminha para o 4º Mundo - se não houver mudanças - já!!!!!!!

"Acorda Brasil"





IDH: Com desigualdade, Brasil cai 27% em índice de qualidade de vida

EUA foram o segundo com maior perda com ajuste

por Clarice Spitz / Lucianne Carneiro / Martha Beck / Gabriela Valente
24/07/2014 2:00 / Atualizado 24/07/2014 16:23

O mundo tem hoje 2,2 bilhões de pessoas pobres ou no limiar da pobreza
Foto: Marcos Tristão / Marcos TristãoO mundo tem hoje 2,2 bilhões de pessoas pobres ou no limiar da pobreza - Marcos Tristão / Marcos Tristão

RIO E BRASÍLIA - A desigualdade — que entrou na agenda econômica global este ano após o sucesso de vendas do livro “O Capital no Século XXI” do economista francês Thomas Piketty — prejudica, e muito, o desenvolvimento humano dos países. Apesar de o IDH considerar os parâmetros médios da vida nos diferentes países avaliados (ou seja, sem levar em conta as diferenças entre ricos e pobres), o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) calcula um IDH ajustado pela desigualdade. E, em muitos casos, há uma piora na avaliação dos países.
No caso do Brasil, apesar de o relatório do Pnud destacar os avanços do país com os programas de transferência de renda, como o Bolsa Família, a desigualdade ainda é enorme. Quando se considera a disparidade entre ricos e pobres, o IDH do Brasil é reduzido em 27% — de 0,744 para 0,542 — e o país despenca 16 posições no ranking global.
Quando ajustado pela desigualdade, os Estados Unidos, que têm o quinto maior IDH entre os países pesquisados, registram uma perda de 23 posições no ranking, com recuo de 17,4% no seu índice. O Reino Unido que também está no grupo de países de muito alto desenvolvimento humano recua 8,9% no seu índice e perde quatro posições. O Brasil é o nono país entre os 187 países que mais perdem posições no ranking de desenvolvimento humano por causa da alta desigualdade social.
— O Brasil é um país muito desigual ainda. Mesmo que a desigualdade tenha sido reduzida nos últimos anos — ressalta o representante residente do Pnud no Brasil, Jorge Chediek.
Segundo dados da entidade, a fatia abocanhada pela desigualdade no IDH diminuiu nos últimos anos. Em 2006, por exemplo, ela era de 29,6%. Três anos depois, passou para 27,7%. E em 2011, alcançou 27,2%. Esse avanços foram possíveis por vários motivos, principalmente, pela ascensão da chamada classe C.
— O Brasil perde muito com a desigualdade e tem de trabalhar muito para construir a resiliência — alerta Chediek ao lembrar que o país precisa de medidas para criar um sistema de proteção para blindar a população de um retrocesso social.
De acordo com o Pnud, é a desigualdade na renda da população brasileira que mais afeta o IDH. Ela diminui em 39,7% o indicador da renda: mais do que a média da América Latina e até dos Estados Unidos.
Na avaliação do professor da Universidade de Brasília Marcelo Medeiros, lidar com essas discrepâncias é o maior desafio para o avanço da qualidade de vida no país:
— Embora a desigualdade tenha caído desde o fim dos anos 90 e particularmente nos anos 2000, o Brasil ainda é um país extremamente desigual. Uma população bastante rica convive com uma população bem pobre. Aqui, a parcela dos 1% mais ricos tem mais renda que toda a metade da população mais pobre junta.
IDH 2CÁLCULO FOI INTRODUZIDO EM 2010
O conceito de IDH ajustado pela desigualdade foi introduzido em 2010. A maior perda ocorre na África Subsaariana (34%), seguida pelo sul da Ásia (29%), pelos Estados árabes (26%) e pela América Latina e Caribe (24,5%). A perda é menor na Europa e na Ásia Central (13%). Países como México e Colômbia mostraram reduções devido à desigualdade de 22,9% e 26,7%, respectivamente. No caso da Índia, houve recuo de 28,6% no índice.
O Índice de Desenvolvimento Humano ajustado à desigualdade foi calculado para 145 países. A média de perda de desenvolvimento humano devido à desigualdade foi de 22,9%, variando de 5,5% (no caso da Finlândia) a 44% (no caso de Angola). A população da África subsaariana sofre as maiores perdas, seguida pelo Sul do Ásia e por América Latina e Caribe.
A relatório enfatiza que a continuidade da desigualdade crônica restringe o progresso social. As disparidades em termos de renda, riqueza, educação, saúde e outras dimensões persistem no mundo e reduzem ainda a capacidade de recuperação após choques.
MUNDO TEM 2,2 BILHÕES DE POBRES
O relatório do Pnud deste ano trata do desenvolvimento sustentável e de como manter os ganhos de qualidade de vida incorporados nos últimos anos por meio da redução de vulnerabilidades. O mundo tem hoje 2,2 bilhões de pessoas pobres ou no limiar da pobreza. Segundo o relatório, 1,2 bilhão de pessoas vivem com US$ 1,25 ou menos por dia. No entanto, quando se considera o conceito de pobreza multidimensional (que inclui também a qualidade de vida e não apenas a renda), esse número sobe para 1,5 bilhão.


Read more: http://oglobo.globo.com/economia/idh-com-desigualdade-brasil-cai-27-em-indice-de-qualidade-de-vida-13358176#ixzz38Q47PBbg

Vejam essa pesquisa e tiram as suas conclusões!

quarta-feira, 23 de julho de 2014

VEJA AS FOTOS DO BARRACO DO LIDER DOS SEM TERRA


VEJA AS FOTOS DO BARRACO DO LIDER DOS SEM TERRA

  
.Repassando... 
​quando ironia.......​



Fotos do barraco do líder dos sem terra.
Imaginem, ainda, quanto não custa manter a “namoradinha”?
Foto do barraco do líder dos sem terra - Repassem sem piedade !!!
   
GOSTEI MUITO DAS CORES DO "BARRACO"!!!  .
 

Bruno Maranhão, sem-terra, um dos líderes do MST
As fotos são do "barraco" de Bruno Maranhão, um sem-terra! ELE  É  UM DOS  LIDERES  DO MST aparecem na casa ele e sua esposa. Gente humilde, simples e trabalhadora, em busca de um futuro melhor. 


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Como é que se faz para que essas
coisas cheguem aos que não tem
acesso a computador e que acham
que o Brasil está mais justo?
​"ACORDA BRASIL"​

REPASSEM SEM PIEDADE!...

E o Ministério Publico Federal nesse caso ele é omisso ou????

AS GRANDES MENTIRAS E AS INSIPIÊNCIAS SOBRE A REMUNERAÇÃO DOS MILITARES FEDERAIS

AS GRANDES MENTIRAS E AS INSIPIÊNCIAS SOBRE A REMUNERAÇÃO DOS MILITARES FEDERAIS
 
O tema da remuneração dos militares federais está envolvido em uma rede de mentiras e desconhecimentos.

As mentiras, deliberadamente, têm em vista iludir, fazer com que o mal seja percebido como o bem, o errado como o certo, o desfavorável como o favorável. A insipiência resulta de avaliações superficiais, do desconhecimento de aspectos fundamentais do assunto e de conclusões apressadas. A mentira e a insipiência não favorecem o desenvolvimento de um processo que conduza à  superação do estado degradante em que se encontram os militares sob o ponto de vista salarial.
 
A primeira grande mentira é dizer que os militares federais têm uma remuneração razoável. Essa afirmação é insustentável.

Os indicadores oficiais, divulgados amplamente, apontam, todos eles,  para o entendimento de que, no panorama brasileiro, os militares federais têm um salário médio muito abaixo da categoria de servidores públicos com a menor remuneração - a Administração Direta.

De acordo com o Boletim Estatístico de Pessoal e Informações Organizacionais nº 212 – Dez 2013 – Pag 38, do MPOG, a remuneração média dos Militares Federais  equivalia, em dezembro de 2013,  a 65,91% a da Administração Direta.

Mas, em dezembro de 2004, os salários dos militares correspondiam a 102,26%  aos da Administração Direta. Portanto, de dezembro de 2004 a dezembro de 2013, os militares tiveram uma perda brutal frente aos integrantes da categoria com a menor remuneração no serviço público federal.

Em relação a outros setores, a situação é mais degradante ainda: a remuneração média dos militares, atualmente, corresponde a 35,83% a do MPU, a 34,75% a do Judiciário,a 30,23% a do Legislativo e a 27,08% a do Banco Central. Como falar em remuneração razoável?
 
Mas o problema pode ser observado sob outros ângulos:

Por exemplo, se os valores dos salários dos  cargos dos servidores públicos forem vistos, em conjunto, com aqueles dos diferentes postos e graduações  dos militares. Nesse enfoque, fica claríssima a iniqüidade que se abate sobre os militares federais.

No que se refere aos postos mais elevados, constatamos situações em que militares,com mais de 42 anos de serviço, detentores de todas as habilitações educacionais possíveis,com grandes responsabilidades, muitas vezes alcançando  diversos estados da federação, percebem uma remuneração inferior a de servidores com encargos de muito menor abrangência.

Essa situação degradante é evidente em qualquer comparação que se queira fazer.

Nos outros níveis da escala hierárquica,por exemplo,a iniqüidade se reproduz, com muito maior ênfase, a ponto de um Segundo Tenente ter um salário bruto inferior a de um Agente Penitenciário de Segunda Classe. 

O que falar das constatações de  que o salário líquido de 40% dos Primeiros Sargentos da ativa do Exército ser inferior a R$ 2.910,70 ( dados de abril de 2014),ou de que 50%  dos Segundos Sargentos da ativa do Exército perceberem uma remuneração líquida inferior a R$2.717,79   (dados de abril de 2014)? Ou 50%   dos Terceiros Sargentos da ativa do Exército ganharem um salário líquido inferior a R$ 2.373,00      ( dados de abril de 2014)?

Mas autoridades altamente situadas vêm a público condenar a “mania” de querer fazer comparações entre salários de diferentes categorias de servidores, como se fosse possível avaliar sem comparar. No entanto, essa mesma autoridade,no mesmo contexto situacional, fez a inevitável comparação,essa totalmente falsa e desprovida de razoabilidade , de  que os militares federais estariam sendo remunerados como Ministros de Estado.
 
Outra grande mentira é ressaltar o empenho e o interesse dos setores responsáveis pelo tema em resolver a situação angustiante em que se encontram os militares federais sob o ponto de vista salarial.

Nos últimos anos, a leviandade, a “ inércia” e o interesse em procrastinar a solução do problema evidenciam-se sob diferentes formas :
- acenando com a possibilidade de adoção de Políticas de Remuneração,deletérias à família militar, que não enfocam ações objetivas e imediatas, mas têm em vista, na verdade,suprimir os ainda subsistentes benefícios compensatórios das características da carreira militar(extinguindo  os institutos da paridade e da integralidade,submetendo os militares a um sistema de previdência social incompatível com as peculiaridades da carreira militar, criando benefícios destinados a segmentos específicos  dos militares federais e outros);
- procurando apreciar a situação salarial degradante dos militares, que se evidencia há uma década, no âmbito de demandas provenientes de diferentes setores do serviço público federal, de modo que os recursos financeiros, necessários a corrigir uma situação gravíssima, sejam considerados como uma parcela do montante a repartir com outras  demandas ,sustentadas por entidades de classes. Como aconteceu no aumento concedido por intermédio da Lei nº 12.778, de 28 de dezembro de 2012   ;
- sugerindo medidas completamente dissociadas dos estudos minuciosos, elaborados pelas Forças, que sustentavam  proposições de aumentos salariais. Nesse caso, autoridades da maior hierarquia, em reuniões  decisórias, apresentaram propostas impensáveis e completamente inaceitáveis, tais como: “ o governo só pode conceder uma gratificação para o pessoal da tropa e para os postos mais elevados”, “não pode haver aumento para os agregados (inativos e pensionistas)”, ”o possível é  conceder um aumento de 8% a  10%, diluído em três parcelas anuais”, quando as Forças haviam realizado uma análise pormenorizada que indicava a necessidade de uma elevação de  47,50% nos valores dos soldos a ser concedida em um exercício financeiro.

Não se identifica, nesses últimos anos, nenhum esforço, consistente e eficaz, para corrigir a situação salarial dos militares federais.

De dezembro de 2004 a dezembro 2013, a Administração Direta teve um aumento cumulativo de 207, 10% enquanto os Militares Federais de 97,87%. Em 2003, as despesas com o pagamento do pessoal militar correspondiam a 1,18% do PIB e, em 2011, a 0,94 do PIB (e continuaram descendentes) ; nesse mesmo período, os dispêndios com gastos de pessoal na Administração Direta foram ascendentes, de 1,32 % para 1,38 % do PIB.

Mas se difundem mentiras, afirmando que as  recentes elevações salariais concedidas pela Lei nº 12.778,de 28 de dezembro de 2012, privilegiaram os militares federais, quando o exame dos anexos que acompanham esse diploma legal indica aumentos,para os servidores civis,que chegam a alcançar o índice de 176 %, enquanto os militares obtiveram três parcelas anuais de 9,14%.
 
Já a insipiência sobre o assunto resulta da superficialidade das análises, das vaidades e dos interesses inconfessáveis.

Cabe, preliminarmente, abordar alguns aspectos que circunscrevem  essa insipiência.   

A MP nº 2.215/2001 se produziu no quadro da Reforma da Previdência Social de 1998/2003. Suprimiu, indevidamente, diferentes benefícios, que compensavam características próprias da carreira militar. Essas supressões,indesejáveis, exigiram o estabelecimento de regras de transição, que, necessariamente, estabeleceram pontos de corte, temporais e nos universos dos  atingidos. Por outro lado,  a MP garantiu os institutos da paridade e da integralidade,de acordo com o marco previsto no seu artigo 10.

A supressão do adicional de tempo de serviço decorreu de uma decisão de governo para todo o serviço público. A MP apenas acolheu, no seu texto, essa decisão de governo, que, a qualquer momento, poderá ser modificada. Denominar a MP nº2.215/2001 de “MP do mal” e propugnar pela  sua pronta apreciação pelo Congresso é uma temeridade. 

Qual a garantia, na atual conjuntura, de serem mantidos os demais temas de interesse da Família Militar, que a MP consubstancia em seu texto, muitos deles decorrentes de tratativas e acordos ocorridos em 2001? Após desencadeado o processo de votação da MP, qual a orientação geral a ser seguida? Como agir politicamente, de modo a se contrapor e a evitar que poderosos interesses usurpem os nossos derradeiros benefícios, compensatórios às limitações impostas pela carreira militar?

Enquanto isso, a questão fundamental, a superação do desnível remuneratório brutal que se abate sobre os militares federais e exige um aumento imediato de 51% nos valores do soldo, perde-se no redemoinho de reivindicações sobre aspectos periféricos, que fragmentam a percepção e inibem o agir. Nesse cenário, os Militares e  a Família Militar serão os maiores perdedores ou os vencedores?

Brasília, 3 de junho de 2014
Gen Div Synésio Scofano Fernandes

segunda-feira, 21 de julho de 2014

Esta na hora de enviar para o Presidente do Congresso Nacional



Votação da Lei de Remuneração dos Militares

Votação da Lei de Remuneração dos Militares
75.000
70.701
70.701 assinaturas. Vamos chegar a 75.000


https://secure.avaaz.org/po/petition/Votacao_no_Congresso_Nacional_da_Medida_Provisoria_221501_LRM_Lei_de_Remuneracao_dos_Militares/?tJYcpeb


UM HERÓI ESQUECIDO

UM HERÓI ESQUECIDO


[]

Giuseppe Garibaldi foi um revolucionário nacionalista italiano e líder da luta pela independência de Itália.

 Nasceu em 4 de julho de 1807 e faleceu em 2 de junho de 1882.

 Fez-se notório, historicamente, por causa de sua participação nas atividades guerrilheiras vinculadas ao processo que, finalmente, produziu a unificação política italiana, durante a segunda, a terceira e a quarta parte do Século XIX.

Em 1848, empreendeu  numerosas batalhas a favor da independência dos estados do Norte da Itália, os quais tinham sido ocupados pela Áustria e França.

Converteu-se num autêntico herói para o povo italiano do norte, ávido de liberdade.

 Por suas lutas na Itália e América do Sul sempre foi chamado de herói de dois mundos, ainda que também se sustente que na América foi escravista, pirata e ladrão de cavalos; é por isso que seus opositores o chamavam de mercenário de dois mundos.

Ana Maria de Jesus Ribeiro (1821-1849) era casada com um sapateiro e tinha uma vida pacata em Laguna (SC). 

Em 1837, ela conheceu o italiano Giuseppe Garibaldi, que viera lutar na Guerra dos Farrapos. Apaixonada, Anita largou tudo e resolveu seguir Garibaldi nas batalhas. Foi presa. 

Quando conseguiu fugir, ela teve que atravessar a nado o rio Canoas para encontrar Garibaldi em Vacaria (RS). Eles se casaram no Uruguai em 1842 e foram viver na Itália. Lá, vestida de homem, Anita continuou lutando ao lado do marido pela unificação do país. 

Dúvidas sobre alguns temas e direitos.

Prezado amigo, como conversamos, muitos companheiros de farda (EB, FAB e MB) têm dúvidas sobre alguns temas e direitos. Seguem questões que o Superior Tribunal de Justiça já se posicionou:

1) Isenção do Imposto de Renda - os proventos de inativos (reserva ou reforma) portadores de tuberculose ativa, alienação mental, esclerose múltipla, neoplasia maligna, cegueira, hanseníase, paralisia irreversível e incapacitante, cardiopatia grave, doença de Parkinson, espondiloartrose anquilosante, nefropatia grave, hepatopatia grave, estados avançados da doença de Paget (osteíte deformante), contaminação por radiação, síndrome da imunodeficiência adquirida. - não importa se o perito médico entende que a doença está curada. Uma vez instalada uma das enfermidades acima a isenção é PERMANENTE (nova cobrança é ilegal). 

(....) Consigno, ainda, que a Jurisprudência das turmas da eg. Primeira Seção firmou o entendimento de que ainda que se alegue que a lesão foi retirada e que o paciente não apresenta sinais de persistência ou recidiva a doença, o entendimento dominante nesta Corte é no sentido de que a isenção do imposto de renda, em favor dos inativos portadores de moléstia grave, tem como objetivo diminuir o sacrifício do aposentado, aliviando os encargos financeiros relativos ao acompanhamento médico e medicações ministradas (...) [MINISTRA ELIANA CALMON].


2) Pensão Militar  - inexistência de vínculo de dependência econômica entre a "suposta filha adotiva ou beneficiária"  e o militar de cujus - não dá direito à pensão. Filho inválido (HIV e outros) tem direito

3) Pensão de Ex-combatente - as filhas têm direito à pensão do pai.

4) Auxílio-invalidez - militares acometidos por doenças graves e que necessitam deassistência têm direito.

Estou à disposição para estes e outros casos na esfera Cível, Administrativa e Justiça Militar.


Abs


 Renato  Hilsdorf
Cel Cav (R/1), Advogado, Vice-Presidente do CMSP